"Vós que lá do vosso império, prometeis um mundo novo...CUIDADO, que pode o povo, querer um mundo novo a SÉRIO!" In: António Aleixo
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25/09/2009

O pior que nos pode acontecer é mais do mesmo, ou seja: Governo actual ou Governo do Bloco central.

Amiga(o)s,

O pior que nos pode acontecer é mais do mesmo, ou seja: Governo actual ou Governo do Bloco central.
Agora até arranjaram um óptimo caso do jogo: As escutas telefónicas na Presidência, com a cumplicidade da comunicação social, para desviar a atenção dos verdadeiros casos que implicam os que deviam estar dentro: do Freeport à Pedofilia e ao BPN... e querem continuar a fazer mais do mesmo

A melhor saída/solução (porventura a única) para acabar com a porcaria que por aqui grassa há tempo demasiado e já faz lamentar as promessas de Abril: Coligação BE, CDS e CDU.

PM - O Presidente do partido mais votado dentre os três.
Estrutura governamental com novo ministério: Ministério do Mar e da Diáspora
No Ministério da Justiça: Aplicar um factor "n" ao alargamento do espaço prisional, a definir de modo técnico-científico. Transladar os restos políticos dos que deveriam estar dentro e andam a passear-se impunemente pela Assembleia da República
Ministro das Finanças: Medina Carreira
Ministro da Agricultura: António Pantera Barreto
Ministro da Cultura: Vasco Graça Moura
Ministro do Trabalho: Jerónimo de Sousa ou Francisco Louçã
Ministro da Administração Interna - Paulo Portas ou Eduardo Pereira
Na Presidência da República: Gabinete da Diáspora presidido por Adriano Moreira
Na Assembleia da República pelo Círculo Fora da Europa: A voz desassombrada e politicamente incorrecta de Casimiro Rodrigues!
Nacionalização de todos os sectores essenciais ao exercício da Soberania (...)


(...)A propósito... vale a pena ler...: Elogio do Imbecil e o Anexo: O INDECISO...

Outra coligação maioritária possível: Partido dos incorruptos e Partido dos desempregados... Não existem?

Cordiais saudações.

joaquim evónio

Seja bem-vindo à Varanda das Estrelícias
www.joaquimevonio.com


(Clique na imagem para a ver aumentada)



24/09/2009

VOTO PROBLEMA DIFÍCIL DE RESOLVER ?!

Votar em quem?
CM. 24 Setembro 2009 - 00h30

Nenhum partido parlamentar me cativa. Não vou votar PS porque governou mal. Porque exibiu como ministros figuras trágico-cómicas: Jaime Silva, Lino & Pinho e aquele senhor que anda pela Justiça. E porque não se admite um primeiro-ministro com um passado tão dúbio, formal e moral.


Não votarei PSD porque não soube ser Oposição. Porque desuniu em vez de congregar. Porque Ferreira Leite é má demais para ser levada a sério.

Não vou votar no CDS porque não se soube reciclar após a derrota de 2005. É o mesmo Paulo Portas apenas mais embaciado, repisado e cansativo.

Não votarei à esquerda porque BE e CDU são forças conservadoras que só sabem idolatrar o Estado.

Ganhe quem ganhar continuaremos a ser mal governados. Vou votar, mas, por cá, até isso é difícil
.

Carlos de Abreu Amorim, Jurista

NOTA: Oh Sr Doutor, faz muito bem em não se abster, porque isso seria mau sinal acerca da sua dedicação aos problemas dos portugueses. Não ceda à tentação de ficar a pisar o maple em frente da TV e vá votar e, como não vê em nenhuma lista candidata o merecimento do seu voto, da sua procuração com todos os poderes para gerir o País, então siga o conselho que por aí circula, vote em branco, que o mesmo é dizer que não confia neste tipo de cocheiros ou boleeiros que conduzem aos zigue-zagues o coche em que somos levados, para nossa miséria e para o enriquecimento e luzimento deles, dos familiares e dos amigos. Não há ex-político sem-abrigo, mas todos constam nas listas dos mais ricos.


Publicado pelo meu amigo João Soares no Miradouro

VOTO ÚTIL?

