"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

16/11/2009

UMA QUESTÃO DE HONRA!


Uma questão de honra
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo
JN. 091116. 00h30m. Por Mário Crespo

Mark Felt foi um daqueles príncipes que o sólido ensino superior norte-americano produz com saudável regularidade. Tinha uma licenciatura em Direito de Georgetown e chegou a ser uma alta patente da marinha dos Estados Unidos. Com este formidável equipamento académico desempenhou missões complexas no Pentágono e na CIA.
Durante a guerra do Vietname serviu no Conselho Nacional de Segurança de Henry Kissinger. Acabou como Director Adjunto do equivalente americano à nossa Polícia Judiciária. Durante vários anos foi Director Geral interino do FBI. Foi nesse período que Mark Felt se tornou no Garganta Funda.
Muito se tem escrito sobre as motivações de um alto funcionário do aparelho judiciário americano na quebra do segredo de justiça no Watergate. Todo o curriculum de Felt impunha-lhe, instintivamente, a orientação clássica de manter reserva total sobre assuntos do Estado. Hoje é consensual que Mark Felt só pode ter denunciado a traição presidencial de Nixon por uma razão.
Para ele, militar e jurista, acabar com o saque da democracia americana era uma questão de honra. Pôr fim a uma presidência corrupta e totalitária era um imperativo constitucional. Felt começou a orientar em segredo os repórteres do Washington Post quando constatou que todo o aparelho de estado americano tinha sido capturado na teia tecida pela Casa Branca de Nixon e que, com as provas a serem destruídas, os assaltos ao multipartidarismo ficariam impunes. A única saída era delegar poder na opinião pública para forçar os vários ramos executivos a cumprir as suas obrigações constitucionais.
Estamos a viver em Portugal momentos equiparáveis. Em tudo. Se os mecanismos judiciais ficarem entregues a si próprios, entre pulsões absurdamente garantisticas, infinitas possibilidades dilatórias que se acomodam nos seus meandros e as patéticas lutas de galos, os elementos de prova desaparecem ou são esquecidos. Os delitos ficam impunes e uma classe de prevaricadores calculistas perpetua-se no poder.
Face a isto, há quem no sistema judicial esteja consciente destas falhas do Estado e, por uma questão de honra e dever, esteja a fazer chegar à opinião pública elementos concretos e sólidos sobre aquilo que, até aqui, só se sussurrava em surdinas cúmplices. E assim sabe-se o que dizem as escutas e o que dizem as gravações feitas com câmaras ocultas que registam pedidos de subornos colossais. Ficámos a conhecer as estratégias para amordaçar liberdades de informação com dinheiro do Estado. E sabemos tudo isto porque, felizmente, há gente de honra que o dá a conhecer.
Por isso, eu confio no Procurador que mandou investigar as conversas de Vara com quem quer que fosse. Fê-lo porque achou que nelas haveria matéria de importância nacional. E há. Confio no Juiz que autorizou as escutas quando detectou indícios de que entre os contactos de Vara havia faces até aqui ocultas com comportamentos intoleráveis.
E, infelizmente o digo, confio, sobretudo, em quem com toda a dignidade democrática e grande risco pessoal, tem tomado a difícil decisão de trazer ao conhecimento público indícios de infâmias que, de outro modo, ficariam impunes. A luta que empreenderam, pela rectificação de um sistema que a corrupção e o medo incapacitaram, é muito perigosa.
Desejo-lhes boa sorte. Nesta fase, travam a batalha fundamental para a sobrevivência da democracia em Portugal. Têm que continuar a lutar. Até que a oposição cumpra o seu dever e faça cair este governo.

O SENHOR CIDADÃO COMUM...


