"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

19/10/2010

Ex-primeiro-ministro islandês julgado por causa da crise


Se em Portugal se procedesse assim acabaria de vez este "carnaval" em que vivemos. Há que responsabilizar quem nos governa ou (des)governa!!!
Vejam os links abaixo

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1673579

http://www.vidanaislandia.com/files/e3deb4d0516347de5d965573def3dcb8-276.html

17/10/2010

Mais um BIG BROTHER???


Cuidado com o Cartão de Cidadão

Há cerca de um mês, o meu Bilhete de Identidade caducou e passei a ser portadora do Cartão de Cidadão. No momento do levantamento deste, na Loja do Cidadão, fui confrontada com cuidados mais complexos do que os até então utilizados para o levantamento de BI (entrega ao próprio, identificação pelas impressões digitais dos indicadores direitos e esquerdos, assinatura presencialmente da recepção).

Perante o avolumar de falsificações de documentos a que hoje se assiste, todos estes cuidados pareceram-me correctos.

Apercebi-me, contudo, que o cartão contém diferentes informações não visíveis (que me dizem respeito) e às quais só tenho acesso com um leitor de cartões. Aparelho que o comum dos mortais não possui. Refiro-me concretamente a todas as informações recolhidas nos documentos que este novo cartão congrega: direcção, freguesia, data de validade?

Há 3 dias tive de me deslocar a Lisboa e pernoitar num Hotel. Aí pediram-me o BI. Obviamente, apresentei o meu novo Cartão do Cidadão.

Qual não foi o meu espanto quando percebi que o jovem que me atendeu colocou o meu cartão de Cidadão num leitor de cartões e, num segundo, teve acesso a mais informações sobre mim do que eu própria!!! (foi ele mesmo que me disse que até via data de validade, que eu ainda não sei qual é!!!!!)

Meus amigos, isto faz algum sentido?

Então, têm todos os cuidados para entregar o cartão ao próprio cidadão e depois qualquer sujeito privado ou público tem acesso a esses dados? Deixam omissas informações que depois qualquer pessoa tem acesso desde que tenha um leitor? Então o leitor de cartões não está acessível exclusivamente a organismos públicos? Para que diabo é que um serviço privado, como um hotel, tem acesso à minha vida toda?

Onde está o direito à não invasão da minha privacidade?

Todos estes dados, em conjunto, permitem o acesso a outras informações da minha vida pessoal e profissional, através da internet. Ex: a página pessoal de qualquer funcionário público.

Que raio de prevenção contra a falsificação de documentos é esta?

Será que ninguém percebeu ainda que, assim, a cópia da identidade de alguém se torna simples e eficaz? Basta roubar um simples documento.

O complicador é só ter um chip? Mas alguém acredita nisso?

Cá por mim, nunca mais apresento o cartão de Cidadão em lado nenhum.

A carta de condução (que também é um documento identificativo) vai passar a servir muito bem.

Nota:
Segundo a informação que me foi fornecida, todos os Bancos terão leitores para poderem comprovar dados e, nós, os particulares, podemos também comprar um leitor o que em transacções futuras, com o Estado, servirá de assinatura digital.
Desconheço a veracidade desta informação que me foi enviada por email pela minha Amiga Lúcia Candeias mas, de qualquer forma, é melhor prevenir do que remediar… Pois cada vez mais estamos a ser “vasculhados” sem saber qual os efeitos que isso possa trazer para nos manipularem e nos escravizar!!! Será por isso que pretendem acabar com o BI militar???
Pessoalmente como tenho os BI’s vitalícios vou-os mantendo…



15/10/2010

NÃO HÁ MESMO VERGONHA!!!

Editorial Jornal de Negócios

É um acordar violento. Uma sova de 19 murros no estômago, tantos quantas as medidas apresentadas ontem. Os políticos falharam-nos. O Governo errou. Sócrates mentiu. Mas ontem isso acabou. Agora nós.
Nós. Nós não temos crédito nem temos credibilidade. É criminoso ter esperado tanto tempo para assumir o problema. Porque agora a cura é mais dura. É um corte profundo, a sangue frio.

