"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

12/03/2011

Aqui vai uma notícia de última hora.


Governo contrata indiano que está há 70 anos sem comer nem beber para ensinar desempregados a alimentarem-se da luz solar.
Vamos lá aprender depressa !!!
Aos 80 anos, Prahlad Jani - ou Mataji, como é conhecido - sobreviveu os últimos 70 anos sem comer nem beber, praticando um tipo especial de ioga que, segundo o octogenário, utiliza o Sol como alimento.
Soubemos que o Ministério do Trabalho já contratou este mestre da meditação para dar palestras a desempregados e fala-se também em palestras para funcionários públicos.
Fonte do gabinete da ministra Helena André explicou: "Todos sabem o momento de crise que atravessamos. Não há perspectivas de melhoria e temos que preparar as pessoas para sobreviverem com muito pouco."
Portugal é um país com muitos dias de Sol por ano e se este homem conseguir ensinar os nossos desempregados a sobreviverem só com a luz solar é a solução para o nosso problema.
Dentro de meses esperamos já deixar de pagar subsídios de desemprego, vamos apenas distribuir espelhos para que os desempregados possam apanhar o dobro da luz solar e encherem a barriguinha.
O Governo de Sócrates, sempre na senda das tecnologias renováveis e não poluentes, encontrou mais uma solução para a crise!
Ele é um grande patriota, muito amigo dos portugueses!!!

01/03/2011

DOIDEIRA TOTAL



SEMPRE ME FEZ CONFUSÃO ESTA PRECISÃO DE MOVIMENTOS.
PARA MIM É UM MISTÉRIO MAS ESTES AINDA POR CIMA, SÃO LOUCOS.

A única coisa absoluta num mundo como o nosso é o humor!
Albert Einstein

Tiques totalitários de um "arreda"‏


"Uma ambulância do INEM em serviço de urgência a uma idosa com suspeitas de estar a sofrer um enfarte foi obrigada a abandonar a rua onde se encontrava para deixar passar o carro do ministro da Justiça, revelou ontem a TVI.
O caso, confirmado pelo INEM, aconteceu na passada quinta-feira, por volta das 12h30, e indignou os vizinhos que relataram o episódio à
TVI. Os homens do instituto de emergência assistiam uma idosa com suspeitas de estar a sofrer um enfarte no interior sua casa, na Rua da Quintinha, enquanto a ambulância aguardava para a transportar ao hospital.
Como é norma o veículo fica ligado a assinalar a urgência enquanto os técnicos do INEM socorrem a vítima."
No tempo dos reis, havia os "arreda" que eram os esbirros que afastavam a populaça para Sua Excelência passar.
Agora, temos um ministro socialista, laico, Alberto Martins, uma das vítimas mais clamorosas do "fascismo". Consta que foi incomodado pela polícia política de então, em 1969, por causa da sua encarniçada luta contra o "fascismo" que o levou a interpelar intempestivamente o então presidente da República, Américo Tomás, numa reunião pública, num teatro de Coimbra.
Por causa desse episódio tem sido tudo o que quer, neste tempo de socialismo republicano e laico. Tudo se lhe permite politicamente porque seria impensável dispensar o contributo de tal eminência para a democracia. Por isso mesmo, com este episódio, comporta-se ou permite que os seus subordinados se comportem tal e qual os esbirros de antigamente, para quem Sua Excelência está sempre acima de tudo e todos, incluindo doentes cujas ambulâncias estorvam o caminho de Sua Excelência, ao meio dia e meia hora, para ir para o "Ministério".
Isto é apenas um fait-divers, mais um, significativo dos tiques que atingem estas pessoas quando chegam ao poder. Se por acaso a vítima do enfarte fosse um familiar do ministro e outro se comportasse de modo idêntico, haveria levantamento de rancho no conselho dos ditos.
PS: Escusado será dizer que é para evitar notícias destas que a TVI vai passar a ter um jornalismo suave, com um descendente dos arredas a mandar na estação.

Nota:
Esta abécula anti-fascista desde os seus 18/19 (?) anos quando, como aluno em Coimbra com a impertinência e gaiatice próprias de um reino onde imperam manifestações de uma praxe académica única, ancestralmente ali praticada, obteve a sua "CRUZ DE GUERRA" (que lhe tem servido às mil maravilhas para nossa desgraça) com o apalhaçado acto descrito no texto, é actualmente um polivalente e prolixo político da cambada a quem o país se continua a entregar de forma amansada. Triste, tanto mais quanto o noticiado pela TVI. Insólito, desumano, revelativo do exercício de um estatuto social e pessoal de notoriedade e prepotência que eu pensava já inexistente e atirado para debaixo de qualquer tapete! É a vida… sendo porém também e sobretudo a realidade.
Só lastimo que nesta selva onde a maioria dos cidadãos tem o (des) privilégio de vegetar, aquela senhora idosa, citada na notícia, não fosse a Senhora Mãe do dito cujo.
V.Clemente


Portugal, um país de bananas governado por sacanas.
Rei D. Carlos

26/02/2011

Como funciona a geopolítica mundial







3 Partes de uma entrevista, que elucidam de forma muito objectiva e simples como é que funciona a geopolítica mundial actual, nomeadamente a política neoliberal das grandes corporações multinacionais sobretudo, neste caso, através dos sucessivos governos norte-americanos... mas há outros, claro...