De Sócrates a Maquiavel
Por Rui Tavares
Não; o primeiro-ministro não é um cidadão comum.
Faz todo o sentido que tenha - no exercício do seu cargo - certos privilégios que os cidadãos comuns não têm. Por isso, ele deve também obrigar-se a certas reservas que os cidadãos comuns não precisam de respeitar. E apenas parte disto está escrito na lei.
José Sócrates foi avisado. Por exemplo, quando processou jornalistas por textos que ele considerava caluniosos. Na altura, a reacção de José Sócrates (persuasiva para alguns dos seus apoiantes) foi: terei eu menos direitos do que o cidadão comum? Não poderei eu processar um cronista que me insulta? Onde está a lei que me veda esse direito?
Em lado nenhum, escrevi eu na altura. É o primeiro-ministro que deve vedar-se a si mesmo esse direito. Desde logo, porque o cronista não o pode processar a ele e porque, mesmo se o pudesse fazer, a assimetria de poder seria sempre gritante. O primeiro-ministro deve ser parcimonioso no uso do seu poder retaliatório contra um cidadão qualquer.
José Sócrates pergunta agora: como é possível que eu tenha sido escutado? Não devem os titulares dos órgãos de soberania estar protegidos por disposições especiais? Não estará isto a ir longe de mais?
A primeira resposta é: aha! O primeiro-ministro não pode querer ser uma pessoa normal (para processar jornalistas) e uma pessoa especial (para ter regras privilegiadas em escutas) ao mesmo tempo. Isso não está na lei, mas está na moral da República; ao contrário das antigas monarquias, a República não dá privilégios gratuitos; com esses privilégios tem de vir uma reserva especial de comportamento, quer ela esteja descrita na lei ou não.
Mas a segunda resposta é: as escutas ao primeiro-ministro devem, sim, ter regras especiais. Ele, enquanto decisor, tem informação privilegiada que deve ser protegida.
As escutas que têm inquietado o país, porém, não são escutas a José Sócrates; são escutas com José Sócrates - escutas nas quais ele aparece. E é fútil argumentar que se as escutas forem inválidas nós devemos fingir que elas não existem. A mente pública não funciona com essa rigidez processualista.
Ao não ter tido a reserva que deveria no momento próprio, José Sócrates passou a imagem de alguém obcecado com a imprensa. E agora estas notícias parecem fazer sentido, muito azar para ele e para todos nós. É grave imaginar que Sócrates tenha conversado sobre um grupo de imprensa com um amigo banqueiro, que tinha nas mãos a torneira do dinheiro que poderia salvar ou não salvar esse grupo de imprensa. É inquietante imaginar que ele soubesse da tentativa de compra de outro grupo de imprensa em Março, quando muitos de nós (eu incluído) o tomámos ao pé da letra quando ele em Junho nos disse que não sabia. E é mais grave e inquietante ainda que sejam notícias baseadas em escutas que não conhecemos, e cuja credibilidade não podemos aferir.
Maquiavel, na Florença do Renascimento, explicou-nos como um governante pode mentir em caso de necessidade.

DÁ PARA PENSAR...


