"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo
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05/02/2012

O PS ESTÁ ESQUECIDO DO ACORDO QUE FEZ COM A TROIKA!



O PS assinou em Maio passado o “Memo da Troika”. Compara o “Memo da Troika” com as declarações de agora do PS
.


No Blogue 31 da ARMADA

07/12/2011

UMA PROPOSTA DO PCP... AFINAL SÃO TODOS IGUAIS!


Segundo o Correio da Manhã e confirmado pela TSF, o parlamento aprovou esta sexta-feira por unanimidade uma proposta do PCP que elimina a possibilidade das pensões dos magistrados jubilados serem alvo de contribuições extraordinárias, como as incluídas no orçamento.
Porquê??? Por ser presidido por uma pessoa que se reformou aos 42 anos com uma pequena pensão de 7000 euros, após 10 anos de trabalho árduo num dos mais difíceis e insalubres locais de trabalho do país?
Por os magistrados serem diferentes dos outros cidadãos?
Por ser uma medida que visa uma distribuição mais justa dos sacrifícios, como nos zurzem constantemente as rábulas dos políticos do PCP?
Será que na assembleia não há espelhos e um mínimo de vergonha?
Será que as pensões dos magistrados são assim tão baixas?
Ou serei eu que sou parvo e não entendo o inefável e profundo pensamento dos nossos representantes legislativos?
Não há Vergonha neste Parlamento! Até quando?

30/10/2011

E irão pagar uma "contribuição solidária" em 2012? Ná...


Subvenção Mensal Vitalícia

Em Portugal, os ex-titulares de cargos políticos recebem uma prestação mensal vitalícia quando deixam de exercer esse cargo e já são mais de 400 os beneficiários deste regime de excepção.
Os valores acumulados com estas subvenções já ultrapassaram 90 milhões de euros e custam ao erário público cerca de 8 milhões de euros por ano. Num país em crise profunda, onde se cortam vencimentos e pensões de mil euros, as subvenções quase todas elas com valores superiores a 2 mil euros ficam incólumes aos cortes porque afinal só são percebidas em 12 meses.
Caros ex-combatentes comparem os nossos CEP, SEP, AVP que variam entre 75 e 150 euros por ano (6,25 € a 12,50 €/mês), “benefícios” adquiridos por 2 anos de comissão nas guerras em África ao serviço da Pátria.

São estes senhores beneficiários de tais subvenções que acumuladas com reformas chorudas nos entram todos os dias pela porta dentro através da televisão a dizer que é preciso cortar despesa porque a dívida pública engorda a cada dia que passa.

Hoje não me apetece tecer mais comentários, isto já enjoa, e sabem que mais? Estas leis que protegem a classe política são sempre aprovadas por unanimidade na Assembleia da República, da direita à esquerda, todos comem do mesmo “tacho”
. Aqui fica a lei que permite esta legalidade mas que no momento presente é uma enorme imoralidade: Lei 4/85.
Mário Mendes

09/06/2011

MAIS QUE ESCANDALOSO... UMA VERGONHA


Isto é um espanto! Há lata para tudo:

1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça?


Não? Ok! Eu esclareço: trata-se de actualizar conteúdos. Acham que o ministro Costa recorreu a um informático qualquer para tratar do assunto? Não! Trata-se de uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros mais o subsídio de almoço, claro!


2. E sabem quem tem o perfil adequado a essa extremamente especializada função?


Não? Ok! Eu esclareço. Trata-se de Susana Isabel Costa Dutra. Susana Isabel Costa Dutra, é (por um acaso daqueles que só acontecem em Portugal) filha do ministro Alberto Costa.

Se puderem espalhem pois pode haver alguém que não tem acesso ao Diário da República, ficando assim prejudicado de saber que "lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim..."

17/04/2011

As "poupanças" dos eurodeputados!


