"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

05/11/2010

PARABÉNS À AMIGA ADELAIDE QUINTAS



Foi com enorme alegria que aqui vim para lhe desejar as maiores felicidades por este seu dia festivo!
É nestes momentos que podemos e devemos revelar a nossa Amizade e estarmos em sintonia com os Amigos.
Espero que tenha um dia muito feliz na companhia dos seus familiares mais chegados e que receba dos seus amigos o calor destas mensagens!
Mais uma vez desejo-lhe tudo de bom para Si e para os Seus!

04/11/2010

ESTAÇÃO ESPACIAL... O QUE SE FEZ EM APENAS 12 ANOS!!!


Veja o que aconteceu de 1998 a 2010.
Em apenas doze anos tem crescido mais e mais
Esta é a Estação Espacial Internacional (ISS).
Observe o diagrama, crescendo pedaço a pedaço.
E esteja atento às datas, na parte superior direita.
Poucos imaginariam quanto a Estação Espacial cresceu
até atingir este tamanho. É realmente surpreendente!...
Que peça de engenharia fantástica!

Clique neste link:
http://i.usatoday.net/tech/graphics/iss_timeline/flash.htm

MOMENTOS


Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu. Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha…
Um filme a não perder pela mensagem que nos dá! Nunca é tarde para nos reconciliarmos com a Vida…

ATÉ QUANDO...


Hoje ao ler o Correio da Manhã deparei com dois artigos de opinião dos quais respiguei parte dos mesmos e que se conjugam numa análise muito oportuna do momento que vivemos.
Mostram bem quanto os nossos políticos e governantes estão descredibilizados pelas atitudes que têm vindo a tomar ao longo dos tempos. Na sua essência afirmam que estes deveriam afastar-se definitivamente do palco da política para dar lugar a novos intervenientes mais lúcidos e honestos para poderem dar o rumo a Portugal que se impõe e é espectável por todos nós.
Assim eis o que extraí de cada um desses artigos:

  1. Estado de Direito
    A crise económica e social e a instabilidade nos países da União Europeia são hoje evidentes, mesmo naqueles que são países "dominantes" e que, de alguma forma, vão reajustando as suas economias.
    Por:Paula Teixeira da Cruz, Advogada
    Não restam hoje dúvidas de que nos encontramos a percorrer um caminho que nos levará a alterações radicais da forma de viver que adquirimos nestes últimos trinta anos, com perspectivas de forte degradação social, em ambiente propício a todo o tipo de excessos (...)
    (…) Nunca, na história da nossa Democracia, esta esteve tão em causa. Nunca os direitos, liberdades e garantias estiveram tão fragilizados, tão dependentes do destino do económico. E nunca a descrença em tudo e em quase todos foi tão generalizada. Somos um País deprimido, profundamente deprimido e aparentemente desistente, mergulhado em discussões acessórias e em risco de perder o principal de vista.(…)
    (…) Nestes últimos anos, a funcionalização da sociedade foi-se tecendo, a insensibilidade social campeou, interesses particulares sobrepuseram-se ao interesse público, o "amiguismo" devastou instituições e a independência vai-se pagando cada vez mais cara, por aqueles que a ousam ter.
    É essencial que não se perca a cidadania no meio das subversões e conturbações sociais a que vamos assistir, como é essencial que não se deixem cair os valores necessários a uma tão necessária quanto difícil refundação do sistema democrático. Só assim poderemos estar aptos a reconstruir um modelo social que preserve o Estado de Direito que agora ameaça seriamente esboroar.
    Há que ter a coragem necessária para enfrentar a realidade tal como ela é e não para a continuar a esconder. Nada nos preparou para isto, o que torna tudo mais difícil.
  2. Que podes fazer pelo País!
    Sabemos neste dia de sol que já temos um orçamento aprovado, mesmo com erratas a corrigir saldos contabilísticos. Os mercados internacionais, os nossos donos, aqueles que capturaram a nossa soberania, já podem dormir descansados.
    Por:Rui Rangel, Juiz Desembargador
    Mas o pior está para vir com a execução orçamental. Este é o passo mais difícil porque ninguém acredita no cumprimento das metas propostas para o ano de 2011.E é a execução orçamental que vai mexer com a vida das pessoas.
    Manda a justiça das virtudes e da ética que se diga que estamos mais pobres e mais endividados. Mas temos um orçamento arrancado a ferros. Toda a gente tem medo de assumir a sua paternidade, já nem na fotografia querem ficar. Que eu saiba a fotografia com o rosto dos dois "secúlos", expressão que significa o mais velho, nada prova de comprometedor, para além, obviamente, daquilo que já se comprometeram no processo negocial. É uma norma de cortesia e de civilização entre os homens de bem, que tem acompanhado a história do povos.
    Quando os políticos da nossa praça chegam a este ponto, querendo esconder-se atrás do biombo, das duas uma: ou estão envergonhados com aquilo que estão a fazer ou não estão de boa-fé.(…)
    (…) A estória da fotografia pode parecer um assunto sem importância. Mas não é assim. É um princípio importante. Ninguém convida para sua casa uma pessoa que depois tem vergonha ou medo de registar o acto. Espelha o que os políticos pensam deles próprios e do País. E é por estas e outras que a imagem e a credibilidade dos políticos já viveram melhores dias.
    A falta de qualidade, a ausência de grandeza e a lassidão moral do debate sobre o orçamento, a que todos assistimos, com tiradas de vão de escada e com as gargalhadas e insultos habituais entre os deputados, explica a vergonha da fotografia.
    O ódio político em muitos rostos da "deputação" está nos antípodas das nobres linhagens políticas de outros tempos.(…)
    (…) O que se pode fazer pelo País é, antes de tudo, varrer com os políticos medíocres em nome da qualidade da democracia.
    Razão tinha o nosso Eça quando dizia que "os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão".

