"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

08/12/2010

Afinal o aumento foi para ONDE ???


Afinal o aumento foi para ONDE ???
Para o bolso de quem???

ACORDA POVO PORTUGUÊS!




Nós continuamos os mesmos BURROS de sempre

EXEMPLO A SEGUIR!

Ninguém deve estar acima da Lei! A corrupção na política deve ser punida para exemplo dos demais...

PRECISÃO JAPONEZA

Nós na Vida Militar faziamos isto na Ordem Unida para que o pessoal tivesse concentração e automatização nos movimentos!

QUEM TUDO QUER TUDO PERDE...


Era uma vez dez amigos que se reuniam todos os dias numa cervejaria para beber e a factura era sempre de 100 euros. Solidários, e aplicando a teoria da equidade fiscal, resolveram o seguinte:
• os quatro amigos mais pobres não pagariam nada, o quinto pagaria 1 euro, o sexto pagaria 3, o sétimo pagaria 7; o oitavo pagaria 12; o nono pagaria 18 e o décimo, o mais rico, pagaria 59 euros.

Satisfeitos, continuaram a juntar-se e a beber, até ao dia em que o dono da cervejaria, atendendo à fidelidade dos clientes, resolveu fazer-lhes um desconto de 20 euros, reduzindo assim a factura para 80 euros.
Como dividir os 20 euros por todos? Decidiram então continuar com a teoria da equidade fiscal, dividindo os 20 euros igualmente pelos 6 que pagavam, cabendo 3,33 euros a cada um.

Depressa verificaram que o quinto e sexto amigos ainda receberiam para beber.
Gerada alguma discussão, o dono da cervejaria propôs a seguinte modalidade que começou por ser aceite:
• os cinco amigos mais pobres não pagariam nada;
. o sexto pagaria 2 euros, em vez de 3, poupança de 33%; o sétimo pagaria 5, em vez de 7, poupança de 28%; o oitavo pagaria 9, em vez de 12, poupança de 25%; o nono pagaria 15 euros, em vez de 18.
• o décimo, o mais rico, pagaria 49 euros, em vez de 59 euros, poupança de 16%. Cada um dos seis ficava melhor do que antes e continuaram a beber.

No entanto, à saída da cervejaria, começaram a comparar as poupanças.
-Eu apenas poupei 1 euro, disse o sexto amigo, enquanto tu, apontando para o décimo, poupaste 10!... Não é justo que tenhas poupado 10 vezes mais…
- E eu apenas poupei 2 euros, disse o sétimo amigo, enquanto tu, apontando para o décimo, poupaste 10!...Não é justo que tenhas poupado 5 vezes mais!…

E os 9 em uníssono gritaram que praticamente nada pouparam com o desconto do dono da cervejaria. “Deixámo-nos explorar pelo sistema e o sistema explora os pobres”, disseram. E rodearam o amigo rico e maltrataram-no por os explorar.

No dia seguinte, o ex-amigo rico emigrou para outra cervejaria e não compareceu, deixando os nove amigos a beber a dose do costume.
Mas quando chegou a altura do pagamento, verificaram que só tinham 31 euros, que não dava sequer para pagar metade da factura!...

Aí está o sistema de impostos e a equidade fiscal.
Os que pagam taxas mais elevadas fartam-se e vão começar a beber noutra cervejaria, noutro país, onde a atmosfera seja mais amigável!...

David R. Kamerschen, Ph.D. -Professor of Economics, University of Georgia (tradução livre)

Enviado por e-mail por Rui Taveira

05/12/2010

Será que estamos em Crise?



Pelos vistos na Região Autónoma dos Açores a Crise ainda lá não chegou...

"Governo regional dos Açores pagou 27 mil euros por viagem da mulher de presidente da região autónoma"

Vamos lá fazer contas:

- 3 Voos de ida volta Classe Executiva (Ponta Delgada - Toronto): €3270
- Estadia em Hotel de 5* para 3 pessoas: €3690
- 3 Voos de ida e volta Classe Executiva (Toronto - Winnipeg): €2642 Euros
Total: €9602
Faltam justificar perto de €16000 em despesas de representação. Demos de barato que a mulher de Carlos César sabe o que é bom e foi todos os dias almoçar e jantar ao "Pangea".
Preço médio por refeição no Pangea (€120/pax) temos €3600 para as 30 refeições.
Além da comida e bebida deliciou-se com os seus assesores com uma garrafa de Porto Vintage Taylor Fladgate de 1970 (€536).
€536 x 10 (almoço e jantar) = €5360
Ficam ainda por justificar cerca de €7000.
Eu sempre ouvi dizer que os táxis no Canadá eram caros, muito caros, mas isto é um exagero.
Agora a sério, o Pangea nem sequer tem tantas garrafas de Taylor Fladgate disponíveis.

