"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo

17/12/2011

ISTO VAI DAR CÁ UM FUNERAL!



CURVA DE LAFTER

CURVA DE LAFTER JUROS DA DIVIDA PUBLICA EM 2012 e os 34 MIL MILHÕES DE JUROS DO EMPRÉSTIMO DE 78 MIL MILHÕES


O P.M PASSOS COELHO, AFIRMA QUE EM JUROS DA DÍVIDA PUBLICA VAMOS PAGAR 9.000 MILHÕES DE EUROS EM 2012.
UM VALOR SUPERIOR AO TOTAL DAS DESPESAS DO MINISTÉRIO DA SAUDE PARA 2012

http://www.rtp.pt/noticias/?t=Os-juros-da-divida-publica-sao-uma-das-maiores-faturas-que-o-pais-tera-de-pagar-no-proximo-ano.rtp&headline=20&visual=9&article=504670&tm=6

POIS É Sr. eng ZÉZITO SÓCRATES "PAGAR A DÍVIDA É UMA HISTÓRIA PARA CONTAR A CRIANCINHAS" E, OS "JUROS" PÁ... COMO É QUE É... PÁ?. (SERÁ QUE A SUA AMIGA ANGELA MERKEL LHE PROMETEU, DEVIDO AO SEU "IRRESISTÍVEL CHARME" PERDOAR A DIVIDA E OS RESPECTIVO "JUROZINHOS"??? OU, V. Exa E SEUS MINISROS, O DR VICTOR CONSTÂNCIO E... OUTROS, ESQUECERAM-SE:

- QUE COM A DÍVIDA VÊM SEMPRE "PENDURADA" ESSA COISA A QUE SE CHAMA "JUROS" (é uma chatice, mas é hábito antigo, coisa de milhares de séculos... No "curso técnico" que V.Exa tirou, se calhar esqueceram-se de lhe ensinar este "pequeno pormenor")


- QUE A DÍVIDA NÃO PODE NEM DEVE CRESCER SEM LIMITE... SE ASSIM NÃO FOR DÁ SEMPRE PROBLEMAS E, DOS GRAVES.

DÍVIDA PUBLICA... 1995... 52 MIL MILHÕES DE EUROS
DÍVIDA PUBLICA... 2004... 84 MIL MILHÕES DE EUROS (ANTES DO SÓCRATES)
DÍVIDA PUBLICA... 2011...172 MIL MILHÕES DE EUROS (DEPOIS DE SÓCRATES)
(fonte: Pordata)


- QUANTO MAIOR FOR A DÍVIDA MAIORES SÃO OS JUROS. As "ALAVACAGENS DE DÍVIDA" são muito interessantes e simpáticas em termos da "Teoria Financeira" mas, na prática da gestão, quer da Divida Publica quer da Divida Privada são, na maioria das situações, uma "armadilha muito perigosa" em que caem os inexperientes, megalómanos ou os caloteiros que não fazem a mínima intenção de pagar a Dívida.


O célebre WARREN BUFFETT sempre disse " quando a maré baixa é que se vê quem andava a tomar banho sem calções"


