"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

19/03/2014

NO BRASIL É ASSIM MAS POR CÁ NADA ACONTECE!!!




   
CENTO E TRINTA (130) GENERAIS se manifestaram publicamente contra a presidente DILMA. A mobilização ocorreu há pouco mais de um ano, e o documento permanece ecoando na internet, mostrando que há gente disposta a lutar pela verdadeira democracia. Os oficiais de alta patente dizem que o governo agiu de forma REVANCHISTA e INCONSEQUENTE, e que governa somente para parcelas diferenciadas da sociedade brasileira. A mídia, com muito medo de que a questão, que já é grave, alcance proporções estratosféricas, depois de vários meses ainda se mantém calada sobre o assunto.
   Os oficiais signatários implicitamente avisam que têm influência sobre a tropa, deixando bem claro que são os responsáveis pelos pilares que fundamentam as forças armadas da atualidade. Avisam que as associações não se intimidarão frente aos acontecimentos e que o atual Ministro da Defesa não tem autoridade para censurar atos de entidades como clubes militares.
“O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas...”
Entre os signatários destacam-se oficiais que ocuparam altíssimos cargos na hierarquia militar, como Zenildo de Lucena e Valdésio Guilherme de Figueiredo, destaca-se também o General Rui Leal Campello, herói da Força Expedicionária - Monte Castello. Em qualquer país sério essa movimentação seria manchete em todos os jornais e motivo de preocupação extrema. Afinal, se a nata das forças armadas está insatisfeita e se predispõe a colocar seu nome em um documento público, alguma coisa realmente importante está acontecendo. São homens sérios, que não "jogam conversa fora", e que têm muita informação e conhecimento sobre o Brasil, além de formação em altos estudos militares, política, estratégia e gestão. O mínimo que se poderia fazer seria ouvi-los oficialmente.
“Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.”
Desde meados de 2012 o manifesto dos militares vem sendo divulgado em vários sites e blogs, principalmente os considerados de direita. Apesar da importância que têm seus signatários, parece que o documento ainda não conseguiu vencer as barreiras que separam o virtual do real. O manifesto tramita pela internet, e de site em site vai crescendo. A grande mídia parece que evita o assunto. Há algum tempo o governo se ressentiu, e falou-se de ameaças de punições disciplinares contra os signatários, por parte do Ministério da defesa. Mas a verdade é que o manifesto continuou ganhando força.
Há de se considerar que se tão grande número de generais se opõe às acções da presidência da república isso pode significar que há realmente algo a corrigir. Se é que existe realmente uma situação conflituosa entre Governo e Forças armadas isso tem que ser reparado com urgência. Além dos 130 generais que assinaram o documento há ainda centenas de outros oficiais, juízes, civis e políticos que apoiaram o manifesto.  http://sociedademilitar.com.br

NOTA:
Depois do meu Manifesto será que poucos me acompanharão? Se assim for tenho vergonha de ser Português!!!

18/03/2014

O MEU MANIFESTO!





A TODOS MEUS CONTACTOS, VEJAM ANALISEM E PONHAM EM PRÁTICA! ISTO É QUE SE VAI PASSAR NO BRASIL... PORQUÊ NÃO FAZER ALGO AQUI EM PORTUGAL? TENHAM CORAGEM E ABSTENHAM-SE EM TODAS AS FUTURAS ELEIÇÕES! COM ISSO NÃO DAMOS DINHEIRO AOS PARTIDOS E DEMONSTRAMOS O NOSSO REPÚDIO PELAS POLÍTICAS DE TODOS ELES... NÃO SE ESQUEÇAM QUE TODOS OS DEPUTADOS DE TODOS OS PARTIDOS, POR UNANIMIDADE, SE AUMENTARAM ESTE ANO NOS SEUS VENCIMENTOS AUMENTANDO A AUSTERIDADE PARA O POVO EM GERAL! É O REGIME QUE ESTÁ PODRE E NENHUM DOS PARTIDOS SE SAFA! SÓ PENSAM NOS SEUS UMBIGOS...
ASSIM:
1-ROGO AOS AMIGOS MILITARES E AMIGOS CIVIS QUE TAMBÉM ESTÃO REVOLTADOS COM OS DESMANDOS, AS ROUBALHEIRAS, COM OS ESCÂNDALOS QUE NOS VÊM NOS BRINDANDO, QUE REPASSEM PARA OS COLEGAS MILITARES, AMIGOS E PARENTES CIVIS, DE MODO A QUE POSSAMOS FORMAR UMA CORRENTE DE PESSOAS DIGNAS E CORRECTAS PARA FAZER FRENTE AO DOMÍNIO DESTE MALDITO REGIME
 2 - ESSA CORRENTE TEM QUE TENTAR, DE QUALQUER FORMA, ALCANÇAR AS PESSOAS DE BEM QUE NÃO TÊM ACESSO ÀS INFORMAÇÕES CORRECTAS E VERDADEIRAS DAS BANDALHEIRAS QUE SÃO TRAIÇOEIRAMENTE ENCOBERTAS PELOS FAVORES DAS BOLSAS, DAS COTAS, DO EMPREGUISMO E DE AÇÕES POPULISTAS DE TODA ORDEM.
ESTA É A MAIOR BATALHA SEM O USO DE NENHUM ARTEFACTO BÉLICO, NÃO SÓ NÓS MILITARES, MAS POR TODOS OS PORTUGUESES INSATISFEITOS COM AS MENTIRAS DESLAVADAS.
VAMOS USAR APENAS UM TIPO DE ARMA QUE CAUSARÁ EM TODOS OS ENGANADORES DE PORTUGAL FERIMENTOS MORTAIS, ESTA ARMA, A MAIS  SIMPLES DE TODAS: A NOSSA ABSTENÇÃO!
VAMOS À  LUTA  PORTUGUESES!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso"
ALBERT EINSTEIN NOS ADVERTE  “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.”
FAÇAMOS O QUE NOS É SUGERIDO, OU MELHOR, O QUE NOS É PEDIDO! ESTE É O EXEMPLO QUE VEM DO BRASIL! PORQUÊ NÃO SEGUI-LO? TEMOS O DIREITO À INDIGNAÇÃO!



