"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

16/11/2010

Dançarinos Prisioneiros


Estes são os dançarinos prisioneiros do Centro de Detenção e Reabilitação da Província de Cebu (Filipinas). Têm imensas coreografias - que fazem sucesso, muitas no youtube e que foram uma idéia de Byron Garcia, um consultor de segurança do governo da província de Cebu. Ele afirma que a nova rotina de exercícios melhorou "drasticamente" o comportamento dos presos e dois ex-detidos transformaram-se em dançarinos desde então. "Usando a música, pode envolver o corpo e a mente. Os prisioneiros têm que contar, memorizar passos e seguir a música", disse Garcia à BBC. "Os prisioneiros dizem-me: "precisa colocar a sua mente longe da vingança, da loucura ou de planos para escapar da prisão ou juntar-se a uma gang'", acrescentou Garcia.

A dança é obrigatória para todos os 1600 detidos na prisão de Cebu, excepto para os idosos e doentes.

Deixo o comentário abaixo, tal como o recebi:

“Já tinha visto outros vídeos da mesma autoria deste, mas não podia deixar de enviar este. Trata-se de mais um vídeo realizado por prisioneiros filipinos, que estão cada vez melhor naquilo que fazem... até já filmam em HD e tudo! Na minha opinião, o melhor dos vídeos realizados pelos já famosos prisioneiros filipinos, e digo isto não só pela coreografia (do filme This Is It) mas também pela letra (They don't care about us) e pela mensagem que transmite. Simplesmente fantástico!!! Para ver e partilhar!”

Clica no link abaixo para ver o video

http://www.youtube.com/watch_popup?v=mKtdTJP_GUI

O MAIOR MUSEU VIRTUAL DO MUNDO


TRATA-SE DE UMA RELÍQUIA DE INESTIMÁVEL VALOR. OPORTUNIDADE ÚNICA PARA QUEM APRECIA A ARTE.
AO CLICAR SOBRE A OBRA DE UM AUTOR SURGEM OUTRAS DE SUA AUTORIA.
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15/11/2010

Terroristas e NATO


Sabem, pelos noticiários, aquilo que a segurança faz. E sabem da quantidade de medo que se anda a semear
Os chefes máximos da NATO vão reunir-se em Lisboa.


Ao certo ninguém sabe aquilo que se vai tratar na cimeira. Mas já sabemos de tudo aquilo que envolve a segurança das criaturas. Tem sido um folclore de notícias sobre o risco, sobre os ‘blindados’, sobre a circulação em Lisboa, enfim, na boa tradição lusa que não nos deixa aprender com os erros, sabemos tudo sobre os adjectivos, nada sobre os substantivos.

Daí que a discussão em torno dos níveis de alerta sobre o risco que envolve tal encontro, sobre bandidos, terroristas e criminosos correlativos vá enchendo páginas de jornais sem proveito nem para o corpo nem para a alma, e até sirva os interesses de algum terrorista mais pateta que se atreva a pôr o nariz de fora. Sabem, pelos noticiários, aquilo que a segurança faz ou não faz. E, sobretudo, sabem da quantidade de medo que por aí se anda a semear. Quanto mais medrosa estiver uma comunidade, menor será a sua capacidade de reagir a uma situação de grande violência. O que não vai ser o caso.

E a razão é simples. O terrorismo emergente, saído das estratégias da al-Qaedda, tem uma diversidade infinita de objectivos, um carácter anárquico, diria mesmo caótico. Os países da NATO são inimigos, é certo. Mas também é verdade que uma parte dos atentados de massa ocorreu em países muçulmanos sem se querer atingir uma autoridade específica. Veja-se a carnificina de Bali. Acresce a tudo isto que, longe das palavras e do palavreado, quem conhece a organização de um evento desta natureza sabe que Lisboa está infestada de polícias, de serviços secretos há várias semanas, sendo certo que os esforços das polícias portuguesas e dos serviços secretos para proteger alvos têm de estar a ser organizados há vários meses. Mesmo com alerta vermelho, no que respeita à segurança europeia é mais coerente uma acção deste terrorismo sem pátria, uma acção violenta em Londres ou em Bona, do que no mais vigiado país do mundo por estes dias. Ou uma acção sem objectivos específicos, apenas para provocar o caos em qualquer outra parte do mundo.