Portugal vai iniciar um novo ciclo recessivo. Economia em queda, falências, desemprego, tudo o que esconjurámos. Os aumentos do IVA, os limites das deduções fiscais, os congelamentos das pensões transferem a crise dos desempregados para os empregados. Mas não havia alternativa. Não hoje. Não depois de dois anos perdidos sem fazer contas e a fazer de conta, para ganhar umas eleições e não cair noutras.

Ontem, Sócrates não caiu em si. Ontem, Sócrates caiu de si. Da sua pose impossível, que em vez de inspirar um optimismo reprodutivo transmitiu um irrealismo consumista. Este não é o Orçamento de Sócrates, é o Orçamento de Teixeira dos Santos. Foi o ministro das Finanças quem ontem governou. E só temos a desejar que continue a sê-lo. Porque este pacote acalma os mercados, mas não os faz retroceder de supetão. É preciso que o Parlamento aprove estas medidas, que o PSD obviamente viabilizará, com mais ou menos negociação. E é preciso concretizar as medidas e obter resultados.

Este ano estamos safos. A Portugal Telecom não paga um cêntimo de impostos pelo fabuloso lucro da Vivo, mas paga 750 milhões de euros para tapar o seu fundo de pensões e transferi-lo para o Estado, salvando o défice de 2010. A receita extraordinária de outros tempos, que funciona como antecipação de receitas. O Governo tentara com a banca, mas sem sucesso. Conseguiu com a PT.

É talvez falta de imaginação: receitas extraordinárias de um lado, aumento de IVA do outro. Mas há também o que nunca houve: a redução média de 5% da massa salarial na Função Pública. É quase como perder o subsídio de Natal a partir do próximo ano, mas em prestações mensais. Os funcionários públicos foram sacrificados por causa da incompetência acumulada e consecutiva dos seus gestores, sempre de cima para baixo. Mas só havia outra alternativa: cortar nas pensões. Era pior.

Nos próximos dias, milhares de economistas, comentadores e políticos desfilarão a glória de terem dito que assim seria: eis o Armagedão. Sim, foram milhares. E isso de nada serviu. Hoje somos um país falido. Mas não somos um país falhado. Porque apesar de tanta incompetência governativa, de tanta corrupção, nepotismo, grupos de interesse, de tantos escândalos silenciados, organizações subsidiadas, estranhos financiamentos partidários, mordomias e regalias, ineficiências e má gestão, temos outras coisas de que nos orgulhar. Sobretudo as que não dependem do Estado. Casos de inovação, exportação, investimento, descoberta.

Sim, é um acordar violento. Isto não é o princípio de um pesadelo, é o fim de um sonho. Sem pradarias nem trevas, apenas os pés no chão. O que fazer? Dizia ontem o ministro das Finanças: "estamos todos juntos nisto." Nestas alturas, somos sempre todos iguais. Eles contam connosco. E nós não contamos com mais ninguém.

Mãos à obra. Eles não fizeram o seu trabalho. Façamos nós o nosso. Restamo-nos. Bastemo-nos.

Pedro Santos Guerreiro - psg@negocios.pt

Atenção a esta análise Sócio-económica!


O Venerável Professor Kuing Yamang fala-nos da Europa!

Tudo se está a passar conforme as suas previsões e Portugal é um exemplo concreto do que ele diz. Andamos “drogados” e quando acordarmos será já tarde!

Veja-se o que ele nos diz no link abaixo

http://www.youtube.com/watch?v=DMKb9A6Kouk&feature=player_embedded

Paula Eduarda, 11 Anos - Uma Vencedora !


A menina é fantástica.
Il mio babbino caro, uma das mais belas árias, da ópera Gianni Schicchi, de Puccini
Cliquem no site abaixo

http://sorisomail.com/email/68156/paula-eduarda-11-anos--uma-vencedora.html

14/10/2010

A propósito de gastos inúteis...