03/11/2010

UM BOM EXEMPLO A SER SEGUIDO!!!


Um bom, muito bom exemplo!

Suspeitos de afundarem finanças islandesas começam a ser detidos

Dois ex-directores do banco islandês Kaupthing, nacionalizado de urgência em 2008, foram presos esta quinta-feira. Mas a lista de possíveis detidos envolve mais de 125 personalidades, segundo a imprensa.
Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.
Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central. A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.

Nós por cá… todos bem!!!

Nota:
TRATEMOS DE LANÇAR NA NET UMA MOBILIZADORA DA RESPONSABIIDADE CÍVICA E DA DEFESA DO PERENE VALOR DA CIDADANIA QUE VISE IDÊNTICOS OBJECTIVOS NESTE NOSSO POBRE PAÍS.
COM TAL PROPÓSITO CERTAMENTE SE ACABARIA COM A IMORALIDADE E DESFAÇATEZ REINANTES, DE UMA FORMA GERAL, NA CLASSE POLÍTICA QUE TEM CAMPEADO ENTRE NÓS.
V.CLEMENTE

O ÚLTIMO IMIGRANTE

01/11/2010

Cidadãos europeus, Uni-vos!


A luta de classes está a voltar, sob nova forma, mas com a violência de há cem anos: agora é o capital financeiro a declarar guerra ao trabalho

Os dados estão lançados, o jogo é claro e quanto mais tarde identificarmos as novas regras mais elevado será o custo para os cidadãos europeus. A luta de classes está de volta à Europa e em termos tão novos que os actores sociais estão perplexos e paralisados. Enquanto prática política, a luta de classes entre o trabalho e o capital nasceu na Europa e, depois de muitos anos de confrontação violenta, foi na Europa que ela foi travada com mais equilíbrio e onde deu frutos mais auspiciosos. Os adversários verificaram que a institucionalização da luta seria mutuamente vantajosa: o capital consentiria em altos níveis de tributação e de intervenção do Estado em troca de não ver a sua prosperidade ameaçada; os trabalhadores conquistariam importantes direitos sociais em troca de desistirem de uma alternativa socialista.
Assim surgiram a concertação social e seus mais invejáveis resultados: altos níveis de competitividade indexados a altos níveis de protecção social; o modelo social europeu e o Estado Providência; a possibilidade, sem precedentes na história, de os trabalhadores e suas famílias poderem fazer planos de futuro a médio prazo (educação dos filhos, compra de casa); a paz social; o continente com os mais baixos níveis de desigualdade social.
Todo este sistema está à beira do colapso e os resultados são imprevisíveis. O relatório que o FMI acaba de divulgar sobre a economia espanhola é uma declaração de guerra: o acumulo histórico das lutas sociais, de tantas e tão laboriosas negociações e de equilíbrios tão duramente obtidos, é lançado por terra com inaudita arrogância e a Espanha é mandada recuar décadas na sua história: reduzir drasticamente os salários, destruir o sistema de pensões, eliminar direitos laborais (facilitar despedimentos, reduzir indemnizações).
A mesma receita será imposta a Portugal, como já foi à Grécia, e a outros países da Europa, muito para além da Europa do Sul. A Europa está a ser vítima de uma OPA por parte do FMI, cozinhada pelos neoliberais que dominam a União Europeia, de Merkel a Barroso, escondidos atrás do FMI para não pagarem os custos políticos da devastação social.
O senso comum neoliberal diz-nos que a culpa é da crise, que vivemos acima das nossas posses e que não há dinheiro para tanto bem-estar. Mas qualquer cidadão comum entende isto: se a FAO calcula que 30 mil milhões de dólares seriam suficientes para resolver o problema da fome no mundo e os governos insistem em dizer que não há dinheiro para isso, como se explica que, de repente, tenham surgido 900 mil milhões para salvar o sistema financeiro europeu? A luta de classes está a voltar sob uma nova forma mas com a violência de há cem anos: desta vez, é o capital financeiro quem declara guerra ao trabalho.
O que fazer? Haverá resistência mas esta, para ser eficaz, tem de ter em conta dois factos novos. Primeiro, a fragmentação do trabalho e a sociedade de consumo ditaram a crise dos sindicatos. Nunca os que trabalham trabalharam tanto e nunca lhes foi tão difícil identificarem-se como trabalhadores. A resistência terá nos sindicatos um pilar mas ele será bem frágil se a luta não for partilhada em pé de igualdade por movimentos de mulheres, ambientalistas, de consumidores, de direitos humanos, de imigrantes, contra o racismo, a xenofobia e a homofobia.
A crise atinge todos porque todos são trabalhadores.
Segundo, não há economias nacionais na Europa e, por isso, a resistência ou é europeia ou não existe. As lutas nacionais serão um alvo fácil dos que clamam pela governabilidade ao mesmo tempo que desgovernam. Os movimentos e as organizações de toda a Europa têm de se articular para mostrar aos governos que a estabilidade dos mercados não pode ser construída sobre as ruínas da estabilidade das vidas dos cidadãos e suas famílias. Não é o socialismo; é a demonstração de que ou a UE cria as condições para o capital produtivo se desvincular do capital financeiro ou o futuro é o fascismo e terá que ser combatido por todos os meios.

