A aldeia tem só 110 habitantes… Então como surpreender e fazer um pedido de casamento diferente? O rapaz sabia que a noiva gostaria de ir para Itália um dia, então resolveu trazer um pouco da Itália para a ilha de Røvær.
Com 110 habitantes, menos do que vocês tem de amigos no ~face~, é claro que todos souberam do pedido surpresa e ajudaram um pouco.
Inspirem-se!
16/03/2014
07/03/2014
As grandes famílias que governam o mundo
Algumas pessoas já começaram a perceber que são os grandes grupos financeiros que dominam o mundo. Esqueçam as intrigas políticas, os conflitos, as revoluções e as guerras. Não é puro acaso. Tudo está planeado de longa data.
Alguns chamam-lhe "teorias da conspiração" ou Nova Ordem Mundial. Seja como for, a chave para compreender os acontecimentos políticos e económicos actuais, está num restrito núcleo de famílias que têm vindo a acumular cada vez mais riqueza e poder.
Fala-se em 6, 8 ou talvez 12 as famílias que dominam verdadeiramente o mundo. Saber quais são é um mistério difícil de desvendar.
Não estaremos muito longe da verdade ao citar os Goldman Sachs, Rockefellers, Lehmans e Kuh Loebs de Nova Iorque, os Rothschild de Paris e Londres, os Warburg de Hamburgo, os Lazards de Paris e os Israel Moses Seifs de Roma.
Muita gente já ouviu falar no Clube de Bilderberg, da Trilateral ou dos Illuminatis. Mas, quais são nomes das famílias que dirigem o mundo acima dos Estados e controlam os organismos internacionais como a ONU, a NATO ou o FMI?
Para tentar responder a essa pergunta, podemos começar pelo mais fácil: recensear os maiores bancos mundiais e verificar quem são os accionistas, os que decidem.
As maiores empresas mundiais são actualmente: Bank of America, JP Morgan, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs e Morgan Stanley.
Vejamos agora quem são os seus accionistas.
Bank of America:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investor, AXA e Bank of NY Mellon.
JP Morgan:
State Street Corp., Vanguard Group, FMR, BlackRock, T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp. e Bank of Mellon.
Citigroup:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, Paulson, FMR, Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon.
Well Fargo:
Berkshire Hathaway, FMR, State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, BlackRock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers.
Podemos desde já constatar que aparece um núcleo presente em todas as entidades bancárias: State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock e FMR (Fidelity).
Para não as repetir vamos chama-los, daqui para frente os "quatro grandes"
Goldman Sachs:
"os quatro grandes", Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe.
Morgan Stanley:
"os quatro grandes", Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates.
Como acabamos de verificar são praticamente sempre os nomes dos accionistas principais. Para ir mais longe, podemos agora tentar saber quais são os accionistas destas empresas accionistas desses maiores bancos mundiais.
Bank of NY Mellon:
Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt e ... "os quatro grandes".
State Street Corporation (um dos "quatro grandes"):
Massachusetts Financial services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e ... "os quatro grandes" (accionistas deles próprios!).
BlackRock (outro dos "quatro grandes"):
PNC, Barclays e CIC.
Quem é que está por trás de PNC? FMR (fidelity), BlackRock, State Street, etc
E por trás de Barclays? BlackRock
E podíamos continuar durante horas, passando pelos paraísos fiscais nas Ilhas Caimão, domiciliações jurídicas no Mónaco ou sociedades fictícias no Liechtenstein. Uma rede onde aparecem sempre as mesmas sociedades, mas nunca um nome de uma família.
Resumindo: as 8 maiores empresas financeiras dos Estados Unidos (JP Morgan, Wells Fargo, Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, US Bancorp, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley) são controladas a 100% por dez accionistas e temos quatros empresas sempre presentes em todas as decisões: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity.
Além disso, a Reserva Federal é formada por 12 instituições bancárias, representadas por um conselho de administração de 7 pessoas, do qual fazem parte os representantes dos "quatro grandes", que por sua vez estão presentes em todas as outras entidades.
