"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

14/06/2010

REMÉDIOS, GENÉRICOS E SIMILARES


Basta digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e os similares de todas as marcas, com os respectivos preços em todo o Território Nacional. Façam bom uso!
http://www.consultaremedios.com.br/

13/06/2010

IMAGINAÇÃO CRIATIVA




















O Ser humano é bastante criativo e nas imagens agora apresentadas podemos ver isso mesmo, pois de elementos muito simples conseguem-se criar pequenas peças algumas até bem artísticas.

E-mail enviado pela Amiga Mariazita

12/06/2010

E agora nós?


Com José Sócrates a realidade não existe. Existe sim uma atitude valorativa sobre o que supostamente se está a fazer

O país vive uma situação de impasse político. Há um sentimento de fim de ciclo. Simplesmente tudo indica que desta vez a solução não nos vai cair do céu como anteriormente sucedeu.
Durante o século XX os militares resolveram-nos estes bloqueios: 5 de Outubro de 1910, 28 de Maio de 1926, 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975 não correspondem, como gostamos de pensar, a momentos de viragem na sequência dos protestos inflamados do povo português. Estas datas são sim ocasiões em que os militares, com maior ou menor articulação com líderes civis, organizaram com sucesso golpes que instituíram novas situações políticas às quais os portugueses aderiram com desigual entusiasmo mas invariavelmente com uma sensação de alívio por alguém ter resolvido uma situação que politicamente parecia agonizante. Arrumados os militares nos quartéis após o 25 de Novembro de 1975, transferimos para a então CEE essa responsabilidade de fazer de nós aquilo que achamos que devemos ser.

Talvez por vivermos à beira do oceano, paramos no momento de dar o passo decisivo, mas se alguém o der por nós e mostrar que temos pé então corremos entusiasmados e logo identificados com a nova situação. A última vez que isto sucedeu foi aquando da queda do governo de Santana Lopes, que nenhum português sabe explicar ao certo porque foi afastado por Jorge Sampaio. Neste momento quase que se implora que Cavaco Silva faça o mesmo a Sócrates, e admitindo os produtores de tal clamor que Cavaco não o faça já, para não comprometer a sua eleição, determinaram que tal terá de ocorrer em 2011, numa espécie de crónica duma morte anunciada da liderança de José Sócrates. Não só não me parece que Sócrates se deixe assim neutralizar, quiçá comovido com a gentileza do pré-aviso, como tal não é saudável para a democracia.

O Governo tem legitimidade democrática. Foi eleito e nem sequer por tão poucos votos quanto isso: mais de dois milhões de portugueses, em Setembro de 2009, escolheram Sócrates para primeiro-ministro. Entre outras razões porque preferem que à frente do Governo esteja alguém que não só não lhes diz que vai fechar escolas porque não há dinheiro para as manter abertas mas sobretudo que apresente esse encerramento, muito questionável pedagogicamente para turmas com 20 alunos, não só como uma decisão que visa" combater o insucesso escolar" mas ainda como algo que seria "criminoso" não fazer. Com José Sócrates a realidade não existe. Existe sim uma atitude valorativa sobre o que supostamente se está a fazer. Por isso não se estão a fechar escolas mas sim a combater o insucesso escolar. E as leis, entendendo por leis a catadupa de decretos mal-amanhados que ninguém sabe o que determinam nem quando entram em vigor - e o que não se sabe ou se vai sabendo entre declarações contraditórias e sucessivas tanto pode versar as retenções do IRS como o sistema de passagem do 8.º para o 10.º ano -, não são corrigidas. Estão sim a ser aperfeiçoadas, entendendo-se logo, à partida, que se trata duma progressão na escala da perfeição e não da correcção de disparates rotundos. Enfim, mais de dois milhões de portugueses gostaram deste homem para quem a mentira se chama inverdade.
Agora que um factor externo, a crise, nos impõe não uma mudança de situação política, como aconteceu no passado, mas sim que enfrentemos a realidade, Sócrates, o homem que "zipava a realidade como se esta fosse um ficheiro demasiado pesado, tornou-se um embaraço para o seu próprio partido, num tempo em que a realidade se tornou um excesso. Tanto o PS como o PSD gostariam que Sócrates saísse de cena. Divergem PS e PSD nos motivos mas concordam na excelência do método: o ideal seria que Sócrates desaparecesse através duma qualquer intervenção que não só não os comprometesse como até os favorecesse politicamente. Ora isso só pode acontecer de duas formas: demitindo-se José Sócrates, invocando de preferência razões pessoais, ou por intervenção do Presidente da República. Quer uma opção quer outra são quase tecnicamente impossíveis: Sócrates não se demite não só porque não está na sua natureza fazê-lo mas também porque não se vislumbra um convite para um cargo que justificasse tal saída e sobretudo porque o primeiro-ministro intui que após a sua saída do Governo dificilmente pode contar com a solidariedade institucional duma futura liderança do PS em relação ao muito que haverá para explicar sobre as decisões deste e do executivo anterior. Quanto a Cavaco Silva, este não só tem um entendimento muito diverso do de Jorge Sampaio sobre o que são os poderes presidenciais como não ignora que seriam enormes os custos políticos que pagaria por derrubar um governo do PS, partido que olha para a Presidência da República como um espaço naturalmente seu: os principais beneficiários com uma destituição de Sócrates, o PS e o PSD, seriam os primeiros a questionar a legitimidade do Presidente.
A 10 de Junho de 2010, os portugueses, do povo aos líderes, vivem constrangidos perante a crescente evidência de que desta vez terão de assumir o que querem, deixando de ficar à espera que alguém, a quem depois chamam libertador, lhes entregue uma nova situação pronta a festejar.