- QUE QUANTO MAIOR FOR A DIVIDA PUBLICA (E PRIVADA) DE UM PAÍS E, SE ESSE PAÍS NÃO TIVER UMA ECONOMIA COM CAPACIDADE DE GERAR RIQUEZA, DE TER CONTAS PUBLICAS EQUILIBRADAS (o que não acontece desde 1975), DEMONSTRAR INCAPACIDADE DE CRESCIMENTO ECONÓMICO SUSTENTÁVEL (o que acontece desde 2000), O RISCO DO PAÍS AUMENTA, AS TAXAS DE JURO AUMENTAM E O MONTANTE GLOBAL DOS JUROS A PAGAR "DISPARA" PARA VALORES DIFICILMENTE GERÍVEIS E, TORNA-SE EM SI MESMO UM "GARROTE FATAL" PARA UMA POLITICA DE CRESCIMENTO ECONÓMICO
QUE OS JUROS A PAGAR PELO SECTOR PRIVADO VÃO AUMENTAR SUBSTANCIALMENTE O QUE CONJUGADO COM A INEVITÁVEL ESCASSEZ DE CRÉDITO VAI, DETERMINAR A DETERIORAÇÃO DA RENTABILIDADE DAS EMPRESAS E BLOQUEAR AS SUAS POTENCIALIDADES DE CRESCIMENTO DE QUE O "JUROS" SÃO UM CUSTO NÃO REPRODUTIVO, NÃO TÊM EM SI MESMO CAPACIDADE MULTIPLICADORA DE RIQUEZA, DAÍ A NECESSIDADE DE UMA GESTÃO DA DÍVIDA EQUILIBRADA E CONSERVADORA PARA MINIMIZAR E MANTER OS "JUROS" CONTROLÁVEIS NÃO DEIXANDO QUE ESTES SE TORNEM "TÓXICOS" PARA A ECONOMIA (ou para uma empresa) QUE AS DÍVIDAS (E OS RESPECTIVOS JUROS) SÓ DEVEM SER ASSUMIDAS PARA FINANCIAR PARCIALMENTE: INVESTIMENTOS REPRODUTIVOS (QUE TENHAM EFEITO MULTIPLICADOR, QUE SEJAM RENTÁVEIS A MÉDIO E LONGO PRAZO). Alguém disse que "moeda boa expulsa a moeda má", pois também se pode dizer que " o mau investimento e a má despesa pública acabam, inevitavelmente, por corroer o bom investimento público e privado" INVESTIMENTOS ESSENCIAIS DE CARÁCTER SOCIAL PODEM NÃO TER RENTABILIDADE FINANCEIRA MAS ECONÓMICA E SOCIALMENTE SÃO DA RESPONSABILIDADE DO ESTADO OS INVESTIMENTOS REPRODUTIVOS MAS, NUNCA OS EXCESSOS CRÓNICOS DAS DESPESAS EM RELAÇÃO Às RECEITAS. Quando as DESPESAS são sistematicamente superiores às RECEITAS, tem de se fazer cortes radicais nas despesas (em tudo, absolutamente tudo, o que são despesas supérfluas, despesas por falta de eficiência etc..) e dinamizar as RECEITAS, criando e dinamizando as chamadas "condições positivas de contexto" ao crescimento económico e evitar aumentos de impostos para alimentar o MONSTRO DAS DESPESAS (olhem os perigos da CURVA DE LAFTER)
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DÉFICIT PUBLICO EM 2004..........5 MIL MILHÕES DE EUROS (ANTES DO SÓCRATES)
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DÉFICIT PUBLICO EM 2011.......16.8 MIL MILHÕES DE EUROS (DEPOIS DE SÓCRATES) "....."

