"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

30/09/2009

Uma conspiração de Estado?


Segundo o Editorial do Jornal Negócios, de 30 de Setembro de 2009, Cavaco Silva fez o País engolir em seco. Disse ele que teríamos assistido desde Agosto a uma maquinação política ignóbil promovida pelo PS, sob coro dos jornais, com fins eleitorais. Assim, o Presidente veio dar-se ao respeito. Santos Guerreiro, director do jornal, ainda acrescenta o facto de que a reputação de Cavaco Silva por esta forma estar no grau mais baixo de toda a sua carreira política - e esta era a sua hipótese de defesa. Por isso atacou o PS, o "partido do Governo", denunciando tentativas de condicionamento inaceitáveis segundo ele, fazendo uma "interpretação pessoal" das motivações, que, através dela, mergulha o País no terror da manipulação das massas.

Diz ainda que a narrativa do Presidente da Republica para os acontecimentos desde Agosto é uma narrativa possível, porque as explicações de Cavaco Silva conseguem preencher os espaços em branco, mesmo que implicando pelo caminho intermediários (como Fernando Lima) e mensageiros (incluindo o "Publico" e o "Diário de Notícias").

0 verdadeiro dramatismo da mensagem de Cavaco Silva é o choque frontal com o PS. Querem guerra? Guerra terão. Pois ao contrário do que quiseram fazer crer, Cavaco não se mostra nem diminuído nem fragilizado nem acobardado num plano moral ou político inferior face ao Governo, mesmo depois de terem sido, como disse, "violado os limites do tolerável e da decência".

No referido Editorial diz-se que o resgate da imagem, de prestigio e de credibilidade do Presidente não é apenas uma questão pessoal: é o trampolim para pôr o PS em sentido num período em que o Governo não está ainda constituído e que terá uma maioria relativa frágil e dependente de acordos. Assim, nesse contexto a figura de um Presidente da Republica é mais determinante. E Cavaco, desta forma, mostrou que não será boneco de feira.

Indo às acusações apresentadas por Cavaco Silva este diz ter sentido um ultimato do PS em Agosto (de Vitalino Canas e de José Junqueiro), para que se pronunciasse sobre o caso das escutas; com esse ultimato, o PS terá tentado condicioná-lo; o PS quis colar o Presidente ao PSD e desviar as atenções das questões importantes da campanha eleitoral; e o que para ele garante a suspeita de dolo neste comportamento do PS é o facto de um "e-mail" com 17 meses de atraso ter sido tornado público mortífera e cirurgicamente a uma semana das eleições, o que objectivamente teria prejudicado a sua imagem como Presidente e, por arrasto, a candidatura eleitoral do PSD.

É uma acusação terrível, que faz ademais o País ter um rebate de consciência se admitir ter caído na cilada. Porque, diz o Presidente que deste modo se assistiu a "grave manipulação". De quem? Dos eleitores. Por quem? Pelo partido que as ganhou.

Nesse mesmo Editorial afirma-se, ainda, que se está no campo das sombras, da teoria da conspiração contra a teoria da conspiração. É uma espécie de palavra contra palavra e cada português acreditará no que Ihe parecer mais crível.

Da comunicação de Cavaco Silva de ontem pode-se tentar descobrir quem fala verdade. Pode-se discutir se os "timings" das intervenções, dos seus silêncios e das suas acções, se foram certos, culpabilizantes ou confessionais. Mas o que não se pode é ignorar que as relações entre a Presidência e o Partido Socialista saíram das salas diplomáticas e entraram no campo de batalha.


Olhando a maioria dos orgãos de informação verifica-se que as fotografias do Presidente que estão colocadas nas suas primeiras páginas foram "escolhidas a dedo" dando-lhe um aspecto de mal encarado que no meu fraco entender, não foi por acaso... Isso reforça-me a ideia de que houve, na realidade uma tentativa de manipulação das massas e o respectivo aproveitamento.

