"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

12/01/2011

POIS, POIS...TUDO TEM UMA EXPLICAÇÃO...


Afinal o homem tem motivos mais que justificados para se encostar e fundamentar os desmandos do governo! Está em causa o ganha-pão do filho!
E assim avança Portugal... para o precipício!
O Insigne Prof. Dr. Jorge Miranda entende (em parecer pago pelo bolso dos contribuintes) que o corte dos salários no sector público não é (espantosamente, dir-se-ia) inconstitucional porque está em causa o ''interesse público'' (!?).
Porque será?
Uma pista para tamanho mistério poderá ser encontrada no seguinte link:

http://economico.sapo.pt/noticias/chefe-de-gabinete-de-lacao-nomeado-director-na-justica_103650.html
(reparem só no extraordinário currículo do rapaz!)

11/01/2011

A TRAPALHÂNDIA EM PORTUGAL















PORTUGAL… AO QUE ISTO CHEGOU!


Apesar de um amigo, sempre que recebe um reenvio como este, me responder agastado querendo dizer que estas atitudes só devem ser tomadas por doutorados em economia ou direito... e não por simples cidadãos, faço esta repassagem, como simples cidadão que sou, e sublinho que os 7427 euros que cada um, em média, recebe por reunião correspondem a cerca de 17 salários mínimos!
Convido os amigos a sempre que falarem nestas remunerações faraónicas as traduzam em salários mínimos, para se saber o que é o nosso Estado social.
E anda por aí muita gente com fome a revoltar-se contra os direitos humanos na China. E cá? Em que condição está um trabalhador, com família, que anda a trabalhar 17 meses para ganhar aquilo que um nababo ganha numa ou duas horas!
AJS

REPASSANDO

Até custa a crer que possa ter credibilidade, reflecte falta de pudor e é de uma imoralidade assustadora com ou sem crise Global.
Por cada reunião do conselho de administração das cotadas do PSI-20, os administradores não executivos - ou seja, sem funções de gestão - receberam 7427 euros. Segundo contas feitas pelo DN, tendo em conta os responsáveis que ocupam mais cargos deste tipo, esta foi a média de salário obtido em 2009.

Daniel Proença de Carvalho, António Nogueira Leite, José Pedro Aguiar Branco, António Lobo Xavier e João Vieira
Castro são os "campeões" deste tipo de funções nas cotadas, sendo que o salário varia conforme as empresas em que "trabalham".

Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago. O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da mesa da assembleia-geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia. E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas. Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros. Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.

O segundo mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário). O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia-geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria.

Segue-se António Nogueira Leite, que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos. O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5300 euros por reunião.

José Pedro Aguiar Branco é outro dos "campeões" dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado), da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009, Aguiar Branco recebeu 8080 euros, ou seja, 4040 por reunião.

Administrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado
ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.

Apesar de desempenhar apenas dois cargos como administrador não executivo, o vice-reitor da Universidade Técnica de Lisboa, Vítor Gonçalves, recebeu mais de 200 mil euros no ano passado. Membro do conselho geral de supervisão da EDP e presidente da comissão para as matérias financeiras da mesma empresa, o responsável é ainda
administrador não executivo da Zon, tendo um rácio de quase 5700 euros por reunião. dn.pt, 16 Abril

Nota: não haverá por acaso qualquer ligação entre isto, o "deficit", e a situação de total descalabro do país? Se estes senhores são tão bons para ganharem tanto dinheiro só para assistirem a reuniões e manifestarem as suas opiniões, como pode o país destes senhores encontrar-se no estado em que se encontra? Qual é o real valor, a credibilidade e o reconhecimento internacional destes senhores tão bem pagos e que andam há tantos anos "por aí" na vida política e empresarial portuguesa? (estas "dúvidas" estendem-se aos administradores executivos que sempre farão um pouco mais que assistir a reuniões e mandar "palpites"... e por isso sempre ganharão um pouco mais)

É (deveria ser!) urgente varrer este País...