Hello Zézito"! VÊ LÁ SE CONSEGUES PERCEBER E, JÁ AGORA EXPLICAR A MUITOS DOS TEUS CAMARADAS, (JÁ ANDA AÍ OUTRO COM UMA NOVA TEORIA ECONÓMICA "DAS ALMOFADAS E ACOLCHOADOS " QUE OS EXCESSOS DE DESPESA E DIVIDA TRAZEM CONSIGO UMA "CARRADA DE PROBLEMAS" PARA UM PAÍS, ENTRE OS QUAIS A TAL "COISA ESTRANHA" QUE SE CHAMA "JUROS"
SENDO ASSIM OS TREMENDOS DISPARATES DO GOVERNO SÓCRATES E DE TODOS QUE O APOIARAM OBRIGOU-NOS A RECORRER A UM PEDIDO DE RESGATE ( mal negociado, devido á situação de calamidade financeira ) QUE ; DETERMINOU (para começar) UM FINANCIAMENTO EXTERNO DE URGÊNCIA DE 78 MIL MILHÕES DE EUROS O QUE IMPLICA O PAGAMENTO DE: JUROS: 38 MIL MILHÕES DE EUROS COMISSÕES BANCÁRIAS: cerca de 700 MILHÕES DE EUROS PARA SÓ SOBRE ESTA PARCELA DA DÍVIDA DE 78 MIL MILHÕES DA DÍVIDA PUBLICA (O TOTAL DA DÍVIDA É DE 172 MIL MILHÕES DE EUROS), AQUI VÃO ALGUNS EXEMPLOS (alguns retirados da Rev.Visão de 1/12) DO QUE SE PODERIA FAZER COM ESTE DINHEIRO (OS 38,7 MIL MILHÕES DE EUROS):
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38 PONTES VASCO DA GAMA OU 12 AEROPORTOS DE LISBOA (Alcochete) OU
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20 LINHAS DE TGV LISBOA- MADRID OU
-
123 "AIR BUS-A 380" OU
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18 FÁBRICAS DA AUTO-EUROPA OU
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265 HOSPITAIS DA LUZ (Lisboa Grupo Espírito-Santo) OU
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25 MESES DE SALÁRIOS DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA OU
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2 ANOS DE DÉFICE PÚBLICO DE 2010 ( 16,8 MIL MILHÕES DE EUROS ) OU
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3 ANOS DE PAGAMENTOS DAS PENSÕES DA SEGURANÇA SOCIAL

Estava eu a dar uma olhadela pela CONTA DO ESTADO DE 2010 , só para tirar umas dúvidas, encontram-se coisas fascinantes sobre como se gasta o dinheiro dos contribuintes e credores, tais como: (só alguns exemplos) não é que na pág 133 me deparo com o QUADRO 74 PRESCRIÇÃO DE DÍVIDAS FISCAIS DESDE 2005.

Ora então o valor total das dívidas fiscais prescritas entre 2005 e 2010 foram de
3, 5 MIL MILHÕES DE EUROS. Como o País não precisa de dinheiro, aqui está mais uma demonstração da eficiência e competência da dupla SÓCRATES/TEIXEIRA DOS SANTOS :
- GARANTIAS AUTORIZADAS PELO ESTADO (2005-2010) :........ 31,1 MIL MILHÕES DE EUROS

-PAGAMENTOS POR EXECUÇÃO DE GARANTIAS(2005-2010).....519.3 MILHÕES DE EUROS
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Só para a CASA DOURO foram......................................... 50.3 milhões de euros
- Para o BANCO PRIVADO PORTUGUÊS (DO SR Rendeiro) foram... 450.9 milhões de euros
-INVESTIMENTO ACUMULADO NAS PPP: 2005.......23.5 MIL MILHÕES DE EUROS
2010.......36 MIL MILHÕES DE EUROS

- PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA (2010)................................17,4 MILHÕES DE EUROS

-PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS (2010)............ 194,8 MILHÕES DE EUROS
-ASSEMBLEIA DA REPUBLICA (2010).................................98,8 MILHÕES DE EUROS

-SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA (2010).......................... 10,1 MILHÕES DE EUROS
-GABINETE DO REPRESENTANTE DA REPUBLICA NOS AÇORES (2010)...357,9 MILHÕES DE EUROS
-GABINETE DO REPRESENTANTE DA REPUBLICA NA MADEIRA (2010)...260,5 MILHÕES DE EUROS

DEPOIS DISTO TUDO AS MINHAS SINCERAS CONDOLÊNCIAS...

14/12/2011

Uma alternativa para Portugal para deixarmos de ser Burros!


Enviaram-me esta mensagem electrónica. A tradução foi ligeiramente retocada:

A Islândia conseguiu acabar com um governo corrupto e parasita. Prendeu os responsáveis pela crise financeira, mandando-os para a prisão. Começou a redigir uma nova Constituição feita por eles e para eles. E hoje, graças à mobilização, será o país mais próspero de um ocidente submetido a uma tenaz crise de dívida.