Penso que há que dizer basta a todos estes pasquins que inventam ou forjam notícias como se isso fosse jornalismo e apoiar o Presidente nesta altura em que o querem denegrir, afundando ainda mais esta podre e pobre democracia






29/09/2009

CARTA ABERTA AOS PORTUGUESES

CARTA ABERTA AOS PORTUGUESES
(2009SET11)

PROBLEMAS AGRAVADOS

DESAFIOS PARA UMA NOVA LEGISLATURA

1. Na oportunidade do “Juízo final” da legislatura, importa assinalar que se acentua o risco de ruptura e quebra de coesão entre os militares das Forças Armadas devido às medidas que o Governo vem aprovando, sem obter o consenso dos que delas são alvo, urgindo, por isso, alertar a opinião pública para a necessidade imperiosa de uma mudança.
2. Contrariando compromissos eleitorais e políticos, assumidos claramente pelo “bloco central” que nos tem governado, a reorganização das Forças Armadas, acordada por seus representantes no silêncio dos gabinetes, fracassou, desde logo, por não conseguir a economia de meios indispensáveis ao investimento àquelas necessário e à dignificação da condição militar.
3. O falso consenso, os silêncios, as omissões e as cumplicidades/conivências da má governação das últimas décadas na área da Defesa Nacional, agravados pelo injustificado secretismo do Governo e da respectiva Comissão na Assembleia da República, só têm servido para agravar o desconhecimento público de matérias que nada têm de reservado, o que, contribuindo decisivamente para a separação dos portugueses das suas Forças Armadas, tem como consequência, para além disso, ocultar do debate público a degradação da condição militar.
4. Usando a degradação das condições de Aposentação e Assistência na Doença dos Militares para servir de vanguarda na redução geral de direitos que impôs de seguida, continuadamente, de forma unilateral e sem diálogo, aos demais Servidores do Estado, o Governo desconsiderou e desautorizou os corpos profissionais que constituem os pilares da Autoridade, da Soberania e da Educação, e, com eles, o próprio Estado.
5. Mas se o tratamento dos militares no que respeita à degradação das condições assistenciais foi precursor, ao contrário, no que se refere a compensações, o Governo, entre muitas outras questões, afastou ainda mais o seu estatuto remuneratório do das profissões de referência, não assegurando neste capítulo a prometida e exigida equidade, promovendo antes maior injustiça e rebaixando a dignidade da sua função e o seu reconhecimento na sociedade que se honram de servir.
6. Com efeito, depois de anos de estudos e de diversos Grupos de Trabalho, com promessas, sucessivamente adiadas, de uma reorganização condigna das carreiras e de um novo Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR), sendo que este devia aliás preceder a redução de efectivos, já decidida, e a revisão do Sistema Retributivo, o Governo aprovou um novo Regime Remuneratório para os militares, tecnicamente mal concebido, incompleto e, como se tornou público, a reboque do processo reivindicativo da Administração Interna.
7. Tal como foi sua prática social ao longo da legislatura, veio agora o Governo junto dos militares, com esta proposta de regime remuneratório, ferir a coesão e agravar, internamente, desigualdades e injustiças, não assegurando, por outro lado, a equidade com as correspondentes categorias dos demais servidores do Estado, subalternizando ainda mais o seu estatuto retributivo e degradando a condição militar a níveis inauditos.
8. Para além de retirar direitos adquiridos e não conceder contrapartidas compensatórias, o Governo fez ainda aprovar um Regulamento de Disciplina Militar (RDM), que agrava a sujeição dos militares e se centrou em medidas claramente destinadas a perseguir o “delito de opinião”, acentuando o dever de obediência a todo o custo, suprimindo paralelamente deveres éticos dos Chefes Militares, e fazendo regredir o quadro de penas a um nível por vezes superior ao tempo da ditadura.
9. Os militares rejeitam consensualmente o RDM e o Regime Retributivo recentemente aprovados no meio do silêncio de quase toda a oposição, nomeadamente aquela que podia fazer frente a estas medidas, opondo-se a elas, e, por isso, requerem a revogação destes diplomas e a sua revisão imediata.
10. No entanto, tudo isto era previsível, atendendo ao facto do MDN, perdendo a iniciativa, se ter deixado ficar refém do diálogo Institucional com as Chefias Militares, numa relação ambígua de condicionantes, em nome de um pretenso interesse do Estado, nem sempre bem entendida por quem a analisa, recusando a participação e audição efectiva a que os representantes associativos, livremente escolhidos pelos militares, têm direito por Lei e perdendo, com essa recusa, importantíssimos elementos para a formação da decisão.
11. As Associações Profissionais de Militares rejeitam, igualmente, a forma como tem sido exercida a autoridade política sobre os militares, inviabilizando a sua participação efectiva nos processos de decisão sobre as matérias de natureza socioprofissional e desprezando as suas legítimas e consensuais posições.
12. Porque a Democracia não se pode resumir ao acto eleitoral e tem de ser promovida e praticada no dia a dia dos cidadãos, as APM apelam, por isso, aos militares, e aos cidadãos em geral para que se empenhem civicamente e não permitam que o poder continue a ser exercido da forma como tem acontecido, unilateralmente, sem diálogo e desprezando os seus legítimos direitos ou os dos seus representantes, profissionais ou outros, porque a legitimidade que possuem, embora diversa, resulta da mesma fonte, onde reside efectivamente o poder e a obrigação pelo seu respeito: nos cidadãos e nos seus direitos.
13. E desafiam, por isso, aqueles que se propõem conquistar o poder político e, com ele, assumir a autoridade coerciva suprema do Estado, a que debatam, com os cidadãos, todos os dias, ao longo da legislatura e democraticamente, todas as matérias que estejam em causa, particularmente as da Defesa Nacional, o que não deve constituir qualquer “tabu”, mas antes ser entendido como uma partilha de conhecimentos.
14. Conscientes, certamente, da fidelidade dos militares à Constituição e às Alianças, Políticas ou Militares, que o nosso País integra, se o fizerem, como é devido, honrando os ex-Combatentes, os Reformados Militares e os Deficientes das Forças Armadas, encontrarão inevitavelmente, melhores e mais adequadas soluções para a organização e o emprego das Forças Armadas, o reequipamento dos soldados de Portugal, e a valorização da Condição Militar.
15. Só assim poderão adquirir alguma legitimidade moral para as políticas que defendem e se propõem executar para o sector.
16. Pelas Forças Armadas e por Portugal.

