"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo
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06/02/2010

RICARDO RODRIGUES, O ROSTO DO PS PARA O COMBATE À CORRUPÇÃO


Ricardo Rodrigues é o deputado a quem os socialistas deram a pasta do combate à corrupção nos debates parlamentares. Eis a sua história, para se avaliar o empenho do PS nesta luta.
Notícia completa aqui:

http://jornal.publico.clix.pt/noticia/20-12-2009/relacao-confirma-envolvimento-de-ricardo-rodrigues-com-gang-internacional-18453719.htm

NOTA:
Como é possível o PS colocar uma pessoa com estes antecedentes para combater a corrupção? Não foi por acaso tal nomeação! Estará lá é para que nada se faça para a evitar...





01/11/2009

Rui Rio político sério

Quando aqui são referidos casos como operação Face Oculta, Apito Dourado, BPN, Freeport, Aterro Sanitário da Cova da Beira, Vale da Rosa, Casa Pia, Facturas Falsas, Furacão, Portucale, etc. que directa ou indirectamente afectam a imagem de honorabilidade de políticos activos ou já afastados e que configuram uma tela negra em desfavor de homens públicos de cariz político, costumo evitar generalizar admitindo expressamente que pode haver «eventuais excepções».

E há excepções, felizmente, pois nem todos caem nas tentações da corrupção e do enriquecimento ilícito ou na simples conivência da troca de favores.

Por outro lado a corrupção, mal que afecta gravemente o país segundo as notícias e as conversas a todos os níveis e sectores, pode ser combatida se os detentores do poder tiverem vontade para isso, como preconizou o engenheiro João Cravinho e agora demonstrou, de forma bem visível, o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, que não quer ser cúmplice ou conivente de um acto de corrupção que, segundo se diz por aí, não é raro nem excepcional.

O caso de corrupção de um técnico da Câmara, agora abortado pelo presidente Rui Rio, pode ser visto com mais pormenor no Jornal de Notícias e no Público, fazendo clique nestes links.

Sendo a corrupção difícil de detectar directamente, torna-se necessário, para ser combatida e dissuadir ou evitar os potenciais praticantes, que cada caso conhecido seja comunicado de qualquer forma às autoridades policiais ou judiciais. Torna-se dever de cada um participar na cura dessa chaga que prejudica os interesses nacionais, os dinheiros dos contribuintes e o bom funcionamento dos serviços públicos. Um empreiteiro que paga luvas vai buscar o dinheiro ao seu cliente que paga por um serviço perfeito e recebe uma obra de menor qualidade.

Rui Rio dá um exemplo de muito mérito que deve ser seguido por todos os responsáveis pela gestão pública. Continue com essa ética e nunca esmoreça.

A cidade do Porto está de parabéns pela acção do seu presidente.

15/10/2009

Caso Freeport

É esta a peça que Sócrates não queria que fosse ouvida e Manuela Moura Guedes ia apresentar na sexta-feira...

Por enquanto...está aqui...depois a censura apagá-la-á!

Peça preparada sobre o outro primo do primeiro-ministro, José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, também conhecido pelo «O Gordo», actualmente algures em Benguela.

http://www.videos.iol.pt/consola.php?projecto=27&pagina_actual=1&mul_id=13162208&tipo_conteudo=1&tipo=2&referer=1

25/09/2009

Cargos políticos à venda???

Para que, em data tão sensível, não seja ser suspeito de parcialidade cito uma notícia que vem no Público e no Diário de Notícias.

Refere-se a acusação que o membro do PS que foi cabeça-de-lista pelo círculo de Fora da Europa, nas legislativas de 2005, fez a dois dirigentes do mesmo partido muito mediáticos que terão negociado cargos políticos em troca de financiamento ao partido, em que terá estado envolvido um empresário da máfia dos bingos. Não cito nomes para não descer à baixa politiquice, mas basta seguir os links para saber os pormenores.

Há poucos dias foi notícia que noutro partido houve financiamentos parecidos e até foi referida a compra de votos.

Como não há fumo sem fogo, está a compreender-se melhor a afirmação de conhecido político de que a ética e a política são inconciliáveis. Tal maneira de fazer política sem ética, sem princípios, sem normas, não olhando a meios para atingir os fins, eles próprios muito discutíveis, faz lembrar a feira que se efectua duas vezes por semana no Campo de Santa Clara, em Lisboa, não pelo que lá se faz, mas pelo que deve ter estado na origem do nome, Feira da Ladra.

Nestes negócios da política, os cargos não são ocupados por competência mas por corrupção. Os financiadores, com um pequeno investimento, adquirem um tacho onde recuperam, a multiplicar por «n», o que pagaram e, dessa forma, a corrupção vai aumentando em espiral, em prejuízo dos empregados e dos clientes dos empresários e, em consequência, do País.

Com políticos deste jaez, o voto útil é o voto em branco, porque não se deve passar procuração com plenos poderes a gente que não merece confiança.