Senhor Presidente, Senhores Dirigentes Partidários: 


Quando é que alguém acaba com esta pouca-vergonha, com este rega-bofe ? 
Quando será que os "eleitos do Povo" passam a respeitar o Povo que os elegeu? 

Amigos: Divulguem o mais que possam... a ver se assim "eles" começam a ter vergonha...! Fernando Manuel da Silva e Sousa BI 5321063 
«Quando as viagens de avião dos eurodeputados eram pagas ao quilómetro, eles escolhiam ir em turística. Depois, passaram a ser reembolsados só mediante a entrega do bilhete e começaram a viajar em executiva. 

Esta semana, o eurodeputado português Miguel Portas (do BE) fez uma proposta para que as viagens de avião com menos de quatro horas fossem só em turística. A proposta fazia poupanças públicas (por exemplo, um Lisboa-Bruxelas ficava três vezes mais barato). 

E tinha sentido nos tempos que correm: não dizem todos, é a crise? Então, que todos a paguem (mesmo que o que para uns seja cortar os dedos, para outros seja só aparar as unhas)... Ora o Parlamento de Estrasburgo votou contra (402-216), confirmando o egoísmo dos que podem ("temos de apertar o cinto: apertem!"). 

Havia, porém, uns eurodeputados em condição especial, os portugueses, que votavam na mesma semana em que o seu país foi oficialmente dado por falido. Desses, esperava-se, pelo menos, oportunismo ou fingimento. Exigia-se deles um faz-de-conta sem mácula. Mas votaram assim: 9 por e 9 contra. Quem quiser vá às notícias ver a que correspondem em grupos políticos. O importante, mesmo, foi 9 agarrarem-se ao seu privilégio do aperitivo antes do descolar. Terem-se agarrado a isso em troca de se exporem demasiado releva uma sinceridade preocupante: mostraram desprezo pelos seus eleitores e não se importam. 

PS: Para que se saiba quem votou contra: *«Conforme relata o «Público», todos os eurodeputados do PSD presentes na votação desta quinta-feira no Parlamento Europeu votaram contra a emenda 3 ao «relatório Fernandes». São eles José Manuel Fernandes, Paulo Rangel, Regina Bastos, Carlos Coelho, Mário David, Maria do Céu Patrão Neves e Nuno Teixeira. Também Capoulas Santos e Correia de Campos, do PS, votaram contra o fim desta regalia, cujo objectivo era reduzir os gastos. A emenda foi rejeitada pela maioria dos membros do PE: houve 402 votos contra, 216 a favor e 56 abstenções.»*

12/01/2011

POIS, POIS...TUDO TEM UMA EXPLICAÇÃO...


Afinal o homem tem motivos mais que justificados para se encostar e fundamentar os desmandos do governo! Está em causa o ganha-pão do filho!
E assim avança Portugal... para o precipício!
O Insigne Prof. Dr. Jorge Miranda entende (em parecer pago pelo bolso dos contribuintes) que o corte dos salários no sector público não é (espantosamente, dir-se-ia) inconstitucional porque está em causa o ''interesse público'' (!?).
Porque será?
Uma pista para tamanho mistério poderá ser encontrada no seguinte link:

http://economico.sapo.pt/noticias/chefe-de-gabinete-de-lacao-nomeado-director-na-justica_103650.html
(reparem só no extraordinário currículo do rapaz!)

04/06/2010

Desaparecimentos...


Ratos por todo o lado

Um dos fenómenos constantes e preocupantes ligados a este governo de José S. é a quantidade inusitada de coisas que desaparecem, sempre que poderiam esclarecer acontecimentos noticiados. Devido ao relativamente elevado número desses fenómenos, sem autor conhecido, poderão ser atribuídos a ratos metafóricos que os retiram da atenção pública sempre a favor dos mesmos.

Quanto a documentos desaparecidos é uma catástrofe a sucessão de azares que foram acontecendo a este primeiro-ministro, cuja credibilidade, devida à erosão decorrente, se assemelha a uma metáfora da mentira.