ANS AOFA APA


28/09/2009

A FOME NO MUNDO - SEJA SOLIDÁRIO

Contra a fome

Este é mais um daqueles textos, da amiga Manuela do Blogue Sustentabilidade não é Palavra é Acção, a quem ninguém pode ficar indiferente.Trata-se de crianças que morrem à fome todos os dias.Se houvesse vontade política por parte dos países do Ocidente, este problema não teria pelo menos estas dimensões, mas é mais fácil fazer de conta e dizer que não é nada connosco.Enquanto uma parte do Mundo morre com todo o tipo de doenças que advêm dos excessos, obesidade é uma delas, a outra morre de fome.

Haja piedade.

Bem-haja todos os que fizerem algo, mesmo que não seja só o simples facto de pegarem no texto, copiá-lo e divulgá-lo via e-mail.

Desculpem insistir, mas precisam da vossa ajuda.
Morrem 10 crianças por minuto por falta de alimentos.
Mais de mil milhões ("1 billion") de pessoas estão a sofrer com a fome.
Nunca este número foi tão elevado.
Os donativos para ajudar atingiram o mínimo dos últimos 20 anos.

Façam um donativo a WFP.
E por favor, divulguem esta campanha.
Usem as ferramentas desta "grande rede", blogues, e-mails, facebook, twitter, hi5, e outras redes.
Vamos ser muitos a ajudar muitos. Vamos fazer a diferença!

Publicada por Fernanda, no blogue sempre jovens

Os 20 conselhos de Harvard e Cambridge.

As universidades de Harvard e Cambridge publicaram, recentemente, um manual com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e simples. Tomem nota!

1- Beber um copo de sumo de laranja, diariamente.
Para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

2 - Salpicar canela no café.
Mantém baixo o colesterol, e estáveis os níveis de açúcar no sangue.

3- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral.
O qual tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro do que tem o pão branco.