A Carlos César só lhe resta uma solução:
Tornar as contas da viagem da sua mulher públicos, para que todos possamos saber onde é que foi gasto o dinheiro do erário público.
Se não o fizer fico com esta ideia que a mulher de Carlos César aproveitou e foi fazer umas compras a Detroit ou Nova Iorque

PS - (Ah…e parece que o distinto casal já está separado há uma série de anos,…mantendo as aparências….)

Enviado por e-mail pela Amiga Mariazita

Lançamento do Livro A ÚLTIMA MISSÃO


Pode ser visto em http://1.bp.blogspot.com/_pMkPOXBWOec/TPQcJMTfRQI/AAAAAAAAeRA/KnELbHJsYRg/s1600/Moura_Calheiros_29Nov2010_545.JPG

http://www.youtube.com/watch?v=7tUV8vRz_f0&feature=player_embedded#!

http://desportodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=481016

http://www.rtp.pt/noticias/?t=A-Ultima-Missaorevisitada-pela-memoria-de-antigo-oficial-para-quedista-na-Guine-Bissau.rtp&article=395168&visual=3&layout=10&tm=4

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1720108

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1723574

Comentários efectuados à obra :

"Sem complexos de culpa"

O antigo comandante do PAIGC na frente Norte da Guiné Manecas dos Santos leu "em dois dias" o livro de 638 páginas onde o seu principal adversário português no chamado Inferno de Guidage, coronel Moura Calheiros, evoca esses "duros combates" de 1973 e faz um retrato global da guerra colonial em África.
Futuro embaixador da Guiné- -Bissau em Angola, Manecas dos Santos participou ontem - a convite expresso do autor do livro "A última missão" - no lançamento da obra, na Academia Militar (Amadora) e em cerimónia presidida pelo chefe do Estado-Maior do Exército, general Pinto Ramalho.
"Já devia ter acontecido há mais tempo" os adversários da guerra colonial estarem juntos, pois "já é altura de falar dessas coisas do passado de forma calma, sem complexos de culpa. Essa guerra faz parte da História", disse ao DN o veterano guineense - frequentemente interrompido por antigos combatentes portugueses que lhe pediam também um autógrafo.
"É um livro diferente de tudo o que já tinha lido em Portugal sobre a guerra colonial e para melhor, pela maneira como descreve as coisas" e "pela humanidade" que revela, pois a obra "não a ver com heróis ou super-guerreiros", adiantou o também comandante dos mísseis Strella.
"Cada um de nós estava a cumprir o que era o seu dever. Acho que nenhum de nós se arrepende", observou, lembrando que, "dois meses depois do 25 de Abril, soldados portugueses e do PAIGC estavam a beber juntos em Farim."

02/12/2010

UM BOM EXEMPLO A SER SEGUIDO!!!


Socialista de outros tempos

Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos.
O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso.
Formou-se em Direito.
Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.
Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Foi reitor da Universidade de Coimbra.
Foi Procurador-Geral da República.
Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.
Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.
Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.
Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.
Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.

Isto sim é que é SOCIALISMO!!!


Nota:
(...)"Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasceu na cidade da Horta em 8 de Julho de 1840. Era filho de Sebastião de Arriaga Brum da Silveira, oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos que se radicaram na Ilha do Faial no séc. XVII e de Maria Cristina Ramos Caldeira, natural de Lisboa, também descendente de nobre linhagem. Tiveram seis filhos Maria Cristina, a mais velha, viria a ser poetisa e a ela se refere Vitorino Nemésio em "Mau Tempo no Canal." (...)



Entrevista a Antonio Pontes


Empresário de sucesso Antonio Pontes, em Minas Gerais, é marido da minha querida amiga Celle. Pelas suas altas qualidades é merecedor desta pequena homenagem aqui na Tulha.