Tudo começou mediaticamente com os problemas da licenciatura na Independente, denunciados publicamente por um blogue e depois os jornais, a reboque.
Os documentos nunca fizeram bater a bota com a perdigota e tudo por causa de infelizes desaparecimentos de originais que deveriam estar arquivados e nunca estiveram. Em vez dos devidos originais apareceram apócrifos justificativos e alguns notoriamente falseados. Pouca gente se importou a sério e ninguém com responsabilidades políticas de pôr cobro a tal situação ( Parlamento e Presidente da República).
Depois, surgiram casos isolados que atestam um ambiente deletério de ocultação. O processo de registo do prédio onde habita uma familiar directa, desapareceu do notário que fez a escritura e o processo camarário do anterior prédio, desapareceu igualmente.

Quando se procurava a ficha biográfica do visado, como deputado na A.R. apenas se encontraram dois exemplares fotocopiados e apócrifos. A original desaparecera misteriosamente e sem deixar rasto sequencial. Pouca gente se importou verdadeiramente e nem o MP investigou devidamente tal fenómeno grave, cujo rato ficou por descobrir.

No caso Freeport os desaparecidos em combate foram as testemunhas de factos contraditórios. Fugidos ou ausentes, desapareceram da ribalta durante o tempo precioso das notícias da TVI.

Mais recentemente, os desaparecimentos foram alargando a outros indivíduos da mesma área de fenómenos estranhos. O deputado Ricardo Rodrigues não encontrou melhor maneira de evitar perguntas incómodas de jornalistas, do que fazer desaparecer os corpos de delito, ou seja, os gravadores que registavam a conversa inoportuna. E os gravadores, eles mesmos, desapareceram depois.

As escutas do Face Oculta, depois de desaparecerem por ordem discutível do poder judicial, desapareceram em forma de resumo, da atenção pública, no Parlamento, por ordem do presidente de uma comissão de inquérito..
Mais recentemente, foi notícia o desaparecimento de documentos de contrapartidas importantes no negócios dos submarinos. Desapareceram, pelos vistos, de uma firma de advogados ligada a estes governos e já na altura em que o presente governo sabia onde estavam.

Quantos mais desaparecimentos vão ainda ser precisos para se restabelecer a normalidade democrática da transparência governativa e política?

posted by josé

14/04/2010

Gestores Públicos e Privados


Sob este Título o meu Amigo José Lomba apresentou no "Aurora do Lima". no passado dia 09/04/2010, um artigo em que refere as diversas mordomias a que têm direito os gestores públicos e privados, acabando por dizer:
"Não me interessa que eles ganhem muito, só não quero ser eu a pagar".
Diz mais, que no caso dos gestores privados serão os accionistas que deverão analizar e fiscalizar essas mordomias, mas no caso dos gestores públicos ou municipais há que moralizar essas situações.

Segundo ele já se começou a legislar sobre o assunto através do DL 71/2007, de 27 de Março, onde são estabelecidas algumas restrições ainda que muito insuficientes.

"QUEM NÃO QUER NÃO VAI PARA GESTOR PÚBLICO. HÁ SEMPRE OUTROS CANDIDATOS".

Para ele e para muitos outros o argumento de pagar muito bem para ter bons gestores não colhe, lembrando os "boys" sem currículo e experiência que têm ocupado esses lugares, com salários bem "chorudos".
O problema está no legislador que não prevê os encargos orçamentais futuros que daí advêm e, por outro lado, a falta de sensibilização para o conceito de SERVIÇO PÚBLICO.

"LEGISLAR, SIM, MAS COM ÉTICA E PARCIMÓNIA".

E termina este seu artigo com uma quadra de outro Amigo Poeta, José Caniné:

Neste mundo que recorre,
À infâmia e que a premeia.
Há gente que ainda morre
Defendendo a vida alheia.

