22/02/2010

Um poema para amenizar...


SONHANDO NATAL

Criança parida do ventre que tenho
tu guardas no peito pedaços de amor,
canções de luar desprovidas de cor,
e beijos que falam na dor que sustenho…

Suplicas Natal com ternura e empenho;
e queres de mim o poder do calor
que exala esperança, emitindo o fulgor
da chama atiçada p’la cruz do meu lenho.

Se um dia soubesses o quanto te amei…
as lágrimas soltas, tombadas, sem lei,
caindo no rosto, formando um caudal…

Dirias: que mãe é ter sempre um sacrário
aberto ao amor, desfiado em rosário,
com filhos lá dentro, sonhando Natal.

Glória Marreiros


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Luis