4- Mastigar os vegetais por mais tempo.
Aumenta a quantidade de químicos anti-cancerígenos no corpo. Mastigar liberta sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

5- Adoptar a regra dos 80%.
Servir-se de menos 20% da comida evita transtornos gastrointestinais, prolonga a vida, e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

6- O futuro está na laranja.
Reduz em 30% o risco de cancro de pulmão.

7- Fazer refeições coloridas como o arco-íris.

Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco, em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

8- Comer pizza. Mas escolha as de massa fininha.
O Licopene, um antioxidante do tomate, pode inibir e ainda reverter o crescimento de tumores e, ademais, é melhor absorvido pelo corpo quando o tomate está em molhos para massas ou para pizza.

9- Limpar a sua escova de dentes e trocá-la regularmente.

As escovas podem espalhar gripes, resfriados e germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente, pelo menos quatro vezes por semana (aproveite o banho no chuveiro); sobretudo durante e após períodos de doença, devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10- Realizar actividades que estimulem a mente e fortaleçam a sua memória.

Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras cruzadas, aprenda um idioma, qualquer habilidade nova. Leia um livro e memorize parágrafos.

11 - Usar fio dental e não mastigar chicletes.
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de aterosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos à sua idade biológica, porque remove as bactérias que atacam os dentes e o corpo.

12- Rir.
Uma boa gargalhada é um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o stress, acorda células naturais de defesa e desperta os anticorpos.

13- Não descascar com antecipação os vegetais ou frutas (sempre frescos).

Estes devem ser cortados e descascados no momento em que vão ser consumidos. Isto aumenta os níveis de nutrientes contra o cancro.

14- Ligar para os seus parentes/pais de vez em quando.
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afectivo com as pessoas de quem gostam, particularmente com a mãe, desenvolvem tensão alta (alta pressão), alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.

15- Desfrutar de uma xícara de chá.
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelitas também concluíram que beber chá aumenta a sobre vida depois de ataques ao coração.

16- Ter um animal de estimação.
As pessoas que não têm animais domésticos, sofrem mais de stress e vão mais ao médico, dizem os cientistas da Cambridge University. As mascotes fazem-nos sentir optimistas, relaxado, e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até com um peixinho dourado podemos obter um bom resultado.

17- Colocar tomate ou verdura frescas na sanduíche.
Uma porção de tomate por dia, baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo os cientistas da Harvard Medical School.

18- Reorganizar o frigorífico.
As verduras, em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas. A luz artificial do equipamento destrói os flavonóides
(que combatem o cancro) que todos os vegetais têm. Por isso, é melhor usar a área reservada às verduras, que é aquela gaveta em baixo.

19- Comer como um passarinho.
A semente de girassol e as sementes de sésamo, nas saladas, e cereais são nutrientes e antioxidantes.
E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- E, por último, uma súmula de pequenas dicas para alongar a vida:

- Comer chocolate.
Duas barras por semana dão mais um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.

- Pensar positivamente.
As pessoas optimistas podem viver até mais 12 anos que os pessimistas, as quais, ademais, apanham gripes e resfriados mais facilmente.

- Ser sociável.
As pessoas com fortes laços sociais, ou redes de amigos, têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias, ou que só têm contacto com a família.

- Conhecer-se a si mesmo.
Os verdadeiros crentes e aqueles que dão prioridade ao 'ser' sobre o ‘ter’, têm 35% mais de probabilidade de viver mais tempo.

