"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

23/12/2011

O politico que representa realmente a opinião da população...



Como gostaria de ver na nossa AR Alguém com esta postura! Mas não, todos que lá estão, independentemente do partido a que pertencem, só pensam na obtenção de mais mordomias!
Perderam-se os Valores e os Princípios! Que Vergonha!

3 comentários:

Luciana Kotaka disse...

Olá amigo, desejo um natal cheio de luz, amor e alegria, que 2012 possa trazer para você e para todos, muita paz, harmonia,tudo para que nosso planeta possa ter de melhor.
Um abraço super carinhoso

Pelos caminhos da vida. disse...

Sempre que duas pessoas se perdoam mutuamente, É Natal. Sempre que você mostra compreenção para com seus filhos, É Natal. Sempre que você ajuda a alguem, É Natal. Sempre que alguém se decide a viver honestamente, É Natal. Sempre que nasce uma criança, É Natal. Sempre que você experimentar dar a tua vida um novo sentido, É Natal. Sempre que você se olha com os olhos do "coração", com um sorriso nos lábios É Natal, pois nasceu o Amor, pois nasceu a Paz, pois nasceu a Justiça pois nasceu a Esperança, pois nasceu a Alegria, Pois nasceu Cristo, Nosso Senhor!

Feliz Natal Luís.

beijooo.

A. João Soares disse...

Caro Luís,
Como é difícil ler todas as legendas deixo aqui as principais ideias do deputado:

Segundo o Deputado Mr Bloom, no Parlamento Europeu em Estrasburgo, em 11 de Maio de 2011, a regra das pessoas e dos países deve ser não gastarem mais dinheiro do que aquele que recebem. Os políticos ficam estupidamente surpreendidos quando os países se endividam, mas as dívidas são contraídas porque os políticos, ridiculamente ignorantes e incompetentes, gastam persistentemente mais dinheiro do que aquele que recebem de impostos, mais dinheiro do que aquele que alguma vez poderão cobrar de impostos. E para maior desgraça, a grande fatia desse dinheiro é simplesmente desperdiçada.
E os políticos em conivência com os bancos centrais usam abusivamente a máquina de imprimis dinheiro. Se um cidadão tivesse uma máquina de fazer dinheiro tratava-se de um crime, mas os políticos e os seus bancos centrais ficam ao lado de tal legalidade. E daqui resulta a imoralidade de serem os cidadãos comuns a arcar com as consequências de tais erros dos políticos, a sofrer o resultado da falência do Estado.


Que bela lição vinda de dentro da Instituição!!!

Abraço
João