Helena Matos Ensaísta

11/06/2010

COMO ACABAR COM A DESERTIFICAÇÃO DO INTERIOR


A criação de polos no interior com boas condições de vida levaria a que as pessoas aí se radicassem em vez de irem para as grandes cidades. por outro lado levaria os jóvens licenciados a procurar aí o seu emprego.Não gastando enormidades em TGV's, autoestradas desnecessária, pontes, aeroportos que poderiam esperar melhores oportunidades e com esses dinheiros procurarem desenvolver em diversos níveis esses polos, conseguiriam consolidá-los. Com isso poupavam-se muitas autarquias (e centenas de autarcas) desnecessárias e os dinheiros dessa poupança reverteriam em melhoramentos dos polos em causa. Uma regionalização bem planeada encontraria aí o seu principio para um Portugal mais homogéneo e mais produtivo.Esses polos poderiam incentivar a agricultura, a indústria, etc.,etc. e com isso inverter a ida para as grandes cidades que já não comportam mais população. Diminuiria o desemprego e com tais medidas evitar-se-iam os custos que tal concentração acarreta (subsidios de desemprego, construção de bairros económicos, construção de cidades satélites que não passam de dormitórios, aumento de infraestruturas de apoio, aumento dos meios de transporte urbanos, etc.)
Por outro lado, segundo o meu Amigo João falta a nível governamental essa estratégia de desenvolvimento económico do todo nacional. No interior, além de minas e outras explorações de recursos locais (os espanhóis entraram em Trás-os-Montes para explorar granito), a agricultura, floricultura e pecuária e indústrias com elas relacionadas, poderiam estar mais desenvolvidas. Mas, com se disse anteriormente, há factores que não contribuem para esse desenvolvimento, por exemplo, a falta de técnicos, desde há muitas dezenas de anos, no interior. O agricultor e o industrial, no interior, andam desinformados sobre a melhor forma de desenvolverem as suas actividades. As escolas técnicas que contribuíam para o desenvolvimento prático da população desapareceram e as escolas normais nada ensinam de prático e realmente útil para tais efeitos. Nota-se no interior, com mais gravidade, o mal do País, as autarquias são o que todos nós sabemos. Por erros culturais, que as escolas não têm combatido, cultiva-se atavicamente o «nivelar por baixo» dificultando a vida a quem pretende fazer algo de bom e diferente. Por tudo isto não é fácil combater a desertificação do interior, pelo que do interior as pessoas mais válidas migram para o litoral e para o estrangeiro à procura daquilo que não encontram localmente. No entanto, dentro o espírito que atrás referi,têm-se instalado no Alentejo, voluntariamente, famílias estrangeiras que têm conseguido uma vida desafogada, com actividades menos vulgares e bem remuneradoras. Podiam servir de exemplo a portugueses, mas a nossa cultura da ignorância tradicional impede que façamos experiências que depois de analisadas mostram serem rentáveis. As aldeias com pouca gente em cada uma, aglutinadas nesses polos populacionais, devidamente apetrechados, em cada concelho, dariam a todos boas condições de vida e permitiriam que as suas crianças aí estudassem. Desta forma o encerramento das escolas agora previstas não iriam aumentar a desertificação que ora se verifica. Por todo o mundo civilizado estas medidas estão a ser equacionadas com bons resultados, porquê então nada se faz por cá nesse sentido? Talvez porque isso obrigaria os governantes a pensar coisa que duvido saibam fazer...
A verdade é que os políticos carecem de inteligência bem exercitada para fazer planos coerentes e realistas. Aqueles que parecem ser criativos, não são praticantes. Não têm capacidade de concretização. Pelo menos os resultados mostram que assim é. E, para cúmulo, cercam-se de assessores que apenas servem para elogiar os chefes em vez de suprirem as suas incapacidades, não passando de uns "Yes Men"!