Boaventura Sousa Santos


30/10/2010

QUE OS SANTOS NOS AJUDEM...


Resta agarrarmo-nos aos santos!!!

Por mero acaso, passei nesta pequena localidade entre o Pinhão e S. João da Pesqueira, no Alto Douro Vinhateiro.
Com a crise reinante, acredito que, muito em breve, este será um local de grandes peregrinações...

À cautela, registei o local. Nunca se sabe o dia de amanhã!

Mais um exemplo de como se esbanja o nosso dinheirinho...


QUE LINDO EXEMPLO! O tal carro novo que compraram para as obrigações protocolares
2 de outubro de 2010
Depois da ressaca das novas medidas de austeridade que vêm aí ,os nossos governantes pedem poupança contenção e que façamos mais uma vez sacríficos.
Nem deixam assentar a poeira, adquirem de rajada uma viatura para convidados do Estado. Um Mercedes S450CDI no valor de 140.876 euros . A explicação dada, foi pelo custo de manutenção da anterior viatura e obrigações protocolares.
Um cidadão normal que tenha um carro antigo e a precisar de uma revisão geral o que faz? Não brinquem connosco. Se não temos dinheiro e estamos em restrições alugue-se um carro por uns dias ou compre-se um carro híbrido e mais em conta. Receber com dignidade não é o mesmo que sumptuosidade.
É uma vergonha! Depois queixem-se , o povo - «o povo é sereno» - tem que acordar para isto e muito mais. Esta noticia veio a lume, mas haverá outras peripécias que não se sabem. Definitivamente o exemplo não vem de cima e assim não vamos lá.
O Presidente da República deveria inviabilizar esta compra. Devido à cimeira da NATO compramos carros, e por outro lado são estes senhores europeus que nos mandam apertar o cinto. Um verdadeiro paradoxo...
Não seria vergonha nenhuma pedir um carro emprestado à Europa para as nossas obrigações protocolares.
Que dirão a maioria dos portugueses que gostariam de trocar de carro e não têm possibilidades para isso. Não há dinheiro não há gastos.
Este episódio mostra a nossa cultura permissiva - «quanto mais me bates mais gosto de ti» - mas que deve ser denunciada e condenada

DIVULGUEM. E REVOLTEM-SE.

Gastos Públicos!



ASSIM VAI O NOSSO PAÍS

Vejam o vídeo! É uma notícia da SIC.
Andam a descontar-nos no vencimento e a roubar o abono de familia a quem precisa, quando podiam acabar com estas festividades.
O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa disse na TVI, no dia 10/10/10, que não divulga informações que lhe têm feito chegar porque "iria incendiar o país".
As pessoas estão a denunciar os casos, e alguns aparecem no Diário da República.
Fazem de nós parvos!