Prostitutos
Talvez nunca se tenha vivido, desde o 25 de Abril, uma atitude de tanto sarcasmo, ironia e desconfiança.
Instalou-se, informalmente, na comunicação social portuguesa um programa de justicialismo cujos resultados estão à vista.
Talvez nunca se tenha vivido, desde o 25 de Abril de 1974, uma atitude de tanto sarcasmo, ironia e desconfiança como aquele que os senhores do poder conseguiram montar contra o sistema judiciário.
Por mais esforços que centenas de polícias, de procuradores e de juízes possam fazer para entregar dignidade à sua profissão, a traficância de informação entre gente que vive no meio judiciário, na comunicação social e na política tornou-se num verdadeiro prostíbulo.
Uma realidade sórdida onde os diferentes actores políticos procuram contaminar a Justiça.
Um mundo sinistro de personagens sinistras do sistema judiciário que libertam informações, ou meias informações, verdades, ou meias verdades, condicionando a vida pública e política.
Por outro lado, a comunicação social mistura, tempera, agita, coloca em lume brando, notícias apocalípticas que, em lume brando, desfazem vidas, destroem a honra e o carácter dos visados.
O segredo de justiça já não passa de um arroto.
A falta de decisão judicial em vários processos arrasta-se e arrasta Portugal para a lama.
A pretensa moralidade de comentadores comprometidos ou avençados tempera o resto.
Quando o País se torna governável à luz do boato ou da notícia do dia, deixou de haver Governo, deixou de haver Oposição, deixou de haver política na sua maior nobreza para emergirem graves personalidades, botando discurso beato sobre a intriga, desleixados das suas obrigações.
Governe quem deve governar. Faça Oposição quem a deve fazer. Investigue quem tem competência para investigar.
Mas, sobretudo, é preciso que ganhem vergonha na cara e cumpram as suas obrigações para com o País.
É para isso que lhes pagamos. E, já agora, que a justiça seja séria e julgue, em vez de mandar julgar na praça pública.
A mediocridade já foi longe demais, cheira a podre e a indignidade.
Não é com esta prostituição moral que o País sairá da crise.

Francisco Moita Flores, Professor Universitário

A anedota da semana...

Nos EUA fabricaram uma máquina que apanha Ladrões.

Testaram-na em Nova York:
em 5 minutos apanhou 1.500 gatunos;

Levaram-na para China:
em 3 minutos apanhou 3.500;

Na África do Sul:
em 2 minutos apanhou 6.000 gatunos;

Trouxeram-na para Portugal:
num minuto, roubaram a MÁQUINA!

15/11/2009

A FACE OCULTA DA CORRUPÇÃO!

Se a justiça falhar na sua missão de punir ou absolver rapidamente os arguidos, pode estar em causa o regime democrático. O processo denominado Face Oculta diz respeito a uma alegada rede de gestores para conseguir contratos em várias empresas participadas pelo Estado. No mandado de busca ordenado aos vários arguidos, o Ministério Público e a Polícia Judiciária falam de uma alegada "rede tentacular" que, a troco de vantagens patrimoniais e não patrimoniais, terá exercido a sua influência junto de titulares de cargos governamentais e políticos, titulares de cargos de direcção com capacidade de decisão ou com acesso a informação privilegiada no sentido de favorecer um grupo de empresas, pertencentes ao arguido Manuel Godinho, entretanto preso preventivamente.
Numa ocasião em que se tornam mais visíveis as redes de corrupção e tráfico de influências, há muito instaladas e prosperantes na administração central, local e empresas do Estado, contam-se pelos dedos das mãos os políticos ou os gestores que têm denunciado às autoridades judiciárias esses desmandos. Saliente-se, como exemplo, a conduta do presidente da Câmara do Porto ao denunciar um engenheiro da câmara que, alegadamente, exigia centenas de milhares de euros em troca de favorecimentos num concurso público. Fica o exemplo de quem impõe princípios de rigor e ética na relação entre o poder político e os poderes económicos. Por isso, são muitos os que têm reclamado leis mais severas para a corrupção e a retoma de algumas medidas propostas pelo ex-deputado João Cravinho , como por exemplo:
- Criminalização do enriquecimento ilícito;
- Fim da distinção entre corrupção para acto lícito e ilícito;
- Criação da medida de coacção de apreensão de bens, quando existem fortes indícios de que o património do arguido é manifestamente superior aos seus rendimentos;
- Formação de uma comissão de prevenção da corrupção, a funcionar junto da Assembleia da República.
O objectivo será tornar mais eficaz a actual lei que parece desajustada à realidade, enfraquecendo a capacidade de resposta do sistema penal, face à complexidade deste tipo de crime. Sabendo-se como se sabe que muita da corrupção surge através de "favores" e "prendas" a quem trabalha na esfera pública e tem poder de decisão, importa levar a cabo, nesta matéria, medidas concretas de proibição destas práticas, criminalizando-as.
É suposto que os partidos procedam a uma fiscalização pública permanente das actividades governamentais e administrativas locais, forçando os detentores do poder e decisão a conter-se e a explicar-se. Mas, os partidos, sobretudo a nível autárquico, transformaram-se em oligarquias impedindo a comunicação imediata e fecunda entre governantes e governados, começando a monopolizar em seu proveito os benefícios do poder. O combate à corrupção pertence a todos os portugueses. Por isso, é urgente que todos os cidadãos pugnem decididamente pela exigência da ética e transparência na vida política, sobretudo nos sectores onde tem sido mais visível a sua ausência. A Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) publicou um Código de Ética Empresarial com o objectivo de pugnar pela luta activa contra todas as formas de corrupção "eliminando qualquer forma de pagamentos, favores ou cumplicidades no sentido de obter vantagens ilícitas, tendo particular atenção a todas as formas subtis de corrupção, como, por exemplo, as ofertas ou recebimentos de clientes e/ou fornecedores". O referido código abrange matérias como "a ética pessoal e profissional", "obrigações éticas na acção empresarial" e "transparência da actuação das empresas". Será que os responsáveis pelas empresas do Estado e das autarquias estão dispostos a aderir aos valores e princípios contidos neste documento e a procurar a aplicá-los e divulgá-los?
A face visível da corrupção em Portugal, a nível da sua amplitude, ainda estar por estudar, mas, a avaliar pelo que se vai conhecendo e atento o seu carácter tentacular, tudo leva a crer ser de grandes proporções. Se a justiça falhar na sua missão de punir ou absolver rapidamente os arguidos, poderá estar em causa o regime democrático. Foi com este tipo de sociedade, de fraude, corrupção e clientelismo político, que a 1ª República deu causa a uma ditadura de quase 40 anos.
Os portugueses esperam que o processo Face Oculta, a correr termos na investigação criminal, dê lugar à "Face Visível" da corrupção e os culpados, se os houver, sejam devidamente censurados pela opinião pública e punidos pela justiça.
Narciso Machado – 20091113, Juiz desembargador jubilado