É a cidadania islandesa, cuja revolta em 2008 foi silenciada na Europa por receio de que muitos tomassem nota. Mas conseguiram, graças à força de toda uma nação e o que começou como sendo crise converteu-se em oportunidade. Uma oportunidade que os movimentos altermundialistas observaram com atenção e colocaram como modelo realista a seguir.

Consideramos que a história da Islândia é uma das melhores notícias dos tempos actuais. Sobretudo depois de se saber que segundo as previsões da Comissão Europeia, este país do norte atlântico, fechará 2011 com um crescimento de 2,1% e que em 2012, este crescimento será de 1,5%, uma cifra que supera o triplo dos países da zona euro. A tendência para o crescimento aumentará, inclusive em 2013, prevendo-se que alcance 2,7%. Os analistas asseveram que a economia islandesa continua a mostrar sintomas de desequilíbrio. E que a incerteza continua presente nos mercados. Porém, voltou a gerar emprego e a dívida pública foi diminuindo de forma palpável.

Este pequeno país do periférico árctico recusou resgatar os bancos. Deixou-os cair e aplicou a justiça sobre aqueles que tinham provocado certos descalabros e desmandos financeiros. Os matizes da história islandesa dos últimos anos são múltiplos. Apesar de transcender parte dos resultados que todo o movimento social conseguiu, foi pouco falado o esforço que este povo realizou. Do limite que alcançou com a crise e das múltiplas batalhas que ainda estão por resolver.

Porém, o que é digno de nota é a história que fala de um povo capaz de começar a escrever o seu próprio futuro, sem ficar a mercê do que se decida em despachos distantes da realidade dos cidadãos. Apesar de continuarem a existir buracos por preencher, escuros e por iluminar.

A revolta islandesa não causou outras vítimas para além dos políticos e homens de finanças. Não derramou nenhuma gota de sangue. Nem foi tão apelativa como a tão famosa "Primavera Árabe". Nem sequer teve rasto mediático, porque os media passaram por cima em pezinhos de lã. Mesmo assim, conseguiram os seus objectivos de forma limpa e exemplar.

Hoje, o seu caso bem pode ser o caminho ilustrativo dos indignados espanhóis, dos movimentos Occupy Wall Street e daqueles que exigirem justiça social e económica em todo o mundo.

- posted by José

NOTA:
Este exemplo já foi por diversas vezes apresentado mas, na PARTIDOCRACIA em que vivemos , o seu eco é abafado por não servir os interesses instalados! Não passamos de Burros amestrados...

11/12/2011

AGARREM-ME...


Folgas, almofadas, sacrifícios desnecessários, ausência de economia, obediência cega à chanceler alemã, ir mais longe do que a própria troika (como se não tivéssemos de fazer nada por nós próprios para além do que nos mandam) … este é o rol de queixas que pauta o argumentário socialista contra o governo. "Sound bites" a mais e alternativas a menos.

Frases fáceis, argumentos demagógicos e linguagem artificial, digo eu. É, no fundo, a popular imagem do "agarrem-me senão vou-me a eles. Mas agarrem-me!" Sabe bem o Partido Socialista (melhor do que ninguém) o complexo estado da República. Sabe bem o Partido Socialista as profundas dificuldades da Europa.


Sabe bem o Partido Socialista o que contribuiu para agravar, enquanto governo, o estado do País. Pois é. Percebo que é necessário fazer crer aos Portugueses que há oposição, que é necessário mostrar aos militantes do partido que se discorda. Percebo bem tudo isso.


Mas também se entende que o Partido Socialista pouco ao nada tem a criticar, quando devia acrescentar. Também se percebe que o Partido Socialista ainda carrega o peso de nos ter conduzido à situação actual. O peso da culpa. Daí esta oposição soar ao "agarrem-me senão vou-me a eles!".