"AMIGOS NÃO SE DESPEDEM, MARCAM UM NOVO ENCONTRO", António d'Almeida

10/01/2011

Que canalha tem este meu País!‏


Comandante da GNR subiu 1137 euros o seu salário. A crise não é para todos nas forças de segurança. Os generais já se aumentaram.
O comandante-geral da GNR, Luís Nelson Santos, e o seu 2.º comandante, Augusto Cabrita, aumentaram os seus ordenados em 1137 euros e 220 euros, respectivamente, no passado mês de Novembro. O despacho oficial, subscrito pelo próprio comandante-geral, permitiu ainda que lhes fossem pagos retroactivos a Janeiro de 2010, não só em relação ao vencimento-base como também nos suplementos. Desta forma, com um salário-base de 4857 euros, Nelson Santos, que deixa o cargo na próxima terça-feira, recebeu uma prenda de Natal inesquecível: um vencimento líquido de 15.593 euros, que inclui também o aumento do seu salário, indexado ao ordenado-base, enquanto presidente não executivo dos Serviços Sociais
O número dois na hierarquia da GNR, seu 2.º comandante, também não sentiu os sacrifícios pedidos pelo ministro das Finanças a milhares de funcionários públicos, incluindo a todos os profissionais das forças de segurança. Este oficial-general recebeu 8922 euros. Estes aumentos foram decididos depois de Teixeira dos Santos ter ordenado o seu congelamento.
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, afasta responsabilidades. "A fixação das referidas remunerações decorre da lei, sendo processadas pela instituição", responde o seu gabinete.
O porta-voz oficial da GNR alega que estas remunerações foram "fixadas" de acordo com os "desempenhos funcionais" daqueles oficiais-generais, de acordo com o decreto-lei que define o novo regime remuneratório da GNR, aprovado em Janeiro de 2010.
O problema é que esta tabela, que prevê aumentos em todos os postos, não foi ainda aplicada à esmagadora maioria dos militares da GNR, e esse facto tem sido alvo de fortes críticas das associações representativas. Por isso, na GNR este caso dos aumentos aos responsáveis máximos está a provocar um grande sentimento de revolta e indignação

Nota: A falta de vergonha já chegou aos Militares, pois num momento em que se pede contenção nas despesas públicas dois oficiais generais não se coibiram de se aumentarem escandalosamente e ainda para mais com efeitos retroactivos! Estamos num autentico lamaçal... Ao que chegamos ... É ver quem saca mais!!! Belos tempos em que os militares eram exemplo para a Nação!!!


A sombra da falsidade

Os últimos anos trouxeram um traço original à nossa realidade política. Pela primeira vez há muitas décadas o País vê-se a viver debaixo de um manto de suspeitas, enganos, falsidades.
A vida política sempre teve proverbiais problemas com a verdade, pior numa sociedade mediática. Mas se uma certa ilusão e encenação fazem parte do saudável confronto parlamentar, existem épocas de distorção inaceitável, mesmo em sociedades civilizadas. O caso clássico é a presidência de Richard Nixon, cujo estilo e esquemas marcaram um período conturbado da fogosa democracia americana. Hoje vive-se situação semelhante em Portugal.
Desde 1974 a democracia sofreu fases muito diferentes, algumas difíceis e incertas. Mas nunca se viveu um clima de desconfiança e embuste como actualmente. Se tal situação não pode ser atribuível a uma pessoa, é verdade que, como Nixon, cabe a José Sócrates o papel central de responsável, inspirador e maestro desse ambiente. Trata-se, não tanto de um esquema consciente e organizado, mas de uma segunda natureza instintiva e automática.
As provas, hoje esmagadoras, tiveram sintomas desde o princípio. Apesar da pose inicial de estadista reformador, Sócrates viu-se logo envolvido num espectacular ardil para fugir da solene promessa eleitoral de não aumentar impostos. A surpresa indignada perante o que todos sabiam, o nível do défice, e a comissão técnica justificativa da cambalhota foram criações magistrais no género.
Este foi apenas o primeiro episódio de longa novela de ficções e patranhas. As questões financeiras permaneceram tema favorito, até ao rosário de PEC de 2010. A descarada desorçamentação e contabilidade criativa para sustentar projectos favoritos, como energias renováveis, distribuição de computadores e outros devaneios, escondem pesadíssimos compromissos sobre o futuro. Sobretudo as parcerias público-privadas, em que se apostou como nenhum governo do mundo, representam uma bomba de relógio fiscal que ultrapassa toda a nossa multissecular história de desregramento.
Nem só de dinheiros viveu a aldrabice. Todos os campos da vida nacional estiveram, mais ou menos, debaixo da sombra da falsidade. Das graves acusações na sua vida pessoal às supostas reformas corajosas que não mudavam nada, foram cinco anos de encenações, enredos e miragens. Claro que se tomaram medidas importante e foram feitas mudanças estruturais. Mas até essas tinham de vir sempre envolvidas em pretensões exageradas e roupagens fantásticas.
Nas questões fracturantes, prioridade irresponsável deste executivo, foram realizados prodígios de prestidigitação. Afirmando-se sempre um político equilibrado, moderno e conciliador, Sócrates enveredou impudente- mente pelo partido mais extremista, palpavelmente feliz por conseguir tal ilusionismo diante do país embasbacado.
É muito curioso que, nas várias suspeitas que surgiram relativamente a aspectos da sua história pessoal e política, o senhor primeiro-ministro tenha adoptado sempre a posição oposta à canónica. Os políticos acusados de fraudes ou tropelias costumam afirmar-se ansiosos que a questão vá a tribunal para que a verdade vença. Sócrates, nunca abandonando uma posição de negação indignada, fez sempre tudo para evitar o esclarecimento jurídico.
Este comportamento na cúpula ressentiu-se em todos os níveis da vida nacional. Portugal habituou-se a ver publicamente as contínuas e sistemáticas práticas de sobrepor à realidade um filtro distorcido, empregar expedientes oportunistas de manipulação, negar a evidência mais patente. A verdade desaparece sempre debaixo dos fumos da conveniência. Agora a crise faz a impostura descer a canalhice.
É bom não exagerar o significado desta realidade. Embora indiscutivelmente grave e nocivo, este novo estilo político nada tem a ver com as misérias de há cem anos. Além disso o repúdio generalizado pelo consulado de Sócrates terá consequências futuras. Como Nixon, ele ficará na história como hiato triste e aviso solene. Felizmente José Sócrates não representa a política lusa.

