"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo
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14/03/2011

Poema de agradecimento à corja


Poema de agradecimento à corja

Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.

Joaquim Pessoa

18/03/2010

NÃO HÁ “MONEY FOR THE BOYS”


O Zé Pencas do “Tem Cheira”
Que largou a baboseira
Não há “money for the boys”
Devia de ir pró inferno
Demitir-se do governo
Sem ter regresso depois.

Se estivesse caladinho
E metesse o feio focinho
Naquilo que cheira mal
Assim ninguém ofendia
E certamente faria
Um favor a Portugal.

Com o seu ar arrogante
Sempre armado em importante
Com todos quer armar briga
Parece que o cabeçudo
Quer controlar quase tudo
E tem o rei na barriga

Das juntas de freguesia
Presidentes injuria
E sem pejo ele ofendeu
Mas para mal do casmurro
É que as palavras de burro
Nunca chegaram ao Céu.

(Autor Anónimo)

Do Blogue “Heróis do Mar”

12/01/2010

O MEU PAÍS!!!

SEM MAIS PALAVRAS !

Enviado por e-mail pelo Camarada e Amigo Duarte Fontoura