Resumindo: a Reserva Federal está controlada por quatro grandes empresas privadas: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity. Estas empresas controlam assim a políticas monetária americana (e mundial) sem qualquer controlo ou eleição "democrática". Estas empresas desencadearam e participaram na crise económica mundial actual e graça a ela enriqueceram ainda mais.
Para acabar, uma vista de olhos para algumas das empresas controladas por este grupo dos "quatro grandes":
Alcoa Inc.,
Altria Group Inc.,
American International Group Inc.,
AT&T Inc.,
Boeing Co.,
Caterpillar Inc.,
Coca-Cola Co.,
EI DuPont de Nemours & Co.,
Exxon Mobil Corp.,
General Electric Co.,
General Motors Corporation,
Hewlett-Packard Co.,
Home Depot Inc.,
Honeywell International Inc.,
Intel Corp.,
International Business Machines Corp.,
Johnson & Johnson,
JP Morgan Chase & Co.,
McDonald?s Corp.,
Merck & Co. Inc.,
Microsoft Corp.,
3M Co.,
Pfizer Inc.,
Procter & Gamble Co.,
United Technologies Corp.,
Verizon Communications Inc.,
Wal-Mart Stores Inc.
Time Warner,
Walt Disney,
Viacom,
Rupert Murdoch’s News Corp.,
CBS Corporation,
NBC Universal,
...
O mesmo se passa na Europa. Os "quatro grandes" controlam a grande maioria das empresas europeias cotadas em bolsa.
Além disso, todos os homens que dirigem os grandes organismos financeiros, seja o FMI, o Banco Central Europeu ou o Banco Mundial, foram "formados" e permanecem os "empregados" dos "quatro grandes" que os formaram.
Quanto aos nomes das famílias que controlam os "quatro grandes", esses nomes nunca aparecem.
Dinheiro vindo de Bruxelas desviado para 60 paraísos fiscais
O antigo
dirigente da associação que gere as pequenas e médias empresas no país está
acusado, juntamente com mais dois suspeitos, de ter desviado 8,7 milhões de
euros em fundos comunitários, sendo que deste valor, mais de um milhão foi
enviado para 60 offshore, um deles localizado nas Caraíbas, conta o Jornal de
Notícias (JN).
A informação é avançada pelo JN na edição deste sábado,
que apurou junto de fonte ligada ao processo que dos 11 milhões de euros dados
por Bruxelas, no âmbito do Fundo Social Europeu, não foi justificado o gasto
destes 8,7 milhões.O crime terá sido praticado pelo ex-presidente da Associação das Pequenas e Médias Empresas (PME Portugal), Joaquim da Rocha Cunha.
À semelhança do gestor, estão também acusados de fraude na obtenção de subsídio e desvio de subsídio a mulher, Lurdes Mota Campos e Paulo Lima Peixoto.
Ao que consta, mais de um milhão de euros foram mesmo enviados para 60 paraísos fiscais em vários pontos do mundo, incluído nas Caraíbas.
Esta evolução no caso, que remonta a 2008, deve-se à Operação Furacão, na qual se verificou que um banco americano era titular de uma das contas naqueles offshore.
O advogado de Joaquim da Rocha Cunha, Marcelino Pires, confirmou ao JN que já recebeu a informação, mas que ainda não chegaram quaisquer documentos.
A denúncia surgiu devido a uma queixa escrita apresentada por três ex-funcionárias ao Ministério Público.
Nota:
Vamos lá ver se é desta vez que há um julgamento “à séria”…
Notícia de última hora
AUMENTO DE ORDENADOS
Actualização de
aumento de ordenados para deputados é de 5,4%, aprovado por UNANIMIDADE. D.R., 1.ª Série, n.º 226,
de 21/11/2013, relativo ao orçamento de 2014, e o D.R., 1.ª Série, n.º 222, de
16/11/2012.
Desde o CDS ao BE, passando por PSD, PS e PCP, todos de acordo.
Desde o CDS ao BE, passando por PSD, PS e PCP, todos de acordo.
NÃO HÁ VERGONHA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA… OS POBRES QUE PAGUEM A CRISE!