Publicado por JOÃO CÉSAR DAS NEVES

Nota:
Este problema da vigarice institucionalizada - e praticada às claras - não é de agora.
Há muito que em Portugal ela fez carreira em muitas áreas, particularmente no futebol.
Com Pinto da Costa e Valentim Loureiro à frente, assessorados por um conjunto de vigaristas encartados.
Quem leu jornais nos últimos 30 anos - particularmente os desportivos e não é preciso ser um iluminado -, sabe bem que isso é verdade.
Mas também na política.
Basta ir de aldeia em aldeia e perguntar de quem é a melhor casa - 4 em cada 5 casos dirão "é do presidente da Junta" ou "é de Fulano que foi presidente da Junta", ou "de Sicrano que foi o vereador das obras da Câmara"...
É por isso que, cada vez mais, há gente com saudades do antigamente.
Eram poucos e, os que roubavam, não se atreviam a roubar muito nem à descarada.
E, quando a coisa era notória - embora perfeitamente legítima a nível dos costumes por esse mundo fora - lá vinha o "homem das botas" a mandar o cartão-de-visita a agradecer os serviços prestados e a mandar o ministro de patins para o sítio de onde tinha vindo.
Como aconteceu com aquele que tinha sido representante do governo junto da construtora da ponte sobre o Tejo: a seguir à inauguração passou a ministro, mas só durou três meses... Averiguem porquê - e não foi nada ilegal, pelo menos aos olhos de hoje.
Cumprimentos para o Dr. João César das Neves, mas há que ser mais incisivo.

Ribeiro Soares

09/01/2011

Birke Baehr - 11 anos e já sabe o que está mal na alimentação




Não deixem de ouvir o que um miúdo de 11 anos, Birke Baehr, tem a dizer sobre o sistema alimentar corrente. Tem legendas em português.

Publicado no Blogue “Sustentabilidade é Acção” pela minha Amiga Manuela Araújo


07/01/2011

"Os mercados cometem crimes contra a humanidade"


Para o sociólogo, Portugal está a ser vítima de um ataque especulativo não justificado dos mercados internacionais

O primeiro mandato de Cavaco Silva foi medíocre, o presidente Obama tornou-se um provinciano, os mercados são um bando de criminosos bem vestidos e Saddam Hussein foi morto porque cometeu o erro de querer passar as reservas de petróleo de dólares para euros. O sociólogo Boaventura de Sousa Santos é a delícia de qualquer jornalista, cada frase parece dar um óptimo título. Mas é sobretudo franco, incómodo e fiel à organização do mundo que defende. A conversa aconteceu no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e as palavras foram surgindo da mesma forma que, a acreditar nos mercados, os países entram em bancarrota: por contágio.

Acaba de receber uma bolsa de 2,4 milhões de euros do European Research Council para ajudar a Europa a ver o mundo. Não seria melhor - e trata-se de uma provocação - usar essa quantia para ajudar a Europa a ver-se a si mesma?

(risos) As duas coisas não estão em conflito. A Europa andou vários séculos a tentar ensinar o mundo, com uma visão evangelizadora da religião, depois com o progresso, com a investigação científica e sempre com a ideia de que a Europa não tinha nada a aprender com o mundo, uma vez que a Europa era o centro do melhor saber e do melhor poder. Tinha toda a clarividência e do outro lado estava a barbárie. Chegámos a um ponto em que a Europa começou a ter dúvidas sobre as suas soluções. A crise que vivemos não é apenas uma crise financeira ou económica, como estamos a ver pelo comportamento das lideranças políticas. Há um desconhecimento histórico do que significa ser europeu, de qual é o valor da Europa. Ao mais pequeno sobressalto já não há Europa, há aqueles sujos, incompetentes, pouco cumpridores do Sul da Europa - como os gregos, os portugueses, irlandeses - e os outros - os alemães, os que aguentam. De repente, todo aquele verniz de uma Europa conjunta, solidária, unida, desaparece.

2010 foi o ano do fim das ilusões?