QUEM NÂO QUER SER LOBO NÃO LHE VESTE A PELE...



A PIADA DO MOMENTO EM PORTUGAL...

Um grande empresário português marca uma audiência com José Sócrates, na Residência Oficial do Primeiro-Ministro.
Enquanto aguarda, encontra Armando Vara que o recebe com muitos abraços.
Quando é recebido pelo Primeiro-Ministro, sente falta da carteira e resolve abordar o assunto com o PM:
- Não sei como lhe hei-de dizer, Senhor Primeiro-Ministro, mas a minha carteira acabou de desaparecer!
E continuou:
- Tenho a certeza de que estava com ela ao entrar na sala de espera. Tive o cuidado de a guardar bem, após apresentar o BI ao segurança. Não quero fazer nenhuma insinuação, mas a única pessoa com quem estive depois disso foi o Dr. Armando Vara, que está aqui na sala de espera ao lado.
O Primeiro-Ministro retira-se do gabinete. Pouco tempo depois, regressa com a carteira na mão.
Reconhecendo a sua carteira, o empresário comenta:
- Espero não ter causado nenhum problema pessoal entre o Senhor Primeiro-Ministro e o Dr. Armando Vara .
Ao que José Sócrates responde:
- Não se preocupe! Ele nem percebeu!...

PETIÇÃO CONTRA A FOME

Este "post" foi copiado do blogue da nossa amiga Manuela do Blogue Sustentabilidade não é Palavra É Acção.
Sei que a amiga Manuela ficará feliz por ver aqui o seu post dada a importância do tema, agradecerá ainda mais, se cada um de nós não só assinar a petição (eu asinei duas vezes, basta ter mais que um e-mail) mas também a divulgue.
Ajude! Podemos pelo menos tentar que morrem menos pessoas vítimas de fome.

