"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

19/09/2009

A pouca estima ou o medo dos partidos do "Centrão" pelas Forças Armadas!


Acaba de sair um artigo no Diário de Notícias que fala do nulo impacto da insatisfação dos Militares junto dos partidos da área do governo.

Do Camarada José Morais Silva recebi os seguintes comentários que ouso apresentar por me parecerem muito pertinentes e por através deles se ver o que os elementos das Forças Armadas podem vir a contar:

1- E qual tem sido a atitude dos Chefes Militares e dos restantes Oficiais Generais?

Quanto a ele, a atitude havida até ao momento não passa de um verdadeiro papel de embrulho, pois os políticos fazem o que querem das Forças Armadas ao ponto de se poder afirmar que a subordinação ao poder político se transformou numa submissão abjecta!

2- Segundo ele é também curioso, e pura coincidência, claro, o que a nova grelha salarial das Forças Armadas contempla para aumentos para os Oficiais:

- Generais - 4,72%
- Oficiais Superiores - 1,45%
- Oficiais subalternos, sargentos e praças - de 6 a 12%

Curioso, não é? Qual quê, é tudo coincidência!

Dizem as más-línguas que isto só pode significar a pouca estima que nutrem pelas Forças Armadas e, por outro lado, para se sentirem mais seguros seguindo o princípio: “DIVIDIR PARA REINAR”!

Melhor é impossível!


BEM AMIGOS MUDEI DE OPINIÃO VOU VOTAR NO PARTIDO SOCIALISTA!


Afinal quem é Carolina Patrocínio?

Foi escolhida para Mandatária para a Juventude pelo Partido Socialista de José Sócrates Pinto de Sousa…

Carolina Patrocínio é uma jovem com uns olhos espertos que gostam de andar sempre muito juntos, uma cara patusca, um sorriso simpático e fácil. É rica, famosa e aparece em tudo o que é programa de televisão e revista cor-de-rosa.


Ninguém sabe se aparece por ser famosa, ou se é famosa porque aparece.

Os portugueses devem gostar muito de a ver em fato de banho, atendendo a que é quase impossível arranjar na net uma fotografia da moça, vestida com outra indumentária. Muitos desses portugueses devem ter, para além disso, um especial prazer em vê-la a "ausentar-se", tal é a quantidade dessas fotografias em que aparece de costas.

Até há pouco tempo, não se lhe conhecia uma ideia sobre coisa nenhuma.


Uma entrevista recente, e onde fala exaustivamente do que gosta e não gosta, embora mantendo o suspense quanto às suas ideias sobre a situação sócio/política nacional e internacional, as eleições que temos aí à porta e a sua importância para a juventude portuguesa, as saídas profissionais (ou a falta delas) para essa mesma juventude, etc, etc, etc... mesmo assim, deu-nos a conhecer outras características da jovem "apresentatriz".

Ficamos a saber que trabalha apenas para se divertir, pois "felizmente não precisa de trabalhar", que "detesta frutas que tenham que ser descascadas" e a frase que anda toda a gente a discutir, "só como cerejas se a minha empregada lhes tirar os caroços", aplicando-se o mesmo princípio às grainhas das uvas, que, segundo ela, "são uma grande trabalheira".

Para além de, como quase toda a gente, também não vislumbrar o que é que Sócrates acha que a juventude portuguesa com idade para votar deve ver na jovem e mediática Carolina Patrocínio, que lhe sirva como modelo ou exemplo a seguir, gostaria de chamar a atenção para uma pequena frase da Mandatária, logo a seguir à tal das cerejas e que parece ter escapado aos espectadores, que terão, muito compreensivelmente, ficado “apardalados” com a problemática dos caroços e grainhas.

Diz a Mandatária da Juventude: "Sou muito competitiva. Detesto perder! Prefiro fazer batota, a ter que perder!" Ora aí está! Quase que aposto ter sido esta a "qualidade" (para Sócrates um verdadeiro programa eleitoral...) que cativou o Primeiro-ministro e fez de Carolina uma incontornável Mandatária.
Jose Martins - Tailandia

17/09/2009

VERDADE E DETERMINAÇÂO



Estes são os slogans eleitorais dos democratas e dos socialistas

Basta-nos ir ao simples significado das palavras para termos um esclarecimento mais aprofundado destes “slogans”: simples um, e complexo e ambíguo, o outro.

Senão vejamos: VERDADE significa veracidade, boa-fé, sinceridade, franqueza, exactidão, precisão, autenticidade, carácter, convicção e evidência. VERDADE é, no seu conteúdo, uma máxima que inclui todos estes ineludíveis significados, sem direito a outras interpretações que não sejam a dita VERDADE.