As crises, que já vinham de 2008 e 2009, e que se pensava que poderiam ser superadas em 2010, não o foram. Pelo contrário, estão em constante agravamento e, provavelmente, vão ser muito mais graves para os portugueses a partir de Março. Nesse aspecto, as ilusões terminaram.

Era possível prever o que se passou em 2010?

Em 2009, quer ao nível do défice, quer ao nível da dívida pública, Portugal estava numa situação muito melhor que a Itália, muito melhor que a Grécia, muito melhor que a Irlanda e muito melhor que a Espanha. E não tivemos em Portugal nenhuma daquelas patologias que foram graves, no caso da Grécia iludindo as contas de Bruxelas com a conivência do Goldman Sachs ou, no caso da Irlanda, dominada por meia dúzia de bancos, que - não tendo onde pôr o dinheiro - resolveram criar uma bolha imobiliária. Nós não tivemos nada disso. O que é que nós tivemos? O azar de estar na Europa. Portugal passou a ser um alvo de ataques especulativos que - no fundo - não se justificavam em termos estritamente económicos.

Mas a economia portuguesa está muito exposta ao exterior exactamente porque precisa de financiamento externo.

Portugal poderia perfeitamente pagar a sua dívida, mantendo o crescimento, que estava paralisado porque somos uma economia fraca com uma moeda forte. O nosso défice aumentou todo com o euro. Então porque caímos nessa emboscada? Podemos questionar. Esta crise existe porque não houve um aprofundamento europeu suficiente. Pensei que o euro fosse um estádio desse aprofundamento, mas todos os aprofundamentos que se tentou fazer foram bloqueados. Não conseguimos ter uma política monetária, nem políticas sociais nem fiscais mais ou menos convergentes. Temos apenas uma moeda comum, que beneficia quem pode produzir com uma moeda forte. O euro foi o grande negócio da Alemanha.

Mas Portugal não deixa de estar mais debilitado que outros países...

Portugal está em crise financeira por contágio. Porque é um elo fraco, porque é uma economia fraca, com problemas estruturais, mas não é a Portugal que os capitais financeiros querem atingir. Querem atingir Espanha e Itália. Só que não podem lá chegar sem ir por Portugal, pela Grécia e pela Irlanda. Os nossos comentadores dizem mal do Estado, das políticas sociais, mas depois dizem umas frases suaves sobre os mercados financeiros. Dizem que deviam ser mais regulados e que não deviam ganhar dinheiro com as apostas na bancarrota dos estados e que isso não é uma coisa muito ética. E ficam-se por aí. O que se passa é um crime contra a humanidade: apostar em títulos de dívida e fazer tudo para que esses títulos não sejam pagos, porque quanto mais bancarrotas tiverem mais juros vão cobrar a curto prazo. Eles ganham com a falência dos estados. Jogam com elas porque são mundiais e não há nenhum governo mundial para os regular.

O Prémio Nobel Paul Krugman diz que os mercados são um bando de miúdos de 20 e tal anos, bêbados e encharcados em cocaína...

São um bando de criminosos, que andam por aí muito bem vestidos, mas são uns mafiosos. Não há dúvida que se trata de um crime contra a humanidade, porque estão a lançar para a fome populações inteiras, para que uns poucos enriqueçam de uma maneira escandalosa. Estive em Nova Iorque e na 5.a Avenida bateram-se os recordes de venda dos produtos mais caros. Voltaram a abrir as carteiras, têm dinheiro como nunca em Wall Street, aqueles que produziram a crise.

O professor tinha dito que o neoliberalismo tinha falido, mas afinal...

Aí quase tenho de me retratar. Nunca imaginei que o neoliberalismo tivesse canibalizado tanto os estados. O neoliberalismo nacionalizou os estados, os bancos nacionalizaram os estados, não foram os estados que nacionalizaram os bancos. Passou a ideia de que um banco não pode falir. As empresas podem falir, um banco não pode falir. Faliram todos com a Grande Depressão nos EUA, mas nos últimos anos souberam como controlar os estados e começaram por fazer isso nos EUA. Quem é que nos últimos 20 anos financiou as campanhas nos EUA? Wall Street. A campanha do Obama? Wall Street. Quem é que Obama nomeia para seu consultor financeiro mais íntimo? Timothy Geithner. De onde vem Timothy Geithner? De Wall Street. Os abutres dos mercados financeiros estão a destruir a riqueza do mundo para se enriquecerem escandalosamente sem nenhum controlo e há-de haver um momento em que o povo, os governos, vão dizer basta. E os portugueses, quando começarem a sentir no bolso e na cabeça, e não só no bolso, estas medidas que vão começar a ser aplicadas.

O Presidente da República tem dito que não se deve achincalhar os mercados porque eles podem reagir contra nós...