(in "A Modada Vida", Foco Editora)

13/04/2010

ESCÂNDALO NA UE...




Você já reparou que os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE ?

E por quê?

Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos.

Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente escandaloso!

http://www.kdo-mailing.com/redirect.asp?numlien=1276&numnews=1356&numabonne=62286

http://www.lepoint.fr/actualites-economie/2009-05-19/revelations-les-retraites-en-or-des-hauts-fonctionnaires-europeens/916/0/344867

Nota:

E depois desta loucura para ocupar tais lugares vejam o esforço que dispendem que os cansa de tal forma que vão para lá dormir e distrairem-se... Afinal o mal não é só de cá!!! Os nossos aprenderam bem depressa com eles...

25/03/2010

Deputado José Lello e a birra das fotos na Assembleia da República‏

Num passo pouco ético (sim, eu confesso, mas a concorrência 'oblige'), o nosso correspondente conseguiu MESMO tirar uma foto ao computador de José Lello!

E ela aqui está. Por isso, sem mais delongas:

«Senhor Presidente, Senhores deputados (não se preocupem, que eu estou de pé), ei-la aqui, em todo o seu esplendor, a razão da «birra» de José Lello:
Posteriormente fomos informados, pelos serviços de Assessoria da Assembleia da República, que a razão mais profunda da zanga de José Lello foi provocada pelo facto de o Deputado não ter ganho nenhum prémio durante a semana e ter perdido duas plantações, de milho e cevada, bem como viu ser-lhe roubado o balão de ar quente!

(Parece que a semana que aí vem vai ser mais complicada: a ASAE não aprovou a planta de estabilidade da nova mansão de José Lello e a escola está em avançado estado de degradação!)

Farmvillemente falando, claro!

...e assim vai o nosso dinheio.

09/03/2010

«Conivências» e «encobrimentos mil...»

Na comissão Parlamentar de Ética afirmei que todos os dados disponíveis apontam para que existe actualmente em Portugal não apenas «conivência» mas «encobrimento» do poder político por parte do poder judicial. E quando digo poder judicial refiro-me à cúpula da Justiça e não aos tribunais, aos juízes ou aos magistrados.

Quais são esses sinais? Vou enumerá-los um a um, para que não haja dúvidas.
Quando o SOL publicou a primeira notícia sobre o caso Freeport, o procurador-geral da República veio a público, no próprio dia, desmentir o jornal. O título da notícia, como o leitor se recordará, era Ingleses apontam o dedo a ministro português. Não dizíamos quem era o ministro e muito menos falávamos em José Sócrates. Mas o PS tocou a rebate – e Pinto Monteiro veio dizer que não havia qualquer carta das autoridades inglesas, nem qualquer suspeita sobre um membro «deste ou doutro Governo».

Só que a notícia era totalmente verdadeira – e Pinto Monteiro teve depois de dar o dito por não dito.
Quando rebentou o caso Face Oculta, Pinto Monteiro disse ao semanário Expresso, em jeito de desabafo, que se fosse preciso punha as escutas cá fora, e assim dissipavam-se de uma vez por todas as suspeitas. É claro que Pinto Monteiro sabia muito bem que isso não era possível. E apenas o disse para transmitir a ideia de que, naquelas escutas, não havia nada de menos claro. Recorde-se que, uns dias depois, Armando Vara viria dizer mais ou menos a mesma coisa – solicitando autorização para divulgar as escutas em que ele intervinha, o que também não era legalmente exequível, como Vara estava farto de saber.

A divulgação das escutas, feita pelo SOL, teve o mérito de fazer cair as máscaras e pôr tudo em pratos limpos.
Ficou claro que as conversas contêm dados muitíssimo comprometedores, não só sobre a existência de um plano para condicionar alguns órgãos de comunicação social mas sobre a enorme promiscuidade entre o Governo e empresas onde o Estado tem interesses.
O negócio com Luís Figo é disso um lamentável exemplo.