Manda o bom senso que haja discrição. Discutir as ameaças à segurança, dar-lhes títulos e parangonas, pode vender jornais, mas não assegura a prudência. Não é assim que se protege um evento desta natureza. Não é a primeira vez que esta cimeira acontece em Lisboa. Sei como se faz. Os lisboetas, com a sua tolerância de ponto, que gozem o feriado. Divirtam-se. E os dirigentes da NATO que se reúnam depressa e saiam de cá depressa. Assim poderemos definitivamente dedicarmo-nos àquilo que é sério.

Francisco Moita Flores, Professor Universitário

Carta ao Senhor Primeiro-Ministro.


Senhor Primeiro Ministro,
Engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Excelência.

Tem Vossa Excelência apenas mais um ano de idade do que eu. Permita-me no entanto que lhe diga que não tem a minha idade, no sentido de que não somos da mesma geração e não é pela diferença de calendário.
Em 1974 aderi ao Partido Socialista, fui secretário da Juventude Socialista do Estoril e nesta qualidade passei as estopinhas para que ideias, políticas sociais, fossem implementadas pelo Partido Socialista.
Quando Francisco Pinto Balsemão desistiu do "Jornal de Cascais" eu fundei um outro jornal, em Cascais, chamado "Boca do Inferno". Aldo Moro tinha sido assassinado. Lembro-me de ter escrito sobre isso, de atribuir a culpa ao PCI. O jornal era um manifesto anti-comunista. Custou-me dezasseis contos o primeiro número de só dois (fiquei teso e o Senhor meu Pai não era o Pai Natal mas quase). Já lá vão 34 anos mas sou o mesmo. Contei com o nobre apoio de António Guterres (UM SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? - e José Luís Nunes (OUTRO SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? com quem privei (este último infelizmente partiu).
De António Lopes-Cardoso e Manuel Poppe Lopes-Cardoso (a quem desejo uma rápida recuperação e vê-lo em breve). Theotónio-Pereira e outros, como dizia Pessoa, de quem me não quero esquecer porque não me lembro.

Nestas andanças, Senhor Primeiro-Ministro, nunca o vi.

Afinal, onde estava Vossa Excelência no 25 de Abril ? Na FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, rua do Alecrim) nem em nenhum outro lado, vi Vossa Excelência. Vossa Excelência era provavelmente, ainda, um bebé. Nem no comício da fonte luminosa em que estive a fazer segurança a Mário Soares, armado até aos dentes com G3, entregues pelo CIAC (de Cascais), armas geridas pelo Sr. Botelho, piloto da barra, primo do José Manuel Casqueiro da CAP (Confederação dos Agricultores Portugueses), gente boa. Dispostos a dar a vida contra a tomada de poder vinda de leste, via PCP. Vossa Excelência, onde estava ? Com certeza que não no berço que não tem. Depois caíu do céu à frente da JS.
Foi nessa altura que eu me afastei definitivamente. Anos mais tarde, vim a cruzar-me com Vossa Excelência em Gondomar em 1995/96, vi Vossa Excelência ser amigo e próximo do Major Valentim Loureiro (o restaurante 3M é do melhor que há), quando se discutia quem seriam as empresas que iriam tomar conta da "incineração", com menos preocupações com o ambiente, com mais preocupações pelo negócio, "bindo das Américas".

Permita-me Vossa Excelência duvidar das suas intenções.

A minha dúvida tem raiz no discurso de Vossa Excelência.