Penso que o senhor Presidente da República está equivocado. Não há outra solução para a Europa que não seja a regulação financeira. Os mercados vão destruir o bem-estar das populações, criar um empobrecimento geral do mundo, para o enriquecimento de poucos. É necessária uma regulação forte. Não digo que seja igual àquela que se viveu nos anos 60 - quando uma empresa de Nova Iorque não poderia investir em Nova Jérsia, que fica do outro lado do rio. Mas hoje os mercados estão globalizados e os estados são nacionais, e ainda por cima não se unem. Aconselho o professor Cavaco Silva a abrir os jornais: na Grécia os juros estão a 12,5% - obviamente o país nunca vai pagar aquela dívida - apesar do dinheiro que lá se injectou.•

A fazer fé nas sondagens, Cavaco Silva irá vencer um segundo mandato. Presumo que votará Alegre.

Não é seguro que ele ganhe as eleições, pode haver uma segunda volta e, numa segunda volta, votarei Alegre certamente. Cavaco Silva vai fundamentalmente ser como Presidente a pessoa que já foi, para que as suas ideias se realizem mais depressa precipitará eleições.

Como viu o mandato do Presidente da República?

Foi um mandato medíocre, não foi um mandato de grande rasgo. Precisávamos de um Presidente que tivesse uma magistratura de influência principalmente ao nível europeu. Cavaco Silva poderia ter levado a Bruxelas a imagem se um país de boas contas. Ao contrário, aliou-se àqueles que acham que os mercados sabem tudo, juntou a sua voz aos trauliteiros da desgraça do tipo Medina Carreira. Vozes como essas deviam ser desautorizadas e o nosso Presidente não fez nenhum esforço para recuperar uma margem de manobra exterior.

O FMI vai entrar em Portugal?

Não tenho nenhuma confiança de que os que estão nesse grande mercado lucrativo dos títulos de dívida soberana não estejam com os olhos em Portugal. Para chegar a Espanha, obviamente. Como é que fazem isso? Com outra coisa escandalosa, que são as agências de notação. As empresas dizem que o mundo é dominado por dois poderes: o poder militar dos EUA, que já não é económico, e pela Moody''s. Porque são eles que distribuem a notação e os créditos, controlam a minha conta bancária, a pensão da minha mãe e a comparticipação nos medicamentos. Esses mercados estão ansiosos por mais uma ameaça de bancarrota e isso sobe imediatamente o preço da dívida. Acha normal que o preço da dívida de Espanha esteja exactamente no mesmo valor que o da dívida do Paquistão? São as agências de notação, as mesmas que em 2008 atribuíram as maiores notas aos bancos que faliram. O Lehman Brothers tinha a maior notação. O objectivo é atacar o euro.

Mas têm uma agenda própria?

Têm. São americanas e estão ligadas ao capital financeiro onde estão concentrados os credit default swaps. São um pequeno grupo.

E em 2011, com cortes salariais e o desemprego a crescer, como é que a sociedade se vai adaptar?

Com estas medidas de curto prazo, se não forem compensadas com medidas de médio prazo que tenham a ver com emprego ou crescimento, Portugal vai ficar numa situação muito difícil mesmo no que respeita ao pagamento da sua dívida. Mas as medidas de médio prazo não podem vir de Portugal isolado, têm de vir da Europa.

Isso faz-nos voltar à crise do euro.

Desde o início da crise na Grécia que se mostra que o projecto europeu ou já não existia ou faliu. A Europa não se reconheceu como um todo no momento em que o seu parceiro entra em crise. Os mercados viram ali uma fraqueza. E porque era importante essa fraqueza? Por causa do dólar. Há lutas políticas nestes mercados e eles não são nada cegos. O que está em causa é impedir fundamentalmente que o euro seja uma alternativa ao dólar - e isso estava a começar a ocorrer. Porque é que o Saddam Hussein morreu? Saddam, que foi agente dos EUA, que fez guerra contra o Irão a mando dos EUA, a quem quiseram passar tecnologia nuclear, começou a cometer um erro: começou a ver a debilidade do dólar e a querer pôr grande parte das suas reservas de petróleo em euros. A China recentemente fez um aviso aos EUA: a debilidade do dólar podia fazer com que o país começasse a diversificar as suas reservas. Era muito importante que o dólar mostrasse mundialmente que o euro não é uma maravilha, que é uma moeda frágil e que até pode desaparecer.

Vamos ter confrontos sociais na rua no próximo ano?

É muito difícil prever essa situação porque não há uma relação directa entre o agravamento das desigualdades e a confrontação social. Portugal esteve metade do século XX sem democracia. Há uma cultura autoritária, de obediência, de medo. Foram 50 anos em que os outros países todos organizavam movimento sociais, sindicatos, e em Portugal nada aconteceu. Não pensemos que isto se curou nestes últimos 40 anos porque foram anos demasiadamente fáceis. Até 1974 tínhamos colónias, ficámos sozinhos 10/12 anos e em 1986 já éramos parte da Europa. Mas estou convencido que, no momento em que estas medidas se agravarem, vamos ter uma maior organização social e sobretudo sofreremos o contágio europeu. Vai haver obviamente mais contestação na Europa. É dessa contestação que vai surgir o golpe de asa de que precisamos e vamos tê-lo por pressão popular.