Enviado por e-mail pelo Amigo Artur Ferreira Pinto

25/02/2011

"Face Oculta": Processo político!


Com este título Rui Rangel, na sua crónica ESTADO DAS COISAS, no CM de 24/02/2011, alerta para uma afirmação do advogado de Armando Vara (principal arguido deste processo) sobre que este caso "não era mais do que um processo político". Com tais declarações que pretende ele perante o silêncio da Ordem de Advogados? "Agradar ao seu cliente ou tentar confundir os portugueses, desprestigiando a Justiça? Segundo Rui Rangel "(...) há limites éticos e deontológicos que não pode ultrapassar" e "(...) confundir os portugueses é uma tentativa falhada. Já ninguém se deixa embalar por esta 'canção pimba' cuja letra e música assentam em argumentos falsos."
"O processo 'Face Oculta' é um processo judicial de natureza criminal, com arguidos, que uns dias são políticos e outros são, como diziam os Gato Fedorento, uma espécie de magazine, ou seja , gestores. Como processo-crime que é, compete aos tribunais investigar, acusar e julgar os seus responsáveis. Não compete ao poder político, por muito que custe ao senhor advogado."
Diz mais: "Como processo político, a absolvição era certa, mesmo que fosse culpado." e " A absolvição material e substantiva no processo judicial é redentora. Já a absolvição política não tem qualquer relevância."
Chama ainda a atenção para: " Assim, não adianta lançar a ratoeira do processo político para denegrir e para tirar força ao que a Justiça vier a apurar no processo judicial 'Face Oculta'."
E a finalizar diz: "Ou alguém pensa que só pelo simples facto de serem políticos tinham que ser absolvidos?"
Verifica-se pois, poder haver falta de ética na condução da defesa deste arguido, ao utilizar-se este tipo de argumentos!

24/02/2011

Era no tempo em que...


Era no tempo em que, no palácio das Necessidades, ainda havia ocasião para longas conversas. (mas podia passar-se hoje...).
Um jovem diplomata, em diálogo com um colega mais velho, revelava o seu inconformismo. A situação económica do país era complexa, os índices nacionais de crescimento e bem-estar, se bem que em progressão, revelavam uma distância, ainda significativa, face aos dos nossos parceiros. Olhando retrospetivamente, tudo parecia indicar que uma qualquer "sina" nos condenava a esta permanente "décalage". E, contudo, olhando para o nosso passado, Portugal "partira" bem:
- Francamente, senhor embaixador, devo confessar que não percebo o que correu mal na nossa história. Como é possível que nós, um povo que descende das gerações de portugueses que "deram novos mundos ao mundo", que criaram o Brasil, que viajaram pela África e pela Índia, que foram até ao Japão e a lugares bem mais longínquos, que deixaram uma língua e traços de cultura que ainda hoje sobrevivem e são lembrados com admiração, como é possível que hoje sejamos o mais pobre país da Europa ocidental.
O embaixador sorriu, benévolo e sábio, ao responder ao seu jovem colaborador:
- Meu caro, você está muito enganado. Nós não descendemos dessa gente aventureira, que teve a audácia e a coragem de partir pelo mundo, nas caravelas, que fez uma obra notável, de rasgo e ambição.
- Não descendemos? - reagiu, perplexo, o jovem diplomata - Então de quem descendemos nós?
- Nós descendemos dos que ficaram por aqui...

Sem comentários!!!

O FUTURO EM VIDRO



Algo que já não está tão distante quanto se pensa, abra o link abaixo:

http://www.dump.com/2011/02/12/a-day-made-of-glass-cornings-vision-for-the-future-with-specialty-glass-at-the-heart-of-it-video/