Nunca fala a favor do povo português, antes debita argumentos mesquinhos, insultuosos, como se lhe tivéssemos passado um cheque em branco.
Sempre um discurso de defesa, nunca a favor de ninguém. O discurso de Vossa Excelência é o que nos faz desconfiar de Vossa Excelência.
Não são os casos esquisitos do Freeport, as cenas indesculpáveis na Beira e outros sítios, os seus tios que compram Maserattis e o seu primo, pessoa de bem e homem de verticalidade inquestionável, que até se pirou para fazer um curso de "karatê" no Nepal ou na China onde ainda anda. Não é nada disto. Todos temos Vossa Excelência em boa conta, como um homem honesto. Vossa Excelência falha, quando não abona a seu favor.
Quando discursa a promover medidas grosseiras do governo, marketing político para inglês ver (não devia ter dito isto assim, soa a Serious Fraud Office), quando o discurso de Vossa Excelência é um discurso de defesa do seu lugar, da sua posição, do seu poder. Vossa Excelência NUNCA DIRIGIU UMA PALAVRA AO POVO PORTUGUÊS! O seu discurso é reactivo, defende-se afanosamente do que é indefensável.
O caso, mais um, "computador Magalhães", seria para mim um caso de polícia, como sempre disse, e penso que Vossa Excelência estará de acordo, não fosse o alto patrocínio do Primeiro Ministro do meu país em quem tenho de confiar, nesta parceria do nosso dinheiro com a empresa J.P. Sá Couto de Matosinhos que é a fossa das Marianas da excelência em matéria de trampa informática.
Engana-se Vossa Excelência ao tratar o Povo Português como uma horda de idiotas. É só isto que não perdoo a Vossa Excelência e lhe digo de caras. Lá porque o Partido Socialista se transformou numa corja de oportunistas e arrivistas, eu estou em crer que Vossa Excelência é completamente alheio ao facto. Pergunte Vossa Excelência a António Guterres, já que o José Luís Nunes não está entre nós.
Sabe, Senhor Primeiro Ministro, houve Homens neste País que deram a vida, a fortuna, sacrificaram a família, para que a Vossa Excelência seja permitido tratar-nos como bestas. Houve homens que sofreram a perseguição, a tortura e o exílio. Houve homens assim. É verdade. Não, Vossa Excelência não sabe.

Cá para mim, até não sabe de nada.

Compreendo no entanto, os aspectos críticos em matéria de defesa Nacional, da imagem do País. Falta-me é paciência e já não acredito em nada.
Senhor Primeiro Ministro, se é homem, se é Português, prove-o de uma forma irrefutável. Nessa tão portuguesa expressão que tem raiz na coragem e na seriedade, mostre que tem tomates, pare de nos envergonhar. Nem lhe pedimos que prove que é sério... o ónus da prova ... prove-nos só que é Português. Deve.

Demita-se.

E desapareça para o Nepal ou para a China. Vá ter lições de Karatê com o "sensei" seu primo, que só lhe fazem bem. Não conspurque a escola de Funakoshi Guishim, meu Mestre de Shotokan. É um favor que lhe peço. Se assim for, está perdoado. Desde que não volte. Primo, idem

José M. Barbosa

"Deslegitimação sistemática" dos militares pelos partidos


Deputado Pacheco Pereira critica visão contabilística sobre Forças Armadas e defende "democracias armadas" como são os EUA

O deputado Pacheco Pereira (PSD) fez ontem uma apologia das "democracias armadas" e lamentou a "deslegitimação sistemática do papel das Forças Armadas" portuguesas feita pelos principais partidos políticos nos últimos anos.
Esse é "um processo que se tem vindo a agravar nos últimos anos", desde a forma - resultante da "atitude sindical das juventudes partidárias" - como acabou o serviço militar obrigatório e passando pela primazia dada aos cortes orçamentais na Defesa em épocas de crise financeira, criticou Pacheco Pereira, numa conferência realizada no Parlamento sobre "A Aliança Atlântica e a Segurança Internacional".
Sendo "absurdo um país onde se está sempre a acenar as bandeiras, a dizer que são patriotas e a elogiar as Forças Armadas e depois faz contabilidades na base dos submarinos", o deputado sócia - democrata enfatizou depois que "não existe, a não ser na retórica, uma legitimação para as Forças Armadas" perante a sociedade.
O deputado disse que esse não é um caso específico luso: "Na Europa desapareceu de todo" a noção de que "as democracias devem ser armadas" - uma "ideia [que] é fundamental", até porque elas são por natureza "defensivas" - e que tem um exemplo nos EUA, sublinhou aquele que foi um dos principais apologistas da Guerra do Iraque (e dos argumentos de Washington) em Portugal.
Na conferência sobre a NATO, nas vésperas da Cimeira de Lisboa, o presidente do Parlamento, Jaime Gama, qualificou como "vital" para a NATO o conseguir "sintonizar [a sua mensagem] com a opinião pública" e levá-la a debater as questões de defesa e segurança para não perder "legitimidade".
Duas vozes dissonantes foram as do almirante Reis Rodrigues e do académico Daniel Pinéu: o primeiro declarou que o sistema de defesa antimíssil na Europa "está mal explicado em termos políticos e técnico-militares"; o segundo lamentou a ausência gritante de conhecimento na NATO - que age como "um martelo [para o qual] tudo começa a parecer um prego" - sobre o que os afegãos querem.

