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O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, atribuiu, em parte, a tragédia das cheias que já matou mais de 430 pessoas na região serrana deste estado brasileiro à "desgraça do populismo", que permitiu a ocupação de encostas.
"Do início dos anos 80 para cá, as três cidades [Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis] tiveram um grande problema – a desgraça do populismo, em que um político deixa ocupar áreas como se fosse um aliado dos pobres, mas quem paga, mesmo havendo casas de classe média atingidas, é a maioria, que é pobre", afirmou Sérgio Cabral, em conferência de imprensa, ao lado da presidente brasileira, Dilma Rousseff.
O governador disse que a maioria dos mortos nesta tragédia é de origem humilde e lembrou que a ocupação do solo urbano é da responsabilidade da municipalidade, conforme determina a Constituição. "Muitas vezes, educar é dizer não. Não pode ser construído. Quanto menos área de risco ocupada, menor o dano", vincou.
Sérgio Cabral anunciou ainda um empréstimo de mil milhões de reais (450 milhões de euros) do Banco Mundial para o programa habitacional Morar Seguro, cujo objectivo é tirar moradores das áreas de risco, garantindo que este recurso será libertado em breve.
Nota:
Tal como aconteceu na Madeira, no ano passado, esta tragédia foi agravada pela construção de imóveis em zonas impróprias para o efeito. A crueza das imagens demonstra bem o sofrimento a que as populações dessas zonas está ser sujeito!