01/12/2010

Celebração dos 370 anos da Restauração da Independência de Portugal.


A propósito desta frase, que faz pensar:

"A Monarquia fez Portugal e criou um Império; a República acabou com o Império e está em vias de acabar com Portugal". (Carlos Azeredo, general)

Num artigo hoje no Correio da Manhã D. Duarte Pio considerou o regime como "uma grande perda de tempo", pois, para ele, o País voltou " à situação dramática em que estava no começo da República".
Por outro lado não esquece que a República nunca foi "legitimada pelo voto popular" e acusa o regime de "não ter tido a capacidade para resolver nenhum dos problemas de que acusava a Monarquia".
Adianta que representa "o princípio da Liberdade e não o da Coerção" aproveitando para referir "a situação humilhante em que a Nação se encontra perante nós próprios e a comunidade internacional".
A finalizar a sua intervenção o chefe da Casa Real defendeu uma Confederação de Estados Lusófonos numa tentativa de defesa desses Estados à globalização que se está a verificar no Mundo e que não respeita os Países mais fracos! Com essa Confederação de Estados todos os Estados nela intervenientes passariam a ser mais uma força a projectar-se nessa globalização!
Estas declarações são de molde a refletirmos e pesarmos as suas consequências no encontro para uma melhor resposta aos problemas que assistem a todos esses Estados quando considerados isoladamente!

Sempre ouvi dizer que a UNIÃO FAZ A FORÇA!


Assim vai a Justiça em Portugal!


Hoje ao abrir o jornal deparei com as seguintes notícias ligadas a este tema, a saber:

1. Empresário apanha 13 anos de prisão por matar ladrão;
2. Gang lança pânico e rouba milhares em jóias e ouro;
3. Bebé de 2 anos morto em ribeira de Sintra;
4. Idosos atacados e sequestrados;
5. Vendem droga junto a escola e são soltos;
6. Agressora foi detida mas Ministério Público deixou-a à solta;
7. PJ desfaz máfia chinesa;
8. Assaltam casa com caçadeira e levam 6mil euros;
9. Processo Freeport – advogado afastado;
10. Camarate – BE quer inquérito;
11. À porta do Tribunal Polémica – Ex-maridos gozam com Andreia;
12. Filipe la Féria – Dívidas crianças de “Annie” à espera de dinheiro;
13. Nova baixa na Justiça, a segunda nesta semana.

Como se pode aperceber a Justiça em Portugal está a sofrer o desgaste por a política se ter nela intrometido demasiado! Esta deixou de ser um poder independente do poder político e passou a ser dela altamente dependente por motivo de muito dos elementos que a constituem serem nomeados por cores partidárias alem de leis “feitas a martelo” cuja génese parecem ser para defesa de interesses pouco confessáveis, de mordomias que lhes estão a ser concedidas, pelos diversos governos, no sentido de os manietarem, etc., etc.

Veja-se que se relacionarmos os diversos pontos aqui respigados há contradições deveras intrigantes e que levam ao aumento da criminalidade, ao descrédito das autoridades policiais que procuram diminui-la, ao descrédito dos próprios Tribunais e finalmente na própria Justiça, pois já pouca ou quase ninguém nela acredita!

Para além destes pontos lembremo-nos dos casos mediáticos “Casa Pia” e “Face Oculta” e de outros já esquecidos, que se têm arrastado por tal forma que mesmo que se venha a fazer justiça, o que se pode duvidar, o factor exemplo se perdeu por completo no tempo!

Lembro ainda o que os deputados portugueses pensam das leis que se referem aos políticos, ao contrário do que se passa na maioria dos países democráticos europeus e americanos entendem que o poder judicial nada tem a ver com eles e assim podem passar incólumes por decisões dolosas por eles tomadas. A irresponsabilidade dos políticos tem cobertura na Justiça!

Até quando esta “Justiça manca” se irá manter? Se tivesse havido JUSTIÇA INDEPENDENTE muito dos problemas agora existentes nunca teriam acontecido ou pelo menos não teriam sido tão graves por serem, desde logo, devidamente tratados para exemplo futuro! Acabava-se com a RECORRÊNCIA dos mesmos…