25/09/2009

O MARQUÊS DE FRIPOR


Vem, sua alteza, o inefável líder da verborreia falaciosa, rodeado do seu bando de baratas rastejantes, apregoar as ideias que aponta para o rumo a seguir na liderança do país. Fá-lo com a arrogância e fanfarronice que todos lhe conhecemos... Porém, mais do que a apresentação do que pensa fazer, na eventualidade do cataclismo de ele e a sua “camarilha” serem reeleitos se abater sobre nós, o que era importante era mostrar obra feita e isso ele não faz nem fará. O motivo é simples: não existe.
O retrato que deixa do seu obscuro mandato é um sem fim de obscuridades e suspeições, a começar nas suas habilitações literárias, até à forma como conduziu a sua vida, e a da sua família e amigos, em negócios ainda mais obscuros do que as licenciaturas ao domingo e os exames feitos por fax.
O Marquês de Fripor, ou o primeiro fax, para além disso só tem para apresentar a tensão social que criou com todas as áreas e classes profissionais e sociais da sociedade.
No seu estandarte deveria colocar a divisa: Eu minto com a naturalidade com que respiro.
NOTA: Devia deixar de respirar: devia expirar. Haja quem faça esse favor ao País. Talvez Almeida Santos com a sua proposta da eutanásia!
Recebido por email de autor desconhecido

O pior que nos pode acontecer é mais do mesmo, ou seja: Governo actual ou Governo do Bloco central.

Amiga(o)s,

O pior que nos pode acontecer é mais do mesmo, ou seja: Governo actual ou Governo do Bloco central.
Agora até arranjaram um óptimo caso do jogo: As escutas telefónicas na Presidência, com a cumplicidade da comunicação social, para desviar a atenção dos verdadeiros casos que implicam os que deviam estar dentro: do Freeport à Pedofilia e ao BPN... e querem continuar a fazer mais do mesmo

A melhor saída/solução (porventura a única) para acabar com a porcaria que por aqui grassa há tempo demasiado e já faz lamentar as promessas de Abril: Coligação BE, CDS e CDU.

PM - O Presidente do partido mais votado dentre os três.
Estrutura governamental com novo ministério: Ministério do Mar e da Diáspora
No Ministério da Justiça: Aplicar um factor "n" ao alargamento do espaço prisional, a definir de modo técnico-científico. Transladar os restos políticos dos que deveriam estar dentro e andam a passear-se impunemente pela Assembleia da República
Ministro das Finanças: Medina Carreira
Ministro da Agricultura: António Pantera Barreto
Ministro da Cultura: Vasco Graça Moura
Ministro do Trabalho: Jerónimo de Sousa ou Francisco Louçã
Ministro da Administração Interna - Paulo Portas ou Eduardo Pereira
Na Presidência da República: Gabinete da Diáspora presidido por Adriano Moreira
Na Assembleia da República pelo Círculo Fora da Europa: A voz desassombrada e politicamente incorrecta de Casimiro Rodrigues!
Nacionalização de todos os sectores essenciais ao exercício da Soberania (...)


(...)A propósito... vale a pena ler...: Elogio do Imbecil e o Anexo: O INDECISO...

Outra coligação maioritária possível: Partido dos incorruptos e Partido dos desempregados... Não existem?

Cordiais saudações.

joaquim evónio

Seja bem-vindo à Varanda das Estrelícias
www.joaquimevonio.com


(Clique na imagem para a ver aumentada)



Cargos políticos à venda???

Para que, em data tão sensível, não seja ser suspeito de parcialidade cito uma notícia que vem no Público e no Diário de Notícias.

Refere-se a acusação que o membro do PS que foi cabeça-de-lista pelo círculo de Fora da Europa, nas legislativas de 2005, fez a dois dirigentes do mesmo partido muito mediáticos que terão negociado cargos políticos em troca de financiamento ao partido, em que terá estado envolvido um empresário da máfia dos bingos. Não cito nomes para não descer à baixa politiquice, mas basta seguir os links para saber os pormenores.

Há poucos dias foi notícia que noutro partido houve financiamentos parecidos e até foi referida a compra de votos.

Como não há fumo sem fogo, está a compreender-se melhor a afirmação de conhecido político de que a ética e a política são inconciliáveis. Tal maneira de fazer política sem ética, sem princípios, sem normas, não olhando a meios para atingir os fins, eles próprios muito discutíveis, faz lembrar a feira que se efectua duas vezes por semana no Campo de Santa Clara, em Lisboa, não pelo que lá se faz, mas pelo que deve ter estado na origem do nome, Feira da Ladra.

Nestes negócios da política, os cargos não são ocupados por competência mas por corrupção. Os financiadores, com um pequeno investimento, adquirem um tacho onde recuperam, a multiplicar por «n», o que pagaram e, dessa forma, a corrupção vai aumentando em espiral, em prejuízo dos empregados e dos clientes dos empresários e, em consequência, do País.