"Nas vésperas da Cimeira Mundial sobre Segurança Alimentar, a decorrer entre 16 e 18 de Novembro, em Roma, a FAO apelou a uma greve de fome mundial para alertar contra a fome crónica e a ausência de medidas concretas na resolução do problema. O director-geral da organização, Jacques Diouf, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, levam hoje a cabo as suas 24 horas de greve. Foram feitos apelos directos no mesmo sentido aos líderes mundiais e à população em geral, para que adira ao protesto hoje ou amanhã. Paralelamente foi lançada uma petição online, que está disponível aqui:"



Uma criança morre de fome a cada seis segundos. Mil milhões de pessoas vivem em situação de fome crónica. Se acha que que esta situação é inaceitável, faça a sua voz ser ouvida, assine esta petição e divulgue.
Seja humano!

Publicado por Fernanda Ferreira no Blogue Sempre Jovens.

12/11/2009

A "FACE OCULTA" DA IGNORÂNCIA!!!

Respigado do Blogue "Democracia em Portugal:

Democratizado por Tiago Carneiro.
1 comentários democráticos
Etiquetas: Armando Vara virá, Corrupção;Tachos;Compadrios;Jobs;
Vejam.
Armando Vara, melhor, o Dr. Armando Vara, um turbo-licenciado à pressa na Independente (apenas 2 dias antes de assumir a direcção na CGD) no mesmo tempo de Sócrates, pede a "suspenção" do seu mandato (e não a suspensão)!

10/11/2009

QUAL CRISE ENERGÉTICA?



Tem sido sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil e, como tal, as suas resevas são limitadas e durariam, no máximo,até cerca de 2060!
É nesse sentido que se fala que o pico petrolífero já fora alcançado no passado e, dessa forma, iríamos ao encontro de uma crise energética.
E se assim não acontecesse, o que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil?
Se isso for verdade nunca haverá o chamado pico petrolífero e não haverá jgualmente nenhuma crise energética!
Os russos têm ultimamente feito pesquisas sobre esta assunto, começando-se agora a falar com insistência no petróleo abiótico (não fóssil).
Descobriram-se lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan corroborando, de alguma forma, as pesquisas feitas como resultado das extracções efectuadas a mais de 13 Kms de profundidade.
As reservas de petróleo que já deveriam estar vazias desde os anos 70 voltaram novamente a encherem-se por si mesmas. Isto só aconteceu e só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra. Tal acontece por ele ser originado através de reacções anorgânicas e não pela decomposição de organismos mortos, como era geralmente aceite até há pouco tempo atrás.
Em laboratórios foram criadas condições semelhantes aquelas que predominam nas profundezas do planeta e foi possível produzir metano, etano e propano.
Por outro ladoo petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão "fresco" no solo até hoje!
Os russos, como disse anteriormente, dominam por completo a complexa técnica deperfuração das profundezas da Terra e, assim, provaram ser falsa a explicação dos geólogos ocidentais.
Nos anos 40 e 50 descobriram até com alguma surpresa que as reservas petrolíferas se reenchiam por si próprias e de baixo para cima. Chegaram pois à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para a superficíe onde se acumula.
No último ano a Rússia ultrapassou a extracção do até agora maior produtor mundial, a Arábia Saudita!

Então pergunta-se:
  • Porquê se fala tanto na crise energética?
  • A quem interessa tal ficção?
  • Em que medida isto pode afectar o Meio Ambiente?
E, como Alguém Amigo costuma dizer, "nada disto acontece por acaso"!!!!

TERAPIA DO ELOGIO - UMA VERDADE A SER SEGUIDA!





TERAPIA DO ELOGIO
Arthur Nogueira (Psicólogo)

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros.


Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afectado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.


Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas poderá fazer feliz elogiando-as de alguma forma?
Comece agora!