Nas ruas?

Nas ruas. No princípio de 2000, o presidente da Argentina, Néstor Kirchner, que faleceu recentemente, fez uma coisa que o transformou num pária. Achou que parte da dívida do país era ilegítima e disse aos credores: "Eu pago-vos, se aceitarem, por cada dólar que vos devo, 30 cêntimos. Agora os outros esqueçam!" O Fundo Monetário Internacional achou um escândalo. Disse que Kirchner era um "pária", que a "Argentina não cumpre". A verdade é que a Argentina fez isso mesmo. Os credores tiveram de aceitar. A Argentina levantou a cabeça e fez o seu desenvolvimento económico. Quando morreu Néstor Kirchner, a primeira coisa que fiz foi ir à página do FMI para ver o que dizia. E lá estava um elogio enorme do FMI pela capacidade de pôr a economia da Argentina de novo a crescer. Porque é que Kirchner se recusou a pagar a divida? Por pressão popular.

O mesmo poderá acontecer na Europa?

Nada disto é muito previsível, depende muito dos países e da sabedoria política. As medidas em Portugal estão a ser mais graduais do que foram na Grécia e as pessoas vão amolecendo. Agora há um momento, um limiar, em que as pessoas dizem: "Isto é injusto." Quando muita gente, como a minha mãe, os nossos irmãos, nos ligar e disser: "Agora tenho de pagar todo este medicamento, quando pagava só x. Onde vou ter dinheiro?" Quando isto começar a generalizar-se, é previsível que haja contestação. Não propriamente dos sindicatos. A contestação há-de ter muita espontaneidade, parte das pessoas que vão para a rua protestar. Porque a situação é intolerável.

Uma mudança de governo poderia fazer diferença?

Nas actuais circunstâncias do panorama político, não faz nenhuma. E se fizer, neste momento, será para pior. Olhamos para o programa do PSD e o que está a ser praticado e é o quê? Mais privatização? Fim do Serviço Nacional de Saúde? São mais ou menos as medidas que o Fundo Monetário Internacional vai instituir quando aqui chegar.

E vai chegar?

Incrivelmente, há aí muitos tontos, economistas trauliteiros, que tenho hoje muita dificuldade em respeitar, que até parece que desejam isso. Mas desejam-no porque têm boas reformas, bons empregos, foram ministros ou estão em grandes empresas, são aqueles que não serão nada atingidos por essas medidas. Mas a maioria dos portugueses vai ser duramente atingida, porque são medidas cegas, que passam por privatizar tudo. Vejo comentadores, analistas, sociólogos deste país a dizerem que nós ainda dependemos muito do Estado e que é preciso termos confiança na sociedade. Mas que sociedade? Na filantropia, na caridade, no Banco Alimentar? O que vai ser destes jovens? Trabalho muito com estudantes, quer aqui quer nos EUA, e os meus estudantes nos EUA são cada vez mais velhos. São doutoramentos atrás de doutoramentos para adiar o desemprego. Tenho uma grande estima pelos estudantes de hoje. Às vezes quero levantar muitos problemas, mas os estudantes estão sobretudo preocupados com saber em que é que aquilo vai ajudar à sua empregabilidade. É muito difícil dizer a um estudante que um poema pode ajudar à sua empregabilidade.

Passa grande parte do tempo nos EUA. Obama desiludiu?

Desiludiu bastante. O presidente Obama acabou por, de certa maneira, sucumbir às mesmas crises, às mesmas lógicas. Transformou-se num nacionalista um pouco provinciano, indo esmolar à Índia investimento para criar emprego no Brasil, indo pedir à Índia que os ajudasse a impor os produtos geneticamente modificados em África. E porquê? Porque as grandes empresas de sementes transgénicas são todas elas americanas. Cada presidente americano tem a sua guerra. George W. Bush teve o Iraque, Obama vai ter o Afeganistão, se é que fica por aí. Porque se a gente olhar bem para o que saiu do WikiLeaks só estamos à espera de saber se são os EUA ou Israel que vão atacar o Irão.

O WikiLeaks foi o acontecimento internacional do ano?

Foi. Agora sabemos o que foi feito no Iraque. Os dados que têm saído do WikiLeaks são aterradores, acerca da brutalidade da guerra e das atrocidades que se cometeram, da falsidade dos discursos que se fizeram. Percebemos como é despótico o poder, como é falso e hipócrita. O mundo está feito de falsidade e o WikiLeaks foi uma grande desilusão para quem acreditava que a diplomacia era uma coisa muito nobre.