Quando se viu desmentido pela publicação das primeiras escutas – que não eram irrelevantes, como afirmara –, Pinto Monteiro mudou de agulha e passou a dizer que não havia nelas indício de «nenhum crime». Dando de barato que o PGR tenha deliberado sobre isso sozinho, sem mandar abrir um inquérito, a sua opinião era tudo menos consensual. Ainda na semana passada, Diogo Freitas do Amaral escrevia: «O caso das escutas só é ‘meramente político’, como diz o PGR, porque este optou por uma concepção muito restritiva do conceito de ‘atentado ao Estado de Direito’».

Esta actuação do PGR veio recordar outro caso, que já estava meio esquecido: o problema do diploma.
Também aí foi Pinto Monteiro a concluir, acedendo a uma solicitação de José Sócrates, que não houve qualquer irregularidade no modo como o primeiro-ministro obteve o diploma na Universidade Independente. Na altura, toda a gente aceitou como boa a conclusão de Pinto Monteiro.
Mas agora, tendo conta a protecção que o PGR tem dado a Sócrates, também isso é passível de dúvidas.

A suspeita mais grave de todas não é, porém, nenhuma destas.
A suspeita mais grave, que é muito difícil o procurador explicar, é a seguinte: ele sabe há muito tempo que os suspeitos foram avisados de que estavam sob escuta – e que, a partir de 24 de Junho de 2009, as conversas não merecem credibilidade. Pois bem: Pinto Monteiro, no despacho que fez sobre o caso, enfatiza especialmente uma escuta de 25 de Junho que ‘iliba’ o primeiro-ministro no caso da TVI – escuta essa em que se diz, pela boca de um boy (o impagável, embora bem pago, Rui Pedro Soares), que Sócrates não foi avisado do negócio e está contra ele. Para proteger o primeiro-ministro, o PGR valorizou, pois, uma conversa que sabe não merecer crédito (e que, com toda a probabilidade, foi forjada). É a história do gato escondido com o rabo de fora.
Como irá Pinto Monteiro explicar isto – que parece constituir a prova definitiva de que agiu conscientemente para encobrir o chefe do Governo?

Ao ‘abafar' o caso do diploma, ao desmentir notícias do Freeport que depois se confirmaram, ao arquivar certidões do caso Face Oculta sem abrir inquérito, ao desvalorizar escutas que se provou serem relevantes, ao não encontrar quaisquer indícios de crime onde outros encontram, e sobretudo ao valorizar escutas que ele sabia não serem dignas de crédito, o procurador mostrou completa falta de independência.
Pretendeu esconder, iludir, baralhar, desmentir informações, sempre com o mesmo objectivo: ilibar José Sócrates.
Nestas condições, creio que o Presidente da República não tem já alternativa que não seja retirar a sua confiança ao procurador-geral da República. Pinto Monteiro deixou de ter junto dos portugueses a imagem de isenção e credibilidade necessárias ao exercício da sua elevada função.

Não quero acabar esta crónica sem uma nota sobre o presidente do Supremo Tribunal de Justiça.
Numa mesma noite – e num acto absolutamente inédito em termos nacionais e talvez mundiais, pelo menos em países democráticos –, Noronha Nascimento deu três entrevistas a três televisões. No essencial, o presidente do Supremo disse que, nas escutas a José Sócrates que ouviu, não havia nada de criminalmente relevante. Aquelas três entrevistas transmitidas quase em simultâneo, como se algo de muito grave tivesse sucedido em Portugal, tiveram como principal consequência a defesa do primeiro-ministro.
E, dado o momento de tensão que se vivia, assumiram um inquestionável significado político. Ora, Noronha Nascimento tinha obrigação de ter pensado nisso. Se o fizesse, evitaria envolver-se na luta político-partidária que se vivia e vive.

