Num mundo de egoísmo,
milhões morrem de fome.
Em período Natalício,
passam pela montra do cinismo,
todos os caciques, com nome.
Boys, girls e outros eleitos,
que se mostram solidários,
com a pobreza e a desgraça.
Na vitrina da tristeza,
de muitos , que nada têm à mesa!
Enquanto outros, têm demais.
É na montra do cinismo,
que se vêm, os figurões.
Na tentativa de mostrar ao mundo,
a sua solidariedade.
Falsa, mas aparente!
Porque é ilusória!
Sendo na verdade,
um reflexo de ilusões...
um disfarce de emoções!
Tudo pela notoriedade,
reflectida, na montra da vaidade!
reflectida, na montra da vaidade!
Victor Simões,
in " A Voz do Povo " 1 de Janeiro de 2007
Publicada por Saozita em SEMPRE JOVENS a 8/17/2010

Luís, boa noite!
ResponderEliminarJá conhecia este poema de autoria do meu irmão Victor Simões. O triste aqui, é que ele continua actual.
Os anos passam, mas a ganância e a cegueira pela fama, não!
Beijinho,
Ana Martins
Minha Querida Amiga Ana Martins,
ResponderEliminarÉ como diz... este poema está infelizmente muito actual!
Obrigado pela sua visita eu que tenho andado faltoso...
Beijinhos muito amigos.