
http://aeiou.visao.pt/um-rasto-de-hortela=f546518

http://jornal.publico.clix.pt/noticia/20-12-2009/relacao-confirma-envolvimento-de-ricardo-rodrigues-com-gang-internacional-18453719.htm
NOTA:

O PALHAÇO ( JN de 14Dec2009)
A Marinha russa denuncia que os EUA criaram o terramoto do HaitiLili Marlene foi escrita durante a 1.ª Guerra Mundial, por Hans Leip, do Exército Imperial Alemão. Em 1938 Norbert Schultze compôs uma melodia para a letra de Leip, e a canção foi gravada pela cantora Lale Andersen.Durante a ocupação da Iugoslávia pelas tropas nazistas em 1941, o programador da Rádio Belgrado tocava com freqüência Lili Marlene, por absoluta falta de outros discos nas prateleiras da emissora.
O ministro da propaganda Joseph Göbbels não gostou da canção e ordenou que saísse do ar; mas a Rádio Belgrado era captada em toda a Europa, e tanto alemães quanto soldados aliados se encantaram com a história da garota sob a luz... O general alemão Rommel permitiu que a rádio transmitisse a canção, que se tornou a assinatura da emissora, sendo executada todos os dias às 21:55, antes de sair do ar.A popularidade de Lili Marlene cresceu tanto que foram escritas versões em várias línguas.
A atriz americana Marlene Dietrich interpretou-a diversas vezes por toda a Europa e norte da África, por três anos.
Publicado no Blogue "Grey noise" pelo Amigo Claudio

NOTA: Certamente, na lógica da classificação de «um profissional impreparado» Sócrates deve de imediato obrigá-lo a frequentar as «novas oportunidades» a fim de adquirir a preparação que lhe falta! O facto de ter sido professor na Independente não representa saber e competência, e nisso Sócrates sabe muito bem como é, pois bem viu aquela «universidade» quando lá foi aluno exemplar.
Publicado No blogue “do Miradouro”, pelo Amigo João
"Sem imprensa livre nenhum combate pode ser ouvido". Quem o diz é a organização internacional não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF), fundada em 1985 pelo francês Robert Ménard. Exemplos onde existe imprensa livre são cada vez menos, como convém aos donos do poder.
Orlando Castro