Por: Luís Campos Ferreira, Presidente da Comissão de Economia e Obras Públicas

Isto está a ficar muito feio. Os democratas de longa data, já põem colaboradores na rua por escreverem a verdade.


DEMOCRACIA?

A triste história do BPN e as trafulhices desse "senador" da política que dá pelo nome de Dias Loureiro, já vinham de muito longe... mesmo muito longe!

Março de 2001. A revista "Exame", que na altura era dirigida por Camilo Lourenço, dizia na capa que o Banco de Portugal tinha passado um cartão amarelo ao Banco Português de Negócios.
Dias depois Camilo Lourenço recebeu um telefonema de Pinto Balsemão. Assunto: o ex-ministro Dias Loureiro tinha-lhe telefonado por causa do artigo e, na sequência dessa conversa, queria falar com ele.
Pedido que foi acedido prontamente.
A conversa com o ex-ministro foi breve... mas elucidativa: Dias Loureiro estava desagradado com o tratamento dado ao BPN; o assunto tinha criado um problema com a imagem do banco; não havia qualquer problema com o Banco Português de Negócios; Oliveira e Costa, ex-Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, e à época Presidente do Conselho de Administração daquele Banco (hoje em prisão preventiva) referiu que estava muito "incomodado" com a matéria da capa (para a qual tinha contribuído, com uma entrevista) e pensava processar a revista (como efectivamente aconteceu).

Depois da conversa Camilo Lourenço comunicou a Pinto Balsemão que não tinha ficado esclarecido com as explicações de Dias Loureiro e que, por ele, a "Exame" mantinha o que tinha sido escrito.
O que aconteceu depois é conhecido...

Ao ouvir Dias Loureiro na RTP ficou espantado.
Porque o ex-ministro disse que ficara tão preocupado com o artigo que foi, de "motu propriu", ao Banco Central comunicar que a instituição devia estar atenta.
Das duas uma: ou Dias Loureiro soube de algo desagradável entre a conversa havida e a ida ao Banco de Portugal; ou fez "fanfarronice" nessa conversa para esconder os problemas do BPN.
Há uma terceira hipótese... Feia. Mas depois do que se viu no assunto BPN já nada o espanta!


No dicionário da língua, portuguesa, 5ª edição da "Porto Editora", consta: Político, adj. Que pertence ou diz respeito à política ou aos negócios públicos; figurativo: delicado, cortês, astuto, finório.
s.m. indivíduo que trata de política; estadista.
Em consequência do que se passa neste país, propôs à "Porto Editora" que acrescente mais:
adj. Hominho aldrabão, trafulha, safado, mentiroso, vigarista, desonesto, salafrário, sem verticalidade.

DIVULGUEM A INTERNET É AINDA UM MEIO DE COMUNICAÇÃO QUE OS MEDIA NÃO CONTROLAM!!!!!

Ah! O senhor Dr. Camilo Lourenço, foi despedido da "Exame" pelo "democrata" Balsemão!!!

07/12/2011

José Sócrates: “Pagar a dívida é ideia de criança”


O Correio da Manhã avançou esta quarta-feira um discurso de Sócrates proferido a 3 de Novembro, numa conferência em Poitiers, Paris, onde dizia que as dívidas «são por definição eternas» e que «para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança».

O ex-primeiro-ministro José Sócrates comentou em Paris a crise na Europa, durante uma conferência com colegas universitários da Sciences Po, onde estuda Ciência Política. "Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei", disse.