Acha que houve algum efeito moralizador?

Espero que haja. Mas o WikiLeaks tem algumas debilidades. Uma que é conhecida é que Israel foi poupado. Toda a gente esperava que, havendo uma libertação de documentos, Israel fosse o país mais embaraçado. Suspeita-se hoje que havia um acordo entre o Julian Assange e o primeiro-ministro israelita. Por vontade de Julian Assange? Porque a Mossad é uma agência de serviços secretos que não olha a meios para destruir os seus inimigos? Nunca saberemos. Estamos a passar de um período em que os activistas eram todos aqueles que estavam normalmente de fora - os revolucionários, os anarquistas, os sindicalistas não tinham nada a ver com o sistema - para um período em que as transformações, as alterações têm partido de dentro do sistema. Vêm de quem tem acesso ao conhecimento.

A forma de fazer diplomacia poderá mudar daqui para a frente?

Com certeza que sim. As escolas diplomáticas de todo o mundo devem estar a analisar estes documentos e a dizer assim: realmente, se os cidadãos se derem ao trabalho de ler os jornais e, todos os dias, os jornais trazem novas informações sobre o nível da diplomacia, verificam que o que resulta dessa análise é que o nível da diplomacia é muito baixo. Dizem coisas que estão factualmente erradas.

São preguiçosos...

São preguiçosos. Perdem muito tempo nos jantares, nas recepções, naquela vida diplomática que hoje não é o ritmo da vida. A vida já corre por outras vias e eles continuam ainda como se estivéssemos no século XIX. Hoje está-se a verificar que a informação que os diplomatas enviam já é do domínio público no momento em que eles a escrevem. Isto desacredita o sistema actual de diplomacia que a gente tem ainda mais porque é um sistema caro e eu acredito que quem quiser fazer as contas de custo benefício analisando estes documentos poderá tomar algumas decisões interessantes. É muito importante saber-se se nas festas do Berlusconi as senhoras se despem todas ou se só fazem topless? Os países pagam altamente a serviços diplomáticos para andarem a coscuvilhar a vida privada do Berlusconi ou do Sarkozy?

A diplomacia é um pouco como fazer manteiga: toda a gente a come, mas ninguém gosta de ver como se faz... É exactamente isso.

por Filipa Martins, Publicado em 01 de Janeiro de 2011, no Jornal I

Bagas de Goji – O que é o Goji e quais os seus benefícios


O Goji tem sido a grande sensação dos últimos tempos, e são dados a conhecer a cada dia que passa mais estudos e estudos cada vez mais aprofundados sobre esse fruto maravilhoso.
Por isso quero dar-vos a conhecer algumas das suas propriedades e usos.
Goji é a fruta da planta Lycium barbarum, proveniente dos Himalaias, (Norte da China e Tibete). Apresenta-se em forma de baga vermelha. O seu aspecto assemelha-se em muito à nossa conhecida uva passa.
Embora seja usado há milhares de anos na China, Tibete e Índia, tanto na alimentação como constituinte de fórmulas de fitoterapia da Medicina Tradicional Chinesa, só começou a despertar o interesse da ciência ocidental, quando se começou a descobrir a sua qualidade nutritiva e o seu poder antioxidante.
Informação Nutricional
Um pequena síntese do seu valor nutritivo:
• Contém 19 aminoácidos, incluindo 8 aminoácidos essenciais.
• Contém 21 minerais vestigiais, incluindo Germânio , com actividade anti-cancerígena, que é raro como fito-nutriente.
• Contém grande teor de proteínas.
• Contém o espectro completo de carotenóides antioxidantes, incluindo Beta-caroteno (em maior concentração que a cenoura) e zeaxantina (protector dos olhos). O Goji é a maior fonte de carotenóides conhecida.
• Contém 2500 mg de vitamina C por 100 gramas da fruta.
• Contém Beta-Sisterol, fito-nutriente com função anti-inflamatória, que ajuda também a equilibrar os níveis de colesterol e pode ser usado no tratamento de impotência sexual e equilíbrio da próstata.
• Contém ácidos gordos (ómega 3 e 6), que são necessários para síntese de hormonas e regula o funcionamento do cérebro e sistema nervoso.
• Contém Cyperone, um fito-nutriente que traz benefícios ao coração e à pressão sanguínea.
• Contém Physalin, fito-nutriente usado nos transtornos da hepatite B.
• Contém Betaína, fito-nutriente usado pelo fígado para produzir colina. A betaína doa grupos metil, promovendo reacções energéticas no corpo, ajuda a reduzir o nível de homocisteína, um factor de risco em problemas cardíacos, protege a célula ao nível de DNA.
Benefícios das Bagas Goji:
• Protege o corpo do envelhecimento e aumenta a longevidade
• Promove a energia e bem-estar em geral
• Protege contra doenças cardio-vasculares e inflamatórias
• Fortifica e mantém um sistema imunitário saudável
• Alguns estudos apontam como tendo propriedades anti-cancerígenas
• Combate a artrite
• Baixa o colesterol
• Equilibra os níveis de pressão do sangue
• Ajuda no processo digestivo e na perda de peso
• Melhora os níveis de insulina nos diabéticos
• Melhora as cataratas, a visão turva e a audição
• Fortalece e suporta a função saudável do fígado e dos rins
• Fortalece os ossos e os tendões
• Mantém um sistema nervoso saudável
• Protege a pele dos danos causados pelo sol
• Aumenta a libido e o desempenho sexual
• Promove a fertilidade