Talent’s no Reino Unido



Algo de muito espectacular a merecer toda a nossa atenção!

http://www.youtube.com/watch?v=49cU7gtPIzM

08/06/2010

A VIDA CONTINUA AOS OITENTA ANOS!!!

Há jóvens velhos e idosos muito jóvens!

Neste post é o segundo caso que se verifica, pois uma senhora com oitenta anos vai concorrer aos "Talentos" no Reino Unido e mostra claramente o seu bom espírito jóvem e uma presença extraordinária em palco.

Abram o link abaixo e apreciem

http://www.youtube.com/watch?v=lPedEAVkXjY&feature=player_embedded

Oração das Mulheres Resolvidas


Que o mar vire cerveja e os homens aperitivo, que a fonte nunca seque, e que a nossa sogra nunca se chame Esperança, porque Esperança é a última que morre... Que os nossos homens nunca morram viúvos, e que os nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas! Que Deus abençoe os homens bonitos, e os feios se tiver tempo...

Deus... Eu vos peço sabedoria para entender um homem, amor para perdoá-lo e paciência pelos seus actos, porque Deus, se eu pedir força, eu bato-lhe até matá-lo.

Um brinde... Aos que temos e aos que tivemos. Um brinde também aos namorados que nos conquistaram, aos trouxas que nos perderam, e aos sortudos que ainda vão conhecer-nos!
Que sempre sobre, que nunca nos falte, e que a gente dê conta de todos!
Amén.

P.S.: Os homens são como um bom vinho: todos começam como uvas e é dever da mulher pisá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia para o jantar.

Júlio Machado Vaz

Enviado por E-mail pela Amiga Marizita

Ou mudamos de vida ou a vida nos muda

Perceber como gastam os impostos aqueles que passam cheques visados pelo contribuinte é uma espécie de filme de terror. O Governo britânico anunciou um pacote de diminuição dos gastos públicos. Por cá opta-se pelo mais fácil: subir impostos. Mas não existem impostos capazes de sustentar uma administração pública, a portuguesa, que gasta o que não tem no que não deve. Consulte-se, por exemplo, o portal disponibilizado pela Associação Nacional para o Software Livre que dá conta do universo dos ajustes directos. É um mundo que pode ir dos 784 mil euros gastos em agendas por municípios, empresas públicas e institutos, nos anos de 2008 e 2009, aos 123 mil euros gastos pela EPAL em cabazes de Natal ou à decisão inexplicável do Governo Regional dos Açores de substituir-se aos partidos e encomendar um estudo de opinião sobre a Conjuntura sociopolítica nas ilhas de São Miguel e na ilha Terceira, por sete mil euros.

Os ajustes directos do Estado são os trocos da despesa feita com o dinheiro dos contribuintes. Mas são trocos que já nos levam 1,2 por cento do PIB. Perceber como gastam os nossos impostos aqueles que passam cheques visados pelo contribuinte é uma espécie de filme de terror para qualquer cidadão que não se dedique a falsificar dinheiro ou a uns quaisquer tráficos: são milhões de euros desperdiçados em compras e encomendas ordenadas por serviços que muitas vezes eles mesmos só não foram extintos porque não houve coragem política para tal, como é o caso dos governos civis e de muitas juntas de freguesia. Provavelmente para fazerem prova de vida, estes serviços editam revistas, boletins, separatas e brochuras que, além de divulgarem a fotografia do senhor presidente, não se entende para que servem ou sequer se alguém as lê para lá do restrito círculo dos seus colaboradores. Por exemplo, fará sentido que o Governo Civil de Lisboa edite a revista Pessoas e Territórios, a Área Metropolitana de Lisboa as revistas Metrópoles e Estuarium, publicações que, como nunca vi, não sei se abrangem as mesmas temáticas da revista editada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo - CCDR LVT? Sendo que as ditas publicações nos idos de 2009 nos custaram 253 mil euros!