De: José Saraiva de Carvalho

05/03/2010

SINCERAMENTE PARECE QUE QUEREM FAZER DE MIM PARVO, MAS NÃO CONSEGUEM...

Isto é o espelho dos "bois" ao serviço dos Partidos, neste caso do PS!

Quando é que acaba este "Regabofe"? O Povo é sereno mas não é PARVO...

Depois queixem-se se Ele der dois coices no Telhado!!! Oh és tão linda!!!

25/02/2010

AFINAL QUEM FALA VERDADE?

Sócrates pediu para notícia não ser publicada

Henrique Monteiro, director do 'Expresso', garantiu esta quarta-feira na Comissão de Ética que foi pressionado por José Sócrates para não publicar uma notícia relativa à história da sua licenciatura.
'Fui pressionado por conversas de uma forma bastante clara. Numa noite, de quinta para sexta-feira, o Sr. Primeiro-ministro telefonou-me e pediu-me para não publicar a história da sua licenciatura', explicou.
O jornalista sublinhou que foi a única vez na sua carreira que alguém lhe ligou a pedir uma coisa deste género e acrescentou que, posteriormente, dirigiu uma carta ao primeiro-ministro onde lamentava a sua atitude, nunca obtendo resposta.

Henrique Monteiro revelou que também foi pressionado pelo BES, que não gostou de ser envolvido em notícias sobre a privatização da GALP

Publicado pelo Blogue “ Heróis do Mar”.

E depois tem a desfaçatez de dizer o sequinte:

"O país precisa da voz do PS para lutar pela decência na vida política e pela elevação do Estado de Direito" – Sócrates

Quem acredita nisto?

16/02/2010

ÉTICA REPUBLICANA?

Ética republicana. Como se a palavra ética não valesse por si. Como se o adjectivo a valorizasse ou a aumentasse. Como se o mesmo atributo lhe desse um estatuto de uma qualquer superioridade.

Agora que se comemoram os 100 anos da República a propalada ética republicana promete voltar em catadupa. Como já tivemos três Repúblicas, o que quer dizer essa adjectivação da ética? É que já houve de tudo no plano ético e político. Uma coisa e o seu contrário. De positivo e de negativo. De construtivo e de destrutivo. De seguidismo e de persecutório. De direitos e de míngua deles. De verdade e de mentira. De carácter e da sua falta. De serviço probo e de aproveitamento criminoso.

A verdadeira ética não é apropriável. Existe por si ou não existe. Bem sei que somos todos cidadãos e não súbditos. Logo, portadores de direitos e de obrigações. Mas antes e acima do cidadão há sempre a pessoa. Com inteligência, vontade, percepção e consciência. Pessoa e cidadão são indissociáveis na razão ontológica e teleológica da nossa individualidade. Quando se fragmentam, a ética dissolve-se.

Diz-se que a ética republicana consiste sobretudo em cumprir escrupulosamente a lei. Já o fariseu era um absoluto legalista. Acontece que o conjunto das normas jurídicas e o conjunto das normas éticas jamais coincide. Há matérias reguladas pela lei que não exprimem qualquer juízo ético, como há muitas regras de conduta ética que não estão juridicamente plasmadas. A ética não se estrutura na dicotomia legal / ilegal, mas radica na consciência. O conjunto do que é moralmente aceitável (o legítimo) é mais restrito do que é juridicamente aceitável (o legal). Nem tudo o que a lei permite se nos deve impor, e há coisas que a lei não impõe mas que se nos podem e devem impor. A pessoa tem mais deveres éticos do que o cidadão. A consciência de uma pessoa honesta é mais exigente do que o produto de um legislador. A lei é o limite inferior da ética.

Nenhuma lei proíbe em absoluto a mentira, a desonestidade, a deslealdade, a malvadez, o ódio, o desprezo, a vilanagem... Como nenhuma lei só por si assegura a decência, a verdade, a amizade, a generosidade... Na ética pura não há lugar para a falaciosa "terceira categoria ética" dos actos indiferentes entre os bons e os maus.