Por MANUEL CARLOS FREIRE06 Novembro 2010

14/11/2010

A IDEIA LIVRE


NATO, liberdade e opressão

A NATO sempre provocou divisões nas opiniões públicas europeias, sobretudo por causa do papel nela exercido pelos Estados Unidos. O sector comunista e o esquerdismo qualificaram-na como a “ponta de lança do imperialismo”, a esquerda moderada dividiu-se entre reticentes (como Manuel Alegre) e “atlantistas”, os primeiros fazendo companhia aos “gaulistas” e a outras variedades de nacionalismos, os segundos alinhando com democratas-cristãos, liberais e conservadores no reconhecimento de que era do interesse da Europa essa aliança com os norte-americanos, sobretudo quando uma ameaça político-militar soviética pendia sobre as suas cabeças.
Depois do fim da “guerra fria”, a NATO tem tergiversado acerca da sua função, meios e objectivos. A “ameaça islâmica radical” e o “terrorismo internacional” têm aparecido como dois inimigos das democracias liberais ocidentais, que poderiam exigir a sua existência e obrigar a certas reconversões. Mas, além de uma vaga percepção destas ameaças e dos choques emocionais causados por meia dúzia de grandes atentados, mantém-se fluida e pouco concreta a consciência colectiva acerca do grau de risco que isso representa para os povos do ocidente e do mundo. E, num planeta super-informado de meias-verdades e muitas mentiras, não basta os responsáveis afirmarem que a paz de que gozamos se deve à acção dos serviços secretos que lograram neutralizar muitas outras acções terroristas que, sem eles, teriam tido efeitos devastadores.
Cimeiras mundiais como esta que a NATO realiza em Lisboa suscitam sempre manifestações públicas por parte de discordantes e opositores, como é o caso da “PAGAN” (Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO), surgida há alguns meses. Até aqui, tudo bem, pois estamos no pleno uso da liberdade de expressão dos indivíduos e dos movimentos sociais ou políticos. Mas não é apenas “exagero policial” a constatação de que, desde Seattle em 1999, essas manifestações atraem quase sempre, para além de militantes pacíficos, uns tantos “desordeiros profissionais” que podem hoje deslocar-se de avião aonde existam “pontos quentes” (como os hooligans do futebol) e usam meios de comunicação modernos (Internet, telemóveis, etc.) para coordenaram as suas acções e provocarem alguns danos urbanos espectaculares capazes de serem retransmitidos pelos media para todo o planeta. Esta mistura de intenções e formas de expressão é sempre muito mais problemática.
Quanto à NATO e às guerras actuais, podem existir várias opiniões legítimas, com o lastro de uma esquerda tradicionalmente mais “pacifista” e uma direita mais “militarista”, mas onde o marxismo leninista veio introduzir a inovação, mais cínica, de “olhar o poder pela mira da espingarda”, o que veio baralhar muitas consciências. E até anarquistas históricos portugueses como Germinal de Sousa ou José de Brito, com fartos currículos pessoais de revolucionários, tiveram então a coragem de escrever que foi a NATO que impediu que todos nós, na Europa, tivéssemos sido “sovietizados”.
Serão dessa natureza (opressão versus liberdade) as ameaças que espreitam hoje as sociedades razoavelmente respeitadoras das liberdades individuais que tanto apreciamos?