"Claro que não devemos deixar crescer a dívida muito, porque isso pesa depois sobre os encargos. Todavia, para um país como Portugal, é essencial financiamento para desenvolver a sua economia. É assim que eu vejo as coisas", concluiu Sócrates. A palestra teve lugar a 3 de Novembro numa sala do campus universitário de Poitiers, cidade onde há um pólo da Sciences Po. Perante alunos da secção latino--americana, José Sócrates falou também sobre a crise europeia. "Penso que há uma campanha da direita contra a dívida, há um ódio ao Estado social."
Estamos passar uma crise que ameaça a solidariedade europeia", afirmou. "Nos dois últimos anos, foi o que de pior vi na Europa. São tempos horríveis. A Europa está a andar para trás", afirmou, salientando que está a perder a posição de igualdade que tinha conquistado perante os Estados Unidos. Falou mais de uma hora recordando as medidas dos seus governos. Ao receber palmas, comentou: "Há muito tempo que não era assim aplaudido."

FREITAS ATACA JOSÉ SÓCRATES

"Todos sabemos que é uma situação muito difícil, para a qual fomos empurrados, em primeiro lugar, por uma crise internacional e, em segundo lugar, pelos três últimos anos de governação de José Sócrates, que foram muito mal orientados", afirmou ontem Diogo Freitas do Amaral.
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Sócrates considera que não há outra hipótese senão "apertar o cinto" para pôr as contas em ordem, sublinhando que "durante anos e anos se andou a gastar demais".
O fundador do CDS afirma, no entanto, que se Portugal atingir uma situação-limite, com o fim da moeda única, deve ser constituído um Governo de salvação nacional.

COMENTÁRIO MAIS VOTADO

"Um pais em que os medíocres e corruptos conseguem ter possibilidade de ainda dar opiniões esse pais está doente, não consigo entender uma pessoa que devia ser preso por delapidar um património de todos "
abel bolota

UMA PROPOSTA DO PCP... AFINAL SÃO TODOS IGUAIS!


Segundo o Correio da Manhã e confirmado pela TSF, o parlamento aprovou esta sexta-feira por unanimidade uma proposta do PCP que elimina a possibilidade das pensões dos magistrados jubilados serem alvo de contribuições extraordinárias, como as incluídas no orçamento.
Porquê??? Por ser presidido por uma pessoa que se reformou aos 42 anos com uma pequena pensão de 7000 euros, após 10 anos de trabalho árduo num dos mais difíceis e insalubres locais de trabalho do país?
Por os magistrados serem diferentes dos outros cidadãos?
Por ser uma medida que visa uma distribuição mais justa dos sacrifícios, como nos zurzem constantemente as rábulas dos políticos do PCP?
Será que na assembleia não há espelhos e um mínimo de vergonha?
Será que as pensões dos magistrados são assim tão baixas?
Ou serei eu que sou parvo e não entendo o inefável e profundo pensamento dos nossos representantes legislativos?
Não há Vergonha neste Parlamento! Até quando?

04/12/2011

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS...


Desaparecimento do euro: a contagem regressiva em breve será mais...
Por Nicolas Dupont-Aignan

