"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo
Mostrar mensagens com a etiqueta ética e equidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ética e equidade. Mostrar todas as mensagens

05/02/2012

Subsídio-nomeados pelo governo


O ministro Álvaro Santos Pereira, ao anunciar as alterações ao Código Laboral, entre o café e o pastel de nata, declarou:

Não é suposto o Estado criar emprego mas sim condições para que as empresas o possam fazer.

Trata-se de mais uma denúncia contra o “monstro”. Rebelam-se contra o Estado, o Senhor Ministro Álvaro – oh Crespo, não lhe chamei apenas Álvaro – e mais um rol de outros ministros, secretários e subsecretários de estado, deputados e gestores públicos, ex e actuais, afinados pelo diapasão de sonoridades do actual governo.

Há, de facto, uma caterva de gente, sobretudo do PSD e do CDS, a condenar sistemática e contundentemente o Estado, a despeito de, anos a fio, trem vivido sob o tecto confortável e generoso desse mesmo Estado – do poder central ao local, a lista de quem, de pelintra a remediado, beneficiou da protecção e se catapultou para um estatuto socioeconómico de casta é imensa.

Ler mais deste artigo

Carlos Fonseca, no Aventar

14/10/2011

OS BONS EXEMPLOS SEGUEM-SE E OS MAUS DEVEM SER BANIDOS!



É nos momentos de crise que se vêm os Estadistas e pensando nalguns deles lembrei-me de alguns bons exemplos que alguns deles, através dos tempos, nos deram!
Assim lembro, entre outros, o Rei D. Carlos, o Presidente Manuel de Arriaga, o Presidente Ramalho Eanes, o Primeiro-ministro Oliveira Salazar, os Ministros Costa Leite Lumbrales e Raul Ventura, diversos Diplomatas entre eles o Duque de Palmela e tantos outros, que com o seu espírito de missão dispensavam mordomias e benesses, alguns deles gastando até dos seus bens pessoais para exemplo a ser seguido pelos demais. Tenha-se em atenção que todos eles eram competentes nos lugares que ocupavam desempenhando-os pela melhor forma sem gastos faraónicos como actualmente se vê!
Hoje em dia, com a permissividade e a falta de ética existentes, deixou de haver espírito de missão nos carreiristas da política (na maioria vindos dos "Jotas") passando a haver maus exemplos que devem ser banidos quanto antes!
Neles podemos referir as comitivas presidenciais de Mário Soares, de Cavaco Silva e de outros representantes nacionais ou regionais, são as mordomias e benesses de apoio a ministros, deputados, juízes e demais políticos que por aí vegetam!
Lembra-se que nunca houve tantos deputados, assessores, assessores de assessores que só servem para aumentarem as despesas do Estado nada trazendo de melhorias para nós Portugueses!
Os Orçamentos relativos à Presidência e à Assembleia da República são disso prova bastante do que dizemos que comparados com a nossa vizinha Espanha são de molde a envergonhar-nos pois com uma população 3,9 vezes maior e uma superfície 8,2 superior consegue gastar metade do que nós e com melhores resultados.
Passos Coelho deu já pequenos exemplos viajando em executiva mas isso só não chega! Há que ter coragem para cortar onde o deve fazer e com todo o rigor pois criando só impostos sobre impostos naqueles que já estão totalmente “depenados” não só não resulta como cria indignações e revoltas que deveriam não existir de momento!
Com a idade que tenho vivi momentos de crise e de sacrifícios mas nunca como os agora propostos. Passamos dos tempos das “Cigarras Sócrates & Companhia” para uma Austeridade desmesurada e não equitativa. Não sou dos que gritam “os ricos que paguem a crise” mas sou dos que entendem que os que a criaram devem ser responsabilizados!
Por outro lado entendo também que as medidas de Austeridade devem ser extensivas a todos por uma forma equilibrada, coisa que não está a acontecer.
As reduções devem passar por todos e não só por alguns… sempre os mesmos! Há que reduzir as despesas do Estado, nos Institutos, nas Fundações, nos deputados e assessorias diversas que por aí proliferam criando custos incomportáveis e de difícil resolução.
Façam “contas de mercearia” não gastando o que não têm e obrigando todos a serem pobres para “alguns”, poucos, viverem” à rica e à francesa”!


HAJA BOM-SENSO, PARCIMÓNIA, EQUIDADE E BONS EXEMPLOS! PORTUGAL PRECISA!