23/02/2011

O CERNE DO ACTUAL BLOQUEIO POLITICO/FINANCEIRO


Uma proposta de Lei do CDS, apresentada na AR, apoiada pelo PCP e BE, foi rejeitada pelo PS com o apoio expresso do PSD, no dia 18 do corrente. Em que consistia esta proposta? Numa coisa simples, justa e prioritária, que se consubstanciava na existência de limites e cortes nos vencimentos escandalosos (e acrescentaria “mordomias”), dos gestores das empresas públicas do Estado.
Simples, pois é de uma evidencia cristalina; justa, pois é uma indecência pornográfica haver tais ordenados e regalias, tendo em conta os vencimentos médios da população, a condição do país e as manchas de pobreza existentes; e prioritárias, pois não se devem (porque poder já se viu que podem!), pedir sacrifícios a toda a Nação e os principais responsáveis em exercício – e também culpados maiores do descalabro criminoso em que colocaram o país – não dão uma ponta de exemplo!
Isto não é demagogia é, na mais elementar hierarquia das virtudes e da liderança, apenas bom senso. A esta gentalha não lhes falta, porém, senso. Apenas escrúpulos e vergonha.
Se, aliás, tivessem uma réstia de pensamento no serviço público nem sequer lhes seria difícil manter a equidade: bastava manter em vigor a Lei 2105 de 6 de Junho de 1960, em que se proibia que a remuneração de um qualquer gestor do Estado pudesse ser superior à de um ministro. Simples e eficaz!
Mas parece evidente que uma lei nitidamente “fascista”não podia ser aceite pelos paladinos da “Democracia”…
Os leitores farão o favor de reparar – e já é tempo de deixarem o conforto do sofá pela luta na defesa da decência na sociedade e menos na contemplação do seu umbigo – que desde que a crise se instalou, mesmo a contragosto do discurso político, todas as medidas de austeridade e contenção se situaram no âmbito da população, mas nunca onde poderia doer à classe política. Ou seja, no orçamento da Presidência da República; Assembleia da mesma; Governo e gabinetes dos ministérios; na administração das empresas públicas; nos bancos, nas autarquias; nos governos e parlamentos regionais; nas fundações; nas parcerias público – privadas; nos institutos públicos; nas empresas camarárias; nos tribunais supremos, etc. De facto em qualquer âmbito que possa afectar, nem que seja ao mais de leve possível, qualquer membro de um cargo político, ou a função para onde normalmente migram depois de se sacrificarem pela Pátria…
Mesmo o 10% de corte aplicável na função pública foi largamente compensado pelos aumentos, entretanto efectuados, nos subsídios de representação, ajudas de custo e similares. E são públicas as tentativas obscenas de contornar a lei por parte de algumas administrações de empresas públicas e do Governo Regional dos Açores, por ex.
Porque é isto assim? Simples e medianamente claro: porque a fazerem-se cortes equitativos no conjunto da população, isso iria, de facto, afectar os detentores, ex-detentores, e futuros aspirantes a detentores de cargos político – partidários. Ou seja, as clientelas dos Partidos.
Quer dizer, que umas 50000 famílias (grosso modo), cerca de 200000 pessoas, arrogam-se o direito de sugar e dispor de cerca de 90% da riqueza criada no País e dispensar os trocos restantes ao remanescente da população.
Eis a razão pela qual o PS – que é poder agora – votou contra a proposta e o PSD – que aspira a ser poder – também o fez. E sabe-se que a maioria dos que já passaram pelas cadeiras do poder também pertenceram a estas duas filantrópicas agremiações.
O BE e o PCP não têm, por seu lado, qualquer problema em votar a favor, pois sabem que não vão ser poder
(isto é, não vão ocupar as tais cadeiras), ao passo que usufruem de umas migalhas gordas enquanto estiverem com um pé no sistema. O CDS de onde parte a proposta é o caso mais curioso: está na charneira do poder: é do sistema e pode ser “bengala” do poder. Neste âmbito usufrui de todos os lados e colhe votos no eleitorado. A proposta beneficia-o e, por isso, faz sentido a sua iniciativa. Resta saber se é sentida e não apenas (mais) um rasgo demagógico.
Esta é pois uma das principais razões pela qual o actual sistema político está num impasse e bloqueado. E não tem saída própria, vai apodrecer com o tempo e as misérias humanas.
Infelizmente isto não é de agora. Tem as suas origens em 1820 e só foi interrompido durante um “buraco negro” da nossa História recente, de que não se pode falar com direito ao contraditório.
Façam o favor de estudar, reflectir e cruzar informação, que acabam por perceber.

João J. Brandão Ferreira, 20/02/11

22/02/2011

É PRECISO ACABAR COM OS TRUQUES SOCRÁTICOS...