Há momentos na história em que os eventos de repente se aceleram, aparentemente precipitando um resultado que parecia impensável poucos meses atrás.
Água subterrânea que escoa durante anos sob uma falésia na indiferença geral e de repente todo mundo fica surpreso ao ver a queda do penhasco.
Isto é exactamente o que está acontecendo na área do euro "famoso".
Quando as famílias perderam seu poder de compra, quando os trabalhadores viram suas fábricas serem deslocadas, isso não interessou muitas pessoas. Mas quando de repente os Estados não podem mais tomar empréstimos nos mercados financeiros ou aparecem taxas exorbitantes nos juros, isso coloca os nossos líderes em pânico. Razão pela qual eles deveriam ter pensado nisto mais cedo porque não seria possível a Itália e França terem permanentemente juros de 7% para pagar as suas dívidas.
O fim está próximo para o euro, simplesmente porque o euro é estruturalmente fadado ao fracasso. O impasse actual é completo pela simples razão de que os italianos e os franceses, como os alemães, têm visões inconciliáveis que são, no entanto legítimas na sua própria maneira de ver.
Os Países do sul têm o direito de queixar-se de uma moeda demasiado cara para a sua competitividade e de taxas de juros reais exorbitantes. Eles gostariam tal como a Inglaterra e o Japão evitar o barulho dos mercados financeiros através de refinanciamento do Banco Central Europeu.
Mas os alemães também têm razão para recusar esta facilidade porque em suas mentes, isso faria muito claro que eles estavam a concordar financiar a Itália e a França através do BCE, para as políticas que consideram demasiado laxistas.
Escusado será dizer que se o BCE refinanciar fortemente países na área do euro, a taxa do euro cairia, o que seria muito bom para nós, mas que não corresponde de todo ao que os alemães querem para si. É claro que os alemães tendem a querer o bolo e a manteiga, eles estão felizes em realizar o seu principal superávit comercial em França e Itália.
Se o euro não estivesse lá, o marco seria reavaliado em 30% e o reequilíbrio das balanças comerciais e de crescimento entre os países da UE e da Europa não teria tido lugar.
O momento da verdade chega. A situação é desesperadora porque a Alemanha ainda se está recusando a monitorizar a dívida pelo BCE e os países do sul, como a França, serão forçados a deixar o euro.
Ou o Banco Central, monitoriza e é então provável que a Alemanha acabe por sair do euro, porque é claro que esse dinheiro ao dar um alivio à Itália ou à França, não é suficiente por si só para resolver a causa raiz dos déficits - a falta de competitividade dos países endividados -, enquanto a desvalorização do valor intrínseco da moeda única, é uma perspectiva absolutamente intolerável para os alemães.
Em vez de adiar o prazo sempre inevitável, a única questão válida é saber como organizar um alívio ordenado e coordenado para reconstruir um sistema monetário europeu que permita a cada país desenvolver a sua economia e o seu comércio, proporcionando progresso económico, evitando flutuações erráticas também de moedas umas contra as outras.
É por isso que a moeda comum é a melhor maneira de quebrar o impasse. O euro-marco deverá reavaliar-se. O euro-franco deverá ter um declínio ligeiro para coincidir com o dólar e a libra. O euro-dracma e o euro-pesetas cairiam rapidamente, dando ar para esses países poderem respirar.
É claro que o novo sistema monetário europeu não resolveria tudo. É claro que é urgente tratar a causa dos desequilíbrios globais relacionados a um comércio desleal livre que detenha desnivelamentos ecológicos e sociais devastadores.
Proponho, portanto, um proteccionismo inteligente que iria restaurar a justiça do comércio. Passagem da moeda única a moeda, a implementação de um proteccionismo inteligente, não proibir, mas sim de colocar ordem na nossa própria casa para reformar o nosso país e permitir que ele seja mais competitivo.
Mas uma reforma que, crie ímpeto de crescimento para que as pessoas possam restaurar a esperança de viver melhor. Este é o desafio do grande debate que se abre em 2012.

(Texto traduzido procurando-se manter as ideias expressas no texto original)

03/12/2011

AS REFORMAS NA SUÍÇA


Esta notícia foi tratada apenas em telejornais pouco vistos para evitar, naturalmente,
o contágio. Porque será?

Abra o link abaixo
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Reformas-na-Suica-com-tecto-maximo-de-1700-euros.rtp&headline=20&visual=9&article=390426&tm=7

Recebido por e-mail da minha Grande Amiga FerNAnda

Estranho que não tenha sido mais difundido e que os responsáveis no Governo e na AR não se tenham debruçado sobre este assunto para melhorarem a situação da crise aliviando aqueles que mais têm sofrido até agora - sempre os mesmos!

01/12/2011

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL


SER CHIQUE SEMPRE

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correcto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o carácter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão,
intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correcta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL

Dê a voz pela DPOC



Música na Gare do Oriente


Importa haver mudança no estilo da publicidade directa. Esta efectuada no dia da DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÓNIA - DPOC é excelente. Que sirva de exemplo!