16/03/2014

A arrogância ditatorial dos políticos que gerem o país para seu benefício.




Não existe prisão mais eficaz e duradoura, que a falsa ilusão de liberdade. 
Ninguém luta pela liberdade se não souber que não é livre. 
Ninguém luta contra a ditadura se acredita viver em democracia. 

ARROGÂNCIA DITATORIAL
é comparar a reforma de um Deputado com a de uma pobre viúva.
ARROGÂNCIA DITATORIAL
é um cidadão ter que descontar 35 anos para receber reforma e aos deputados bastarem somente 3 ou 6 anos, conforme o caso. E que aos membros do Governo, para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é que os Deputados sejam os únicos trabalhadores (???) deste País que estão isentos de 1/3 do seu salário em IRS.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com salários que fazem inveja aos Técnicos mais Qualificados.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é a enorme quantidade de dinheiro destinado a apoiar os partidos, aprovados pelos mesmos políticos que vivem deles.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é que a um Político não se exija a mínima prova de capacidade para exercer o cargo.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é o custo que representa para os contribuintes a sua comida, carros oficiais, motoristas, viagens (sempre em 1ª  Classe), Cartões de Crédito ilimitado.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é que Suas Exas., tenham quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa mesmo que muitos se declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).
ARROGÂNCIA DITATORIAL é Suas Exas., quando cessam um Cargo, manterem 80% do Salário durante 18 meses.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é que ex-Ministros, ex-Secretários de Estado e altos cargos da política quando cessam, são os únicos Cidadãos deste País que podem legalmente acumular 2 Salários do erário Público.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é que se utilizem os meios de comunicação social para transmitir à sociedade que os funcionários só representam encargos para os bolsos dos contribuintes.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é ter residência em Madrid e cobrar ajudas de custo pela deslocação à capital porque dizem viver em outra cidade.
ARROGÂNCIA DITATORIAL é os governos terem toda a liberdade e coragem para cortar nos salários e reformas, e não cortarem nas PPP. 
Esta deveria ser uma dessas correntes que não deveriam romper-se pois só nós podemos remediar TUDO ISTO.