Já assim não acontece com a palavra DETERMINAÇÃO que significa decisão, resolução, definição, fixação, demarcação, arrojo, decreto, mandado, precisão, explicação, limitação, ordem, ou prescrição. Temos, assim, um conjunto de significados que, cada um de per si, dão pano para mangas, e sobra tecido. Imagine-se o que é uma Decisão tomada unilateralmente; uma Resolução à porta fechada; uma Definição ambígua e pouco esclarecedora em termos de justiça ou outras áreas, deixando tudo em aberto e nada definindo; isto é, uma definição que não esclareça ninguém; um Decreto cozinhado em segredo só para safar a pele de amigos; uma Limitação dos direitos e liberdades; uma Ordem ditatorial defensora de criminosos, pedófilos e corruptores sem fim; ou até uma Prescrição errada ou envenenada que ponha todo um povo doente.

De facto, é necessário acautelarmo-nos com palavras que são autênticos paus de dois bicos, sem qualquer garantia do rumo que vão tomar. Esta palavra DETERMINAÇÃO é assustadoramente subreptícia e nunca deveria ser usada em qualquer campanha que se preze.

Eu sei que foi uma palavra utilizada “às pressas” para esconder a VERDADE que nada teme, no que respeita a significado profundo da mesma.

Sem dúvida que necessitamos, como pão para a boca, de uma VERDADE suficientemente límpida, que nos deixe conseguir ver para além deste tempo perdido, tristemente empobrecido e vergonhosamente apodrecido.

Julgo que todos os portugueses sentem um certo ar irrespirável, como se vivessemos novamente em ditadura! Por incrível que pareça continuamos a respirar! Será que estamos todos mortos e conformados com a imposição de toda uma vida que ninguém quer, a não ser os senhores do poder e seus correlegionários e amigos? E, se estamos vivos, estamos à espera de quê, para darmos um rumo diferente à vida dos nossos filhos e netos, que não têm culpa nenhuma da nossa passividade perante tão maus exemplos de quem nos governa?

Apesar de todas as parangonas que por aí se debitam, em tempo eleitoral, a única consolação que nos resta é termos alguém que nos diga a VERDADE. Porque para mim a VERDADE, é como aquele espelho que se parte, mas que, apesar de partido, reflecte sempre a VERDADE das coisas, mesmo nos pedacinhos mais pequenos em que se partiu.

M.M.M. Maria Manuela

RESPOSTA PRONTA...


For those that don't know him, Major General Peter Cosgrove is an 'Australian treasure!'

General Cosgrove was interviewed on the radio recently. You'll love his reply to the lady who interviewed him concerning guns and children. Regardless of how you feel about gun laws you gotta love this! This is one of the best comeback lines of all time. It is a portion of an ABC interview between a female broadcaster and General Cosgrove who was about to sponsor a Boy Scout Troop visiting his military headquarters.

FEMALE INTERVIEWER:
So, General Cosgrove, what things are you going to teach these young boys when they visit your base?

GENERAL COSGROVE:
We're going to teach them climbing, canoeing, archery and shooting.

FEMALE INTERVIEWER:
Shooting! That's a bit irresponsible, isn't it?

GENERAL COSGROVE:
I don't see why, they'll be properly supervised on the rifle range.


FEMALE INTERVIEWER:
Don't you admit that this is a terribly dangerous activity to be teaching children?

GENERAL COSGROVE:
I don't see how. We will be teaching them proper rifle discipline before they even touch a firearm.

FEMALE INTERVIEWER:
But you're equipping them to become violent killers.

GENERAL COSGROVE:
Well, Ma'am, you're equipped to be a prostitute, but you're not one, are you?

The radio went silent.

16/09/2009

"FINANCIAL TIMES" classifica Teixeira dos Santos...


"Financial Times" classifica Teixeira dos Santos como, pior ministro das Finanças da UE‏
E nós convencidos que tínhamos um "craque".


NÃO SE ESQUEÇAM...VOTEM NESTA MALANDRAGEM

Se souberem de algum jornal que faça classificações de primeiros ministros aldrabões, ...avisem

O ministro português Fernando Teixeira dos Santos, é considerado pelo jornal britânico "Financial Times" (FT) como o pior ministro das Finanças entre os 19 países da União Europeia (UE) analisados. O fraco desempenho da economia nacional e o baixo perfil europeu justificam a escolha.

A classificação do FT, que tem em conta indicadores económicos e a opinião de um painel de economistas, atribuiu a pior "performance" política ao ministro português (19 pontos). É este o principal factor a justificar a má nota.

Teixeira dos Santos está também entre os governantes europeus com pior desempenho a nível macroeconómico. Pior no "ranking" do FT estão apenas os ministros das Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, e de Espanha, Pedro Solbes.