A falta de senso é tal que até a Direcção-Geral das Contribuições e Impostos acha conveniente adquirir pastas e esferográficas no valor de mais de seis mil euros "para a formação". (Os ecopontos devem estar atulhados com estas pastas que se produzem a troco de tudo e de nada, neste país!) Já a autarquia lisboeta afectou 57 mil euros à pintura duns símbolos de bicicletas no alcatrão dumas ruas por onde nunca passou bicicleta alguma. E se passou ignorou olimpicamente os ditos bonecos, deslizando pelos sítios do costume, tanto mais que os símbolos se sumiram quase à velocidade a que se contam 57 mil euros.

Mas o ex-líbris deste universo é o brinde que é de borla para todos menos para quem o paga: a conta com os ditos brindes registados neste portal ultrapassa o milhão e meio de euros, entre 2008 e 2009. Sendo difícil descortinar o que levou a Casa Pia, em 2008, a afectar mais de 53 mil euros à "aquisição de brindes para a Feira da Juventude", tenho de reconhecer que o município de Loulé é um caso digno de estudo em matéria de brindes: em Outubro de 2009, o dito município achou oportuno despender 54.965 euros em brindes, sendo certo que já em Julho do mesmo ano afectara quase 19 mil euros à mesma rubrica. Mas não acaba aqui a relação de Loulé com os brindes: tudo somado, durante 2009 o município de Loulé gastou 122 mil euros em brindes. Convenhamos que é muito brinde!

Note-se que esta contabilidade dos brindes não inclui o Carnaval, festividade que deixa de ter qualquer graça quando se percebe que, entre 2008 e 2010, nos custou mais de dois milhões de euros. A parte do leão das despesas carnavalescas, ou seja, um milhão, vai para os carros alegóricos, mas a despesa carnavalesca de que não me consigo libertar são os 73 mil euros gastos em "saquinhos (almofadas anti-stress) de arremesso" que o município de Loulé comprou no ano de 2009. Menos entendo que a Contratação dos serviços do actor Angélico Vieira, para Rei do Carnaval (desfile), em Vila Real de Santo António nos tenha ficado em mais de 16 mil euros. Quero crer, aliás, que estes números estão errados, pois ao que constato fazer desfilar uma escola de samba custa-nos 20 mil euros, embora se a dita escola fizer aquilo que os contratos definem como "trabalhos especializados" a conta suba para 23 mil. Enfim, é Carnaval, ninguém leva a mal, mas as contas essas é que nos colocam em constante Quaresma.

Esta vocação para festeiro de um Estado que cobra impostos em nome do social está patente nos mais de 18 milhões de euros gastos em espectáculos nos anos de 2008 e 2009. Os municípios tornaram-se os grandes clientes dos artistas e, sem pretender discutir questões de gosto, tenho sérias dúvidas que uma autarquia, no caso a de Santarém, deva gastar mais de 260 mil euros para contratar um cantor, mesmo que esse cantor seja José Carreras. E embora o tango tenha recentemente ganho contornos políticos inusitados em Portugal, os 275 mil euros pagos em 2008 pelo município de Lagoa por um espectáculo de tango são difíceis de entender, seja qual for o ritmo.

Exemplos não faltam. Basta ir procurá-los a http://transparencia-pt.org/ . Meia hora de pesquisa é suficiente para concluir que ou conseguimos que a administração pública ganhe juízo ou então só nos resta dedicarmo-nos ao espiritismo e colocarmos o Alves dos Reis na Casa da Moeda. Creio que já estivemos mais longe.

Helena Matos Ensaísta

PENSAMENTO DO DIA


"Não podemos esquecer que os professores de todo o mundo estão a adoecer colectivamente.
Os professores são cozinheiros do conhecimento, mas preparam o alimento para uma plateia sem apetite.
Qualquer mãe fica um pouco paranóica quando os seus filhos não se alimentam.
Como exigir saúde dos professores, se os seus alunos têm anorexia intelectual? "

Augusto Cury

06/06/2010

A RAÇA DO ALENTEJANO!


Como é um alentejano? É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho...
E também não é bem judeu, nem bem cigano. Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.

Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas;
dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos;
dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós;
dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto;
e dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.

O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.
Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano. Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus. Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.

Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que
«as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».
E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?
Era um descanso...