Forças Ar(ru)madas…





Há ideais que são difíceis de cumprir. Para muitos, o poder incluído, o ideal seria existirem Forças Armadas sem o custo de serem Forças Armadas. Existirem na forma, mas não no conteúdo, ou melhor ainda, que o conteúdo não tivesse custos. Foi então que começou a desenhar-se a intenção de “funcionalizar” os militares. Sendo os militares apenas uma outra versão de funcionários públicos, poupar-se-iam os meios que geralmente lhes são postos à disposição e as condições especiais que hes são inerentes. É evidente que, mantendo-se o princípio da “condição militar”, apenas no essencial, para lhes poder restringir algumas liberdades individuais e mantê-los em permanente disponibilidade, era uma solução inteligente, na arrevezada concepção de inteligência que os nossos governantes cultivam. Sobrava um problema, que era a questão dos meios materiais para que as Forças Armadas continuassem armadas. É uma chatice, mas os militares não conseguem cumprir as suas missões sem armamento e equipamento especializado. Portanto, não se pondo a hipótese de, pura e simplesmente, extinguir as Forças Armadas, havia que menorizá-las, dominá-las e reduzir-lhes os “excessos” de regalias que, na óptica do poder, eram uma afronta aos restantes cidadãos.
Durante anos e anos de democracia, embora esta lhes tenha sido oferecida de mão beijada pelos militares, os vários poderes vigentes foram tratando de denegrir, numa campanha surda, mas meticulosa, a identidade dos militares aos olhos da população em geral, e a técnica tem surtido efeito. Hoje em dia os militares são considerados por muitos como um peso inexplicável na sociedade. É certo que perderam efectivos, o que é compreensível, desde que fruto de uma redimensão ajuizadamente estruturada, mas perderam essencialmente a aceitação, factor importante do sentido de nação, por parte da generalidade do país e têm sofrido uma consequente e visível degradação da sua dignidade, consubstanciada na profunda descaracterização que sofreram na Condição Militar que, por assim dizer, lhes traçava uma identidade bem definida, de acordo com aquilo que se lhes exige como garante da soberania nacional.
Os militares sofrem de muitos e complexos problemas, aliás comuns à grande maioria dos outros cidadãos, mas todos eles radicam, numa primeira abordagem, deste postulado da sua real necessidade de existência, permitindo-nos assim avançar com a seguinte dúvida: quer ou não o país a manutenção de umas Forças Armadas capazes e inseridas no actual quadro político e económico, que é europeu, mas também irrevogavelmente nacional e tem a ver com um verdadeiro sentido de nacionalidade?
Há coisas que são indissociáveis e uma delas é que as Forças Armadas não se podem discutir sem tomar em linha de conta as pessoas que nelas servem. Os militares são cidadãos como quaisquer outros, mas também é verdade que são cidadãos que se expõem a condições que não se exigem a mais ninguém. Os militares, goste-se ou não, concorde-se ou não, estão sujeitos a um compromisso de honra único e para isso têm uma formação única para cumprimento duma missão única que inevitavelmente os distingue do resto da população. Têm restrições e obrigações únicas e é isso que os distingue dentro da igualdade. Essa distinção não lhes é atribuída por capricho ou conluio com quaisquer falsos predicados, é-lhes exigida pela força de razão das suas naturais atribuições de defesa e salvaguarda da Pátria.
Pretender que eles honrem os seus compromissos, assumidos em juramento perante a Bandeira Nacional e ao mesmo tempo forçá-los a equipararem-se a todos os outros servidores do Estado, é não só irracional como atentatório do verdadeiro cumprimento da sua missão profissional.
É portanto pertinente saber-se, não se excluindo mesmo um referendo nacional, se o País quer ou não Forças Armadas. Se está disposto a suportá-las, como uma garantia da existência de um corpo especial inegavelmente ligado à concepção da manutenção de um estado independente ou se se considera tal instituição um peso de custo elevado e dispensável no actual panorama geopolítico. Os militares não podem apenas ser tolerados! Ou são inequivocamente aceites e mesmo indispensáveis ao País, ou então a sua existência diminuída, tolerada e constantemente denegrida, não faz sentido. Nenhum cidadão pode viver com este estigma de ser apenas tolerado e repetidamente acusado de estar a mais na sociedade a que pertence.
Hoje mesmo, 15 de Março, os militares, enquadrados pelas suas associações profissionais, ANS – Associação Nacional de Sargentos, AOFA – Associação de Oficias das Forças Armadas e AP – Associação de Praças, e assumindo-se na sua condição mais abrangente de Família Militar, onde se vão igualmente inserir ex-alunos dos Estabelecimentos Militares de Ensino (CM – Colégio Militar, IO – Instituto de Odivelas e IPE – Instituto dos Pupilos do Exército), que se confrontam também com a injustificada extinção do Instituto de Odivelas e sua integração no Colégio Militar, num total desrespeito por instituições centenárias que muito têm contribuído com a formação de “Cidadãos úteis à Pátria”, vêm para a rua mostrar o seu desagrado com a situação que vivem e denunciar as cada vez mais difíceis condições em que são obrigados a desempenhar as suas missões. E vêm para a rua, não porque gostem ou isso faça parte de qualquer estratégia de desestabilização política. As Associações Profissionais tudo têm feito para dialogar com a tutela, mas esse diálogo é quase nulo ou inconsequente. O Ministro da Defesa, que apenas desempenha um cargo para o qual não tem qualquer competência, é apenas o gestor de crise. A política de autismo é emanada pelo próprio Primeiro Ministro. As Associações, que deveriam ser ouvidas em muitos dos temas em discussão, são ignoradas e isso, como é evidente, retira-lhes margem de manobra para poderem contribuir com bom senso e conhecimento de causa, deixando-as sem alternativa, que não seja mostrar em público a sua profunda preocupação com o estado de degradação que a Instituição Militar vem atingindo.
Os militares não devem ser, nem ignorados nem tolerados. Não são descartáveis e não podem ser transformados em funcionários públicos que usam farda. São “Cidadãos em Uniforme”. Uma símbolo cívico da Nação em armas, que é um conceito completamente diferente, só não entendido por quem não respeita os valores mais profundos de uma Nação. E as Forças Armadas não podem ser arrumadas debaixo do tapete da incompetência que reina… Ou então, assumam inequivocamente a sua superfluidade!…
Ernâni Balsa