NOTA: Encontra-se à venda nas grandes superfícies em embalagens de 125 gramas
Com este tratamento poderá não chegar aos 150 anos, mas viverá mais tempo com saúde
.

DOIS FILMES A VER PARA SE ENTENDER MUITA COISA.

Dois filmes, ou melhor, as duas partes de uma entrevista, que elucidam de forma muito objectiva e simples como é que funciona a geopolítica mundial actual, nomeadamente a política neoliberal das grandes corporações multinacionais sobretudo, neste caso, através dos sucessivos governos norte-americanos...
A verdade é um valor que devemos defender a todo o custo, ajudem a divulgar!

Clique nos link's abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=PQNKhlrxnsw
http://www.youtube.com/watch?v=W0MZczFdsWM&feature=related

06/01/2011

Depressão? Foge a isso...


Às vezes, podes sentir-te deprimido com a tua vida. As coisas podem correr mal e não serem como o esperado. Embora possa haver outras causas para este tipo de situação, penso que um dos principais motivos disso acontecer são expectativas não realistas.

Podem surgir de ti mesmo ou de outras pessoas, e as expectativas não realistas fazem com que o teu subconsciente suba e desça, como numa montanha russa. Quando tens sucesso, ficas muito feliz e entusiasmado. Mas quando não o tens, podes sentir-te muito desanimado. Precisas de evitar este estado de alma. Aqui te deixo algumas dicas sobre como fazê-lo de modo a que possas reduzir o stress e seres mais feliz na tua vida:

1. Deves concentrar-te nas acções e não nos resultados

Se te concentrares só em resultados é uma maneira de experimentares altos e baixos emocionais. Pior ainda, não há muito que possas fazer, já que não os podes controlar. Por isso centra-te em algo que possas controlar e isso são certamente as tuas acções.

2. Diverte-te! Não leves as coisas muito a sério

Às vezes levas as coisas muito a sério a ponto de ficares obcecado. Não faças isso, antes faz tudo o que achares divertido. Divertindo-te, vais certamente ter menos stress, e o teu dia-a-dia vai ser mais agradável. Uma maneira de fazer isto é procurares prazeres escondidos em tudo o que fizeres.

3. Não te compares com as outras pessoas

Deves olhar para o que os outros fazem, apenas para receberes comentários de como podes fazer as coisas melhor. Além disso, comparares-te com os outros, vai provocar duas coisas:

1. Sentires-te diminuído, se fores pior do que eles.
2. Impulsionar o teu ego, se fores melhor do que eles. Mas isto só fará com que o próximo fracasso seja mais doloroso.

Assim, aprende alguma coisa com os outros, define as metas, e refina as tuas acções.

4. Concentra-te em ser como és, em vez de tentares que todos te apreciem

Uma razão pela qual te podes sentir em baixo é estares muito preocupado sobre o que os outros dizem sobre ti. Podes perder demasiado tempo tentando satisfazer as expectativas de toda a gente. Cultiva as tuas paixões e faz aquilo que realmente é importante para ti.

5. Torna-te amigo do insucesso

O insucesso é normal na vida de uma pessoa bem sucedida. Quanto mais falhas, é bem provável que venhas a ser mais bem sucedido. Faz do teu fracasso um “amigo”.

6. Olha de vez em quando para trás, e não sempre em frente

Veres como estás distante dos teus objectivos pode deixar-te em baixo, em especial, se estás sempre a pensar neles. Portanto, é necessário que também olhes para trás e vejas quanto já progrediste. Que realizações alcançaste. Quais as tuas histórias de sucesso. Relembrar tudo isto vai fazer com que te sintas bem com a tua posição actual na vida.

7. Cultiva o teu entusiasmo

O entusiasmo deixa-te animado com a vida e dá-te energia para fazeres sempre o teu melhor. Na verdade, a capacidade de manter o entusiasmo apesar das falhas e dificuldades é um traço essencial das pessoas de sucesso.

O sucesso é a capacidade de passar de uma falha para outra sem perca de entusiasmo.


Enviado por E-mail pelo Amigo António Barrinhas