"Magalhanização" das exportações incomoda empresários portugueses.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1788235&page=-1

Passos Coelho critica «nova modalidade» do Governo para divulgar execução orçamental
http://economia.publico.pt/Noticia/passos-coelho-critica-nova-modalidade-do-governo-para-divulgar-execucao-orcamental_1481160
É preciso desmascarar esta corja.
"Não basta ser político para ser bem educado"
A Política é assunto demasiado complexo e importante para ser entregue apenas aos políticos
Dizer que Sócrates gosta de truques não parece ser calúnia de um ou outro cidadão, mas sim uma opinião generalizada que ressalta a cada passo, pela mão de pessoas credíveis. Hoje, na sequência de notícias anteriores, salta aos olhos «Sócrates gosta de truques». Também é recordado o antecedente do truque do Magalhães que incomoda empresários portugueses. As afirmações e contradições sobre casos como o grau académico, o Freeport, a Face Oculta, a Ota, o TGV, a TVI, o caso Figo, etc. mostram que a verdade foi sempre encoberta por truques de manipulação e de lavagens colectivas ao cérebro, não apagando indeléveis suspeitas.
Tudo isso, que não é fácil desaparecer da memória dos mais atentos e isentos, leva a compreender que o respeitável António Barreto tenha afirmado "Fomos enganados durante 6 anos" e que a afirmação do PM de que os Números da execução orçamental são “um bom começo” tenha suscitado a opinião do líder da oposição que critica «nova modalidade» do Governo para divulgar execução orçamental e exorta Governo a fazer menos campanha e governar mais, e, também, a de Jerónimo de Sousa ao dizer que «Redução do défice foi feita à custa do corte dos salários» e não da redução das despesas da máquina estatal.
Em vez de uma informação clara correcta e leal aos concidadãos de que deve ser representante e defensor dos interesses nacionais, feita através de boletins oficiais com dados rigorosos (mais do que os das eleições presidenciais!), são usados slogans tipo «vendedor da banha de cobra, ou propaganda falaciosa, para criar falsas expectativas e ilusões quando ao futuro. E, perante isso, aparecem notícias como a que diz que Portugal esteve à beira da bancarrota na quarta-feira e a que informa que Economia e consumo privado estagnaram em Janeiro, que contradizem o falso optimismo pretendido pelo PM nas suas palavras pouco credíveis.
Entretanto, continua a discrepância e o fosso entre os mais ricos e os mais pobres que leva a perguntar «Crise e salários chorudos onde pára o bom senso?» e surgem alertas de perigo que arrastam o pensamento para o que se tem passado no Magrebe e no Médio Oriente, como o de «Empresários de transportes ameaçam parar o país» o que faz recordar que no Chile uma grande revolução foi iniciada pela paralisação do país com a falta de transportes.
Oremos aos deuses para que o bom senso, a verdade, a lealdade e o sentido de Estado entrem nas cabeças e nos corações dos governantes, para bem dos portugueses.

Nota:
O Empresário da Jerónimo Martins pertence a uma familia de gestores que ao longo dos anos soube trazer riqueza a Portugal. Portanto, "sócrates" devia pensar duas vezes antes de o criticar!
Homens como este são necessários ao País que infelizmente tem sido (des)governado por pessoas menos capazes e cheias de truques para sobreviverem no poder! Tenho pena pela forma como Portugal tem caído! É uma ruina do que foi!!!

Publicado por Luis no Do miradouro

DE ONDE VEM O DINHEIRO?


Petição pede investigação a investimentos de Rangel
JN. 110221. 02h30m. ISABEL TEIXEIRA DA MOTA

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Media/Interior.aspx?content_id=1788769

O advogado da FCB&A Rui Tabarra e Castro defende que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deve investigar de onde vem o dinheiro para os investimentos no novo grupo de média liderado por Emídio Rangel e Rui Pedro Soares.
Rui Castro é o primeiro signatário da petição pública "Quem financia Rui Pedro Soares e Emídio Rangel?" que já circula na internet e recebeu em poucas horas mais de 50 assinaturas.
Segundo o advogado, é preciso que a ERC averigue em que condições certas empresas ligadas a Rangel e Rui Pedro Soares compraram os direitos de transmissão dos jogos da liga Espanhola, compraram a rádio Europa, preparam um novo semanário e negoceiam a compra dos direitos de transmissão dos jogos do Benfica.
"Essas empresas assinaram compromissos no valor de 12 milhões de euros, mas o investimento total pode ser superior aos 50 milhões de euros. Tudo isto sem que se perceba de onde vem o dinheiro. A MediaPro, anunciada como parceira, tem um passivo superior a 900 milhões de euros e está sob administração judicial", salienta a petição. O advogado refere que Soares é arguido no caso TagusPark e terá tentado comprar a TVI com dinheiros públicos.
De concreto, a ERC autorizou recentemente a aquisição pela Dreamradios, S.A. da totalidade do capital social da Sociedade Franco-Portuguesa, S.A. (Rádio Europa), mas, dado que a Dreamradios não é um operador de rádio (somente o titular do capital social), não está obrigada à identificação nominativa das acções. Emídio Rangel, que faz parte do conselho de administração, não atendeu o telefone até à hora de fecho desta edição.