Mais uma falácia da «nossa democracia», este apelo de todos os partidos ao «voto útil». Mas, afinal tal voto assim adjectivado é útil a quem? Sem dúvida será útil a cada lista que o pede!!!

Fica assim a dúvida se há votos que não são úteis. Certamente, é essa dúvida que leva à maioria dos eleitores à abstenção: se o voto não é útil, para quê sair do doce aconchego do lar, da família e do ecrã da TV? Confesso que sempre pensei que os votos são todos iguais, sem nome, sem identificação e sem adjectivos, enfim, democráticos.

E quem é que vai na cantiga do voto útil? Os indecisos, os ignorantes, que não conseguem pensar e decidir pela sua cabeça, os indiferentes, os enganados que ficam convencidos de vir a colher benefícios com essa utilidade.

Mas estou convicto de que todo o voto é útil e cada um deve dá-lo, qual procuração com plenos poderes, à lista que lhe merecer total confiança para gerir os interesses colectivos dos portugueses, de Portugal.

Não se passa procuração a pessoa que não nos mereça plena confiança. Esse deve ser o critério da orientação do voto e não o da utilidade para quem o pede, como esmola, para depois colher benefícios à custa do povo, cada vez mais desprezado (excepto durante as arruadas da campanha). Não consta haver ex-políticos sem-abrigo a comer a «sopa do Sidónio». Convém ver a posição de ex-políticos na lista dos mais ricos de Portugal.

Publicado pelo meu amigo João Soares no MIRADOURO



08/09/2009

Falem-nos de Política

Transcrevo o artigo de Ferreira Fernandes e acrescento uma Nota em que cito outro artigo, de Pedro Marques Lopes.

E que tal discutir política?
DN. 090908. por Ferreira Fernandes

O jornal i fez, ontem, o levantamento de algumas das exportações portuguesas durante o Governo de José Sócrates. Fez o levantamento, sim: aqueles negócios levantaram voo. Com a Venezuela (em quatro anos, quintuplicaram), Angola (triplicaram), Argélia (quadruplicaram), Rússia (triplicaram), Líbia e China (em ambas, quase duplicaram) e Jordânia (quase triplicaram)...

Esse sucesso foi acompanhado (e, em alguns casos, foi motivado) por uma diplomacia económica em que os governantes não se importaram de fazer de caixeiros-viajantes. Nesses destinos há um país muito importante (Angola, já o quarto comprador) e outros são mercados tentadores (bastava lá estar a China). Eis, pois, um balanço extraordinário - mas que merecia discussão, agora que julgamos quem nos governou nos últimos quatro anos.

Todos aqueles países são susceptíveis de crítica (mais uns que outros) sobre o seu comportamento democrático. Eu digo que sim, há que fazer esses negócios - e, daí, eu achar bons os resultados conseguidos.

Mas gostaria de saber se isso divide os partidos. Gostaria que na campanha se discutisse política. E não hipóteses de primos, hipóteses de asfixias e tricas sobre carros oficiais.

NOTA: Sobre o mesmo tema – conteúdo da campanha política - e com o titulo As eleições sem política, Pedro Marques Lopes, em estilo diferente, refere a predominância da política com p muito minúsculo e a ausência da verdadeira Política, a arte e ciência de governar que, neste momento, devia traduzir-se em projectos estratégicos, em propostas honestas, para o futuro de Portugal com incidência nas gerações mais novas e na qualidade de vida de todos os portugueses.

Perdem tempo em questiúnculas secundárias que procuram desgastar a imagem dos concorrentes ao pódio, sem mostrarem o que cada um tem de válido para os portugueses.

Sendo as eleições comparadas a uma competição atlética, constatamos a péssima qualidade dos concorrentes que preferem dopar-se para melhor rasteirarem o competidor em vez de evidenciarem a verdadeira força dos seus músculos e as suas capacidades físicas e mentais.

Na minha situação de vulgar cidadão, sem obrigação para qualquer dos partidos, concluo que, após as eleições, tudo irá continuar na mesma, sejam quais forem os vencedores.