Com políticos deste jaez, o voto útil é o voto em branco, porque não se deve passar procuração com plenos poderes a gente que não merece confiança.

24/09/2009

A CONFAP E A OPINIÃO PÚBLICA


http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1401637

Apreciem as dezenas de comentários fabulosos que o povo português faz desta notícia. Vale a pena ler! Só quem andava distraído não se apercebia desta situação de conluio CONFAP / PS.
Nada como tentar comprar a opinião pública (pensava a Milu...)

É caso para dizer que o povo português pode ser enganado durante algum tempo, mas quando descobre que o está a ser... fujam da frente!

VOTO PROBLEMA DIFÍCIL DE RESOLVER ?!

Votar em quem?
CM. 24 Setembro 2009 - 00h30

Nenhum partido parlamentar me cativa. Não vou votar PS porque governou mal. Porque exibiu como ministros figuras trágico-cómicas: Jaime Silva, Lino & Pinho e aquele senhor que anda pela Justiça. E porque não se admite um primeiro-ministro com um passado tão dúbio, formal e moral.


Não votarei PSD porque não soube ser Oposição. Porque desuniu em vez de congregar. Porque Ferreira Leite é má demais para ser levada a sério.

Não vou votar no CDS porque não se soube reciclar após a derrota de 2005. É o mesmo Paulo Portas apenas mais embaciado, repisado e cansativo.

Não votarei à esquerda porque BE e CDU são forças conservadoras que só sabem idolatrar o Estado.

Ganhe quem ganhar continuaremos a ser mal governados. Vou votar, mas, por cá, até isso é difícil
.

Carlos de Abreu Amorim, Jurista

NOTA: Oh Sr Doutor, faz muito bem em não se abster, porque isso seria mau sinal acerca da sua dedicação aos problemas dos portugueses. Não ceda à tentação de ficar a pisar o maple em frente da TV e vá votar e, como não vê em nenhuma lista candidata o merecimento do seu voto, da sua procuração com todos os poderes para gerir o País, então siga o conselho que por aí circula, vote em branco, que o mesmo é dizer que não confia neste tipo de cocheiros ou boleeiros que conduzem aos zigue-zagues o coche em que somos levados, para nossa miséria e para o enriquecimento e luzimento deles, dos familiares e dos amigos. Não há ex-político sem-abrigo, mas todos constam nas listas dos mais ricos.


Publicado pelo meu amigo João Soares no Miradouro

VOTO ÚTIL?

Mais uma falácia da «nossa democracia», este apelo de todos os partidos ao «voto útil». Mas, afinal tal voto assim adjectivado é útil a quem? Sem dúvida será útil a cada lista que o pede!!!

Fica assim a dúvida se há votos que não são úteis. Certamente, é essa dúvida que leva à maioria dos eleitores à abstenção: se o voto não é útil, para quê sair do doce aconchego do lar, da família e do ecrã da TV? Confesso que sempre pensei que os votos são todos iguais, sem nome, sem identificação e sem adjectivos, enfim, democráticos.

E quem é que vai na cantiga do voto útil? Os indecisos, os ignorantes, que não conseguem pensar e decidir pela sua cabeça, os indiferentes, os enganados que ficam convencidos de vir a colher benefícios com essa utilidade.

Mas estou convicto de que todo o voto é útil e cada um deve dá-lo, qual procuração com plenos poderes, à lista que lhe merecer total confiança para gerir os interesses colectivos dos portugueses, de Portugal.

Não se passa procuração a pessoa que não nos mereça plena confiança. Esse deve ser o critério da orientação do voto e não o da utilidade para quem o pede, como esmola, para depois colher benefícios à custa do povo, cada vez mais desprezado (excepto durante as arruadas da campanha). Não consta haver ex-políticos sem-abrigo a comer a «sopa do Sidónio». Convém ver a posição de ex-políticos na lista dos mais ricos de Portugal.

Publicado pelo meu amigo João Soares no MIRADOURO