JF / 12.Nov.2010, em www.aideialivre.blogspot.com

Shoënstatt, para quem não sabe...


Uma oração no começo do dia só faz bem!

Para quem não sabe, informo que todos os Santuários de Schoënstatt são construídos exactamente iguais em todo o mundo. Aqui, temos um em Belém antes de virar para o CCB. Tem placa com indicação. Existe outra igualmente em Vila Nova de Gaia, nos 4 Caminhos.
Vale a pena ir lá, pois é um convite à oração, um lugar lindo, bem cuidado, com a igrejinha construída no meio de muito verde.
Schoënstatt é um lugar sagrado, um lugar mágico! É um lugar acolhedor, lindo, de uma energia maravilhosa... Lugar onde são entregues muitos pedidos e agradecimentos!
Padre Ignácio (sacerdote schoenstatteano) começou em 10 de Janeiro de 2005 a fazer circular esta oração e, até agora, ninguém quebrou. Quando a receber, reze uma Ave-Maria e faça um pedido especial. Você será atendido!
N. Senhora Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoënstat é muito milagrosa!

"Ave-maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte, Amém!"
(AGORA FAÇA SEU PEDIDO)

Por favor, não quebre esta Peregrinação Mundial. Mande para12 pessoas que você acredite serem merecedoras de justiça, paz, amor, saúde, prosperidade e verdade. Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoënstat!

Enviado por e-mail pela Amiga Maria Letra

09/11/2010

Eu conheço um país...



Eu conheço um país

Eu conheço um país, que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país, onde tem sede, uma empresa, que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país, que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os de toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhores vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade pelo Mundo.

Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"


Eu Luís Pirão, acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos:
- Eu conheço um país que é segundo em net de banda larga na Europa.
- Eu conheço um país que tem uma capital com eventos culturais fantásticos que fazem frente a qualquer cidade do mundo. Que tem potencialidades turísticas ilimitadas com restaurantes para todas as carteiras e com comida deliciosa, assim como alojamento para todas as bolsas e de razoável qualidade. Basta ir a Londres e ver toda a gente a comer sandwiches no jardim pois a alimentação atingiu preços exorbitantes nos restaurantes.
- Eu conheço um país com uma história ímpar que ligou todos os continentes comercialmente pela primeira vez na história da humanidade no século XVI.
- Eu conheço um país que conquistou meio mundo no século XVI com base no respeito pelos outros povos, com base nas trocas comerciais, com base na diplomacia.
- Eu conheço um país que venceu os seus compatriotas espanhóis pela força de vontade de um homem chamado Nuno Alvares Pereira e que permitiu a paz para a nação se lançar nos descobrimentos marítimos.
Eu José Lopes, acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos e do Luís Pirão:
- Eu conheço um País que está a criar um medicamento que previne e combate a obesidade.
- Eu conheço um País que produz os melhores sapatos do mundo.
- Eu conheço um País que produz os fatos usados na Fórmula 1 e nos astronautas da NASA.
- Eu conheço um País que produz o melhor software de GPS do mundo.
- Eu conheço um País que faz os melhores lasers do mundo, utilizados na medicina e na indústria aeroespacial.
- Eu conheço um País que tem um monumento que tem 6 orgãos, sendo o único no mundo (Convento Mafra).
- Eu conheço um País que produz os adereços utilizados pela indústria cinematográfica de Hollywood.
- Eu conheço um País que tem a maior variedade gastronómica do mundo.
- Eu conheço um País que criou a única palete de cores para leitura de daltónicos.

Eu, Soares da Cunha, acrescento mais um ponto à lista do Nicolau Santos, do Luís Pirão e do José Lopes:

- Eu conheço um País que tem dos piores governantes do Mundo.

O leitor, possivelmente, não reconheceu neste País aquele em que vive...
P O R T U G A L !!!!


EM BRUXELAS OS NOSSOS DEPUTADOS FALANDO DE DINHEIRO…


Porquê os nossos meios de Comunicação Social não falaram deste assunto? Afinal parece que há CENSURA!!!

Enviado por E-mail pelo Amigo Fernando Resende