São todos iguais: desprezam a verdadeira Política e apenas se preocupam com a politiquice interpartidária que se sobrepõe aos reais interesses nacionais; ignoram e desprezam a ética e são todos coniventes com as palavras de um seu parceiro que disse que ética e política são líquidos não miscíveis; ninguém se opôs à candidatura de pessoas suspeitas e arguidas que não inspiram confiança ao eleitor honesto e escrupuloso; todos votaram a lei de financiamento dos partidos a que nenhum cidadão medianamente informado ficou indiferente; nenhum tomou uma atitude frontal, bem visível, a favor do combate efectivo à corrupção e ao enriquecimento ilegal; todos aceitam a bagunça em que o País vai vivendo sob a ameaça da criminalidade violenta e da insegurança generalizada; a Educação, a Saúde, a Justiça, não têm evitado as ácidas críticas da generalidade dos cidadãos; a burocracia emperra todas as actividades, etc., etc.

Parece que estes pontos precisam ser resolvidos com eficácia e brevidade, mas na campanha são ignorados. Para eles não foram debatidos os respectivos projectos de solução. Os políticos que querem o nosso voto passam, olham para o lado e assobiam, para irem debater questões sem real valor em comparação com estas.

Daí o apelo: Por favor, falem-nos de Política nacional, estratégica, de preparação de um futuro melhor para os mais novos não terem de emigrar todos.

27/08/2009

Eleições. Mais fácil optar

Depois de os partidos recusarem a ética que desaconselha a candidatura de pessoas sob o peso de suspeitas, com um deles a incluir na lista de futuros deputados dois indivíduos arguidos em processos jurídicos, surgiram na comunicação social elementos bem colocados na hierarquia do partido a defender a ética, segundo o ditado antigo «à mulher de César não basta ser séria», pois além de o ser precisa de parecer (Ver aqui e aqui).

Estas posições assentam na convicção geral de que não se deve passar procuração ou delegação de poderes a pessoas pouco ou nada sérias. A ética, apesar da degradação dos hábitos e costumes, não deve nem pode ser esquecida quando escolhemos os nossos representantes para a gestão dos assuntos nacionais com vista a objectivos de longo prazo e à defesa intransigente dos interesses colectivos de Portugal, dos portugueses.

Nos EUA Sonia Sotomayor, só foi nomeada para o Supremo Tribunal depois de todo o seu currículo ser escalpelizado pelo Senado (ver aqui e aqui). O prestígio e a imagem de uma Instituição depende dos seus servidores, bastando uma mancha na vida de um para desprestigiar o conjunto. E, no caso português, os líderes sabem que isso não depende de leis mas apenas de seriedade e sensatez, nos critérios de escolha, pois eles escolhem por tantos critérios pessoais, de amizade, compadrio, favores, conivência, que não deviam desprezar os da competência e da ética.

Mas se, sobre isso, ainda havia quem tivesse dúvidas e quisesse usar de complacência para com os políticos mais tolerantes, agora, deixa de ter dúvidas porque as coisas ficaram mais claras. Ao contrário daquilo que Jorge Sampaio disse durante uma visita ao Sátão e daquilo que Cavaco Silva tem repetido quanto à necessidade de combater a anti-política e de dignificar os políticos, agora, Paulo Rangel (ver aqui e aqui) afirmou e repetiu de forma muito clara, em Castelo de Vide, (Universidade de Verão) que a política nada tem a ver com a ética, nem vice-versa, segundo Nicolao Maquiavel. Ficámos sem dúvidas!!!

Perante isto, quem seja honrado e preze os valores éticos, quem recuse passar carta com todos os poderes a delegados e representantes de pouca ou nenhuma confiança, deve entregar o VOTO EM BRANCO ou VOTO NULO. Não podemos esperar nada de bom de políticos que tão frontal e maquiavelicamente, desprezam a ética.

Já não há razões para nos espantarmos de haver corrupção, enriquecimento ilícito, troca de favores, tráfico de influências, lavagem de dinheiro através do financiamento dos partidos (lei aprovada por unanimidade na AR e, felizmente, vetada pelo PR), etc.

Gente honrada, de bons costumes, que preza