A melhor classificação atribuída ao ministro português é na estabilidade (11 pontos), o que perfaz uma classificação média de 16,4 pontos. A mais alta entre todos os países da UE e, por conseguinte, a pior nota.

O "ranking" deste ano do FT é liderado pelo ministro da Finanças da Finlândia, Jyrki Katainen, com uma classificação média de 3,8 pontos. A estibilidade do sistema financeiro e o equilíbrio orçamental são os pontos fortes do governante finlandês.
Ministro País Economia Política Estabilidade Classificação média

Jyrki Katainen Finlândia 4 4 3 3,8

Peer Steinbruck Alemanha 2 11 2 4,7

Jean-Claude Juncker Luxemburgo 7 9 1 6,4

Anders Borg Suécia 9 3 6 6,6

Wouter Bos Holanda 11 4 4 7,5

Jan Pociatek Eslováquia 1 16 16 8,5

Christine Lagarde França 15 2 5 9,1

Lars Rasmussen Dinamarca 10 10 7 9,4

George Alogoskoufis Grécia 3 18 15 9,9

Wilhelm Molterer Aústria 6 17 10 10,1

Jacek Rostowski Polónia 5 15 18 10,6

Didier Reynders Bélgica 11 12 8 10,7

Miroslav Kalousek República Checa 7 13 17 10,8
Alistair Darling Reino Unido 19 1 9 11,6

Giulio Tremonti Itália 14 7 13 11,7

Janos Veres Hungria 11 8 19 11,7

Pedro Solbes Espanha 16 6 12 12,2

Brian Lenihan Irlanda 18 13 14 15,7

Teixeira dos Santos Portugal 17 19 11 16,4
Fonte: OCDE, Markit, Comissão Europeia e painel Financial Times
Nota: 1 = melhor classificação

As contas de Sócrates...

http://www.youtube.com/watch?v=aZ3snnk4VSo

Debate em S. Bento - Sócrates contra Sócrates

http://www.youtube.com/watch?v=_vuZlAsR8VY

15/09/2009

E eu não digo? São todos iguais... Há que fazer Limpeza!!!



E os comentadores e analistas políticos!

A atitude dos comentadores políticos, comentadores políticos encartados, profissionais de serviço e ao serviço, sempre os mesmos e que circulam e saltitam dos jornais para as televisões, depois para as rádios, debitando pareceres ao serviço da manipulação, pede reservas.
São comentadores que avaliam debates, classificam políticos, muito independentes, subtis na orientação dos votos dos eleitores.

São Magnos e Delegados, Sousas e Tavares, são comentadores que reduzem e bipolarizam a campanha. Comentadores que reforçam a mentira como se no terreno só dois partidos estivessem, passando a ideia que só contam os presidentes dos dois maiores, desvalorizando o peso eleitoral dos mais pequenos, sabendo que os pequenos podem ser determinantes na correlação de forças que na Assembleia vai determinar políticas futuras.

São comentadores muito atentos às sondagens que se vendem e se compram em épocas eleitorais para influenciar e orientar votos, sondagens desacreditadas, como se viu nas últimas eleições para o Parlamento Europeu.
São comentadores que fazem apelo à discussão de assuntos, mas na mira de serem eles os únicos com palavra nas discussões, afunilando os assuntos ao seu gosto e tendências.

São comentadores atentos na denúncia das corporações que resistem às políticas dos governos, de professores, magistrados, enfermeiros, sindicalistas e outros. Comentadores que não conhecem, não vêem as corporações onde estão metidos, pois o mundo da informação é uma coitada de uns poucos que impedem colegas de fazer carreira, onde há trabalho vendido à peça, jornalistas submetidos aos interesses e tendências das redacções.

São comentadores que exigem discussão dos assuntos políticos, discussão feita por eles mesmos em roda fechada, citando-se e revendo-se nos seus comentários, e que quando políticos discutem entre políticos logo aparecem a comentar quem ganha e quem perde, como se de um jogo de boxe se tratasse, e assim reduzem a discussão ao tom de voz, ao olhar de soslaio, ao fato que se veste, a coisas de reduzido ou nulo interesse, intencionalmente esquecendo os conteúdos das afirmações, a convicção do discurso, a clareza das palavras, a coerência das intervenções.

Comentadores que se prendem com as banalidades, desvalorizando o substancial.
Neste momento da vida nacional e neste momento da vida mundial considero de estrema importância trazer à discussão os valores que regem as sociedades.

O excesso de liberalismo económico, de economia de mercado, o endeusamento do mercado, da competitividade, da flexibilidade no trabalho arrastou o mundo para as situações de crise que vivemos.
A crise veio da ganância sem medida, do lucro acumulado num pequeno punhado de senhores insaciáveis de dinheiro.