Olhemos para a crise global que se instalou no mundo. Há muitas explicações técnicas mas, no fim, chegamos sempre à escassez ética onde a fronteira entre o bem e o mal se erodiu fortemente. Olhemos para o que se passa na governação do nosso país, onde a verdade definha, a autenticidade escasseia, o exemplo desaparece. Onde é conveniente separar a pessoa da função e a função da pessoa, como se o carácter fosse divisível. Onde há faces ocultas de quem nada deveria ter a ocultar. Onde assuntos públicos se disfarçam de privados e os juízos éticos não vão além de um qualquer sistema sancionatório ou penalista. Tristes faltas de ética. Chamem-lhe republicana ou não.

António Bagão Félix, Economista

Enviado por e-mail pelo Amigo Zé Manel

15/02/2010

ISTO É NO BRASIL E ... POR CÁ NÃO HÁ MUITA DIFERENÇA! 2


"Tu crias a tua própria realidade, ao longo do teu Caminho..."
Winston Churchill

12/02/2010

SERÁ VERDADE?

Sabe quem é António Pinto de Sousa?

Pois fiquem a saber que é o novo responsável pelo gabinete de comunicação e imagem do IDT (Instituto da Droga e Toxicodependência)!
(Os tachos que eles inventam!)
Este aqui é mais um todo poderoso.
Tem competência atribuída para empossar quem quiser, independentemente da sua qualificação académica e profissional, para os cargos dirigentes do Instituto, contrariando os próprios estatutos do IDT.

E porquê o “Toni”? Perguntarão.
Perguntam e perguntam muito bem.
Não é irmão dos “maçons” Teixeira dos Santos ou Vítor Constâncio.

É MESMO o irmão de José Sócrates.

Esclarecidos? Eu também.

SÓ QUE POUCA GENTE SABE QUE ESTE CAVALHEIRO SE TEM DESLOCADO A ESPANHA PARA TRATAMENTOS DA SUA PRÓPRIA DESINTOXICAÇÃO!.

O Instituto não podia ter melhor imagem!!!!!

E-mail recebido do amigo Ferreira Pinto

01/02/2010

O FIM DA LINHA!


O Fim da Linha

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=161453

«Nota da Direcção
O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade. Acontece que, no domingo à noite, o director do JN o contactou dando-lhe conta das dúvidas que lhe causava o texto que Mário Crespo enviara para publicação no dia seguinte. Basicamente, no entender do director do JN o texto de Mário Crespo não era um simples texto de Opinião mas fazia referências a factos que suscitavam duas ordens de problemas: por um lado necessitavam de confirmação, de que fosse exercido o direito ao contraditório relativamente às pessoas ali citadas; por outro lado, a informação chegara a Mário Crespo por um processo que o JN habitualmente rejeita como prática noticiosa; isto é: o texto era construído a partir de informações que lhe tinham sido fornecidas por alguém que escutara uma conversa num restaurante.Da conversa entre o director e o colaborador do jornal resultou que este decidiu retirar o texto de publicação e informou que cessava de imediato a sua colaboração com o jornal, o que a Direcção do JN respeita.»

NOTA: Certamente, na lógica da classificação de «um profissional impreparado» Sócrates deve de imediato obrigá-lo a frequentar as «novas oportunidades» a fim de adquirir a preparação que lhe falta! O facto de ter sido professor na Independente não representa saber e competência, e nisso Sócrates sabe muito bem como é, pois bem viu aquela «universidade» quando lá foi aluno exemplar.
Publicado No blogue “do Miradouro”, pelo Amigo João

"Sem imprensa livre nenhum combate pode ser ouvido". Quem o diz é a organização internacional não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF), fundada em 1985 pelo francês Robert Ménard. Exemplos onde existe imprensa livre são cada vez menos, como convém aos donos do poder.
Orlando Castro