Uma análise interessante…

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel, nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 kms .
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
Miguel Sousa Tavares

José Sócrates & Helena André, Lda. - Um monumento à falta de vergonha

Há dias assistimos a mais uma das inúmeras peças da mais rasteira propaganda, que são a imagem de marca do inútil que faz de primeiro-ministro. Desta vez era a pomposa inauguração de mais uma creche, com direito à presença das televisões e ao adereço de mau gosto que é a ex “sindicalista” ministra do trabalho, Helena André.
O demagogo e mentiroso compulsivo aproveitou a ocasião para gabar a obra inexcedível do seu Governo, nomeadamente no que respeita à rede de creches. Chamou-lhe reforma «silenciosa, mas grande», dizendo que Portugal já ultrapassou a meta europeia em termos de cobertura.
«Ao longo destes últimos cinco anos as coisas mudaram muito e não me cansei de chamar a atenção para a necessidade de se resolver o problema crónico da falta de investimento em creches. Mas chegamos a 2010 e podemos dizer que o Estado Português irá suplantar o objectivo europeu (de ter mais de 33% de crianças integradas na rede de creches), atingindo no final deste ano 36%», sustentou, para acrescentar, triunfal, «Uma das minhas ambições é que, daqui a uns anos, quem se ocupar da política, não se ocupe com tanta urgência de áreas em que tínhamos um tão grande atraso».
Andou bem o “Jornal de Negócios”, que logo no mesmo artigo em que veiculou esta notícia, esclareceu que a creche tão pomposamente inaugurada pelo primeiro-ministro, era afinal uma creche privada, construída pelo “Grupo Auchan”, que irá, no futuro, construir mais algumas, sempre junto aos seus hipermercados e para servir, prioritariamente, os seus funcionários.
Isto leva-nos a outro artigo, também do “Jornal de Negócios”, onde se desmonta este mito, ou melhor, esta grande aldrabice, das centenas de creches “criadas” pelos governos de José Sócrates.
Aí se demonstra que «dos 324 novos estabelecimentos para crianças entre os 0 e 3 anos criados entre 2004 e 2008, 145 são da responsabilidade do sector lucrativo», ou seja, são simples negócios privados, montados com o único fim de ter lucros. «As Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) disponibilizaram a quase totalidade das restantes novas respostas (177), tendo a rede exclusivamente pública apenas mais duas creches do que no ano anterior à chegada dos socialistas ao poder». Apenas mais duas! Exactamente… mais duas!
Se estes números estão certos, repito: andou bem, o “Jornal de Negócios”!
Como disse a abrir, este homem é um inútil! Quando cair do lugar (mais cedo do que tarde, espero!) as suas “qualificações profissionais” serão tão imprestáveis quanto ele o foi para o país. Terá a sorte, como tantos outros antes dele, de vir a ser recompensado pelo seu trabalho político em favor dos “grupos auchans” e "sonaes" deste mundo, com um qualquer lugar de vogal ou administrador não executivo numa qualquer grande empresa, o que lhe permitirá manter o nível de qualidade do guarda roupa que o fez “o primeiro-ministro mais bem vestido do mundo” e, há bem poucos dias, o homem “mais sexy” de Portugal... pelo menos na cabeça das votantes leitoras do Correio da Manhã... e alguns leitores, muito provavelmente. http://samuel-cantigueiro.blogspot.com/2010/09/jose-socrates-helena-andre-lda-um.html

13/10/2010

AGORA ALGO DIFERENTE PARA LEVANTAR O "EGO"!!!

Como corrigir o Orçamento sem criar mais impostos

CORTE-SE NAS DESPESAS; NÃO SE AUMENTEM MAIS NOS IMPOSTOS!!!

RECORDA AS SEIS REGRAS PARA SE SER FELIZ!


Desfruta a Vida… Sacode-te!

1. Libertar o coração do ódio;
2. Libertar a cabeça de preocupações;
3. Acreditar que amanhã será melhor;
4. Viver com sinceridade;
5. Dar mais atenção aos outros;
6. Nunca esperar recompensas…


Como vês é fácil...É só querer!