Não faltam produtos no mercado. O que falta é dinheiro nos bolsos dos compradores. A riqueza está mal distribuída, mas os governos, mesmo os eleitos por votos e se dizem democráticos, refugiam-se em tiques de prepotência, de arrogância, esquecendo os seus eleitores que foram no engodo das promessas.

Não faltam produtos nos mercados, mas os governos, na tentativa de sanar a crise, continuam a dar apoios aos grandes, esquecendo que a origem da crise está no poder de compra das famílias. O poder de compra é destruído pelas fábricas que fecham, pela contenção salarial, pelo trabalho precário e à peça.

Dizem-nos que a indústria automóvel está em crise, mas não é na produção. Os carros produzidos deixaram de ter comprador.

Assunto que devia merecer mais atenção nas campanhas eleitorais é o do liberalismo económico, para onde nos leva este liberalismo sem regras. Esta globalização dos mercados sem globalização de direitos.

O ritmo de trabalho e direitos ao nível da China, a colonização mundial dos direitos vinda da China, feita sem exércitos invasores, geraram a crise.

É preciso avaliar a competência dos comentadores de serviço.

Manuel Miranda - Coimbra


ATÉ QUANDO TEMOS QUE ATURAR ISTO????



A justiça vai óptima e o caso TVI nunca existiu
Por João Miguel Tavares

Um marciano que tivesse aterrado em Portugal para assistir à maratona de debates sobre as legislativas teria chegado à conclusão de que o país está uma lástima, excepto em duas áreas: a justiça e a liberdade de expressão, onde tudo corre tão bem que em dez debates e quase oito horas de conversa não houve quem se atrevesse a discutir o assunto durante mais de 30 segundos. Muita economia. Muitas obras públicas. Muita segurança social. Muita educação. Muita crise.

Mas justiça e liberdade de expressão? Nicles. Mesmo no alegado frente-a-frente do ano cumpriu-se escrupulosamente essa espécie de Bloco Central do silêncio, que consiste basicamente nisto: tu não mostras a sujidade que está debaixo do meu tapete e eu não mostro a sujidade que está debaixo do teu.

O sempre tão lesto, incisivo e mortífero José Sócrates não se atreveu - mais uma vez - sequer a tocar no nome de António Preto no debate com Manuela Ferreira Leite. O caso BPN - provavelmente o maior escândalo da legislatura - não foi referido uma única vez. E Ferreira Leite, por seu lado, nunca falou do Freeport ou de qualquer outro tema que tenha cozido Sócrates em lume brando nos últimos anos.

Mesmo à famosa asfixia democrática não sobrou fôlego para se fazer ouvir durante o debate. O caso Manuela Moura Guedes foi há dez dias mas parece que já foi há dez anos. Como explicar isto? Há uma maneira bonita, que é dizer que estes senhores se respeitam muito, não se intrometem em investigações, não levantam suspeitas difíceis de provar, cultivam a elevação nos debates. E há uma maneira feia, que é achar que há um núcleo de silêncio em redor de temas fundamentais, onde convém deixar o povo à porta.

Mas, de facto, quando eu tenho o caso Freeport e tu tens o caso BPN, quando eu tenho o caso Manuela e tu tens o caso Marcelo, quando eu tenho o caso Fátima e tu tens o caso Isaltino, torna-se complicado andar a atirar certo tipo de pedras para o telhado do vizinho.

E por isso, os dois pilares do regime democrático que mais têm sido postos em causa durante o consolado de Sócrates - os poderes judicial e mediático - têm-se mantido de fora do debate, exceptuando dois ou três esgares de indignação para inglês ver.

Eu não duvido que o país ande muito endividado, que o emprego esteja alto, que a crise seja dura e que o TGV mereça uma discussão séria. Mas quando vemos uma justiça completamente desacreditada e uma comunicação social cada vez mais amordaçada, não faz qualquer sentido que questões tão estruturantes quanto estas nem sequer entrem na agenda eleitoral.

Deixar tais temas de fora da campanha e debater apenas a economia é como ter um automóvel com o motor gripado e andar a discutir a mudança dos pneus.

Eis um comentário de um Amigo:

"O artigo que vos envio acerta nos vinte!
É claro que enquanto esta geração de “ políticos” não sair das cadeiras do poder, Portugal não recupera em credibilidade e deixa de ser uma República das Bananas!
Como é possível votar em gentinha completamente desacreditada e cheia de telhados de vidro?!
E como eles defendem os seus tachos, continuando a impedir que Associações Cívicas possam competir com os partidos, essas organizações podres que vão levando o pobre País á sua destruição!"
José Morais Silva

O mais jovem cirurgião do mundo


Recebido por e-mail do amigo Chartier a quem agradeço.
Transcrição do blogue Saúde e Alimentação