Paul de Grawe, professor da London School of Economics, em entrevista à Lusa.
«Portugal tem tanta austeridade que a dívida se
tornou insustentável, algo tem de ser feito. Não acho que consiga sair do
problema sem uma reestruturação da dívida.» / «O Presidente da República está a
fechar os olhos à realidade...» / «Os portugueses estão a punir-se a si
mesmos.» / «É difícil entender como pode o Governo magoar a população e
sentir-se orgulhoso disso.» / «O governo português fez o grande erro de
tentar ser o melhor da turma no concurso de beleza da austeridade. Não havia
razão para Portugal fazer isso, podia não ser o melhor da turma, podia ser
mesmo o pior e isso seria melhor para economia.» / «Portugal e outros países do
Sul da Europa deviam unir-se e dizer que a maneira como os tratam não é
aceitável. Quando Portugal, Grécia, Irlanda e Espanha levam a cabo medidas de
austeridade, os outros países do Norte da Europa deviam fazer o inverso e
estimular a economia. Vocês têm influência na Comissão Europeia, mas não a
usam.» / Foi criado o novo mito de que temos de fazer reformas estruturais. O
problema hoje não está do lado da oferta da economia e as reformas estruturais
lidam com isso. [...] Portugal fez reformas estruturais, flexibilizou,
reformou o mercado de trabalho e não resultou. Porque o problema está do lado
da procura.» / «Portugal foi posto numa austeridade tão intensa que se tornou
contra produtiva para a economia.» / «Um novo programa de austeridade vai
empurrar Portugal para a insolvência.» / «Dizem aos portugueses que têm de
fazer mais sacrifícios. Para quê? Para pagar a dívida aos países ricos do Norte
da Europa. Isto será explosivo, os portugueses não vão aceitar isso
indefinidamente.»
Paul de Grawe, fez estas declarações tendo presente que a dívida pública portuguesa era de 106% do PIB em Junho de 2011, sendo de 131% em Junho de 2013.
Lembrar que o belga Paul de Grawe, professor emérito da Universidade Católica de Leuven, não é um homem de esquerda. Militante do Open Vlaamse Liberalen en Democraten, partido liberal-conservador, foi senador (1991-2003) e trabalhou vários anos no FMI.
Paul de Grawe, fez estas declarações tendo presente que a dívida pública portuguesa era de 106% do PIB em Junho de 2011, sendo de 131% em Junho de 2013.
Lembrar que o belga Paul de Grawe, professor emérito da Universidade Católica de Leuven, não é um homem de esquerda. Militante do Open Vlaamse Liberalen en Democraten, partido liberal-conservador, foi senador (1991-2003) e trabalhou vários anos no FMI.
Há uma “injustiça de bradar aos céus” para com os pensionistas – Cadilhe
O antigo ministro
das Finanças Miguel Cadilhe afirmou terça-feira que está a ser cometida uma
“injustiça de bradar aos céus” sobre os pensionistas portugueses, que têm um
direito equiparado a um título de dívida sobre o Estado.
“Quanto aos
pensionistas, atenção, há aí uma injustiça de bradar aos céus. Porque os
pensionistas que estão no regime contributivo, isto é, que passaram a sua vida
ativa a contribuir, têm um verdadeiro direito sobre a República, são titulares
de uma espécie de divida pública da República”, disse Miguel Cadilhe durante um
debate com o conselheiro de Estado Vítor Bento no Palácio da Bolsa, no Porto.
O antigo ministro
das Finanças do atual Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva (PSD),
questionou como pode o Estado cumprir “toda a dívida pública perante os
credores externos e internos, mas perante os pensionistas não cumprir essa
outra espécie de dívida pública que advém de eles terem contribuído toda a vida”.
“Contribuíram não
para pagar despesas públicas, mas para assegurar a sua previdência”, disse
Miguel Cadilhe, elogiando o fator de sustentabilidade introduzido pelo antigo
ministro do PS Vieira da Silva.
Actualizado: 29 Jan
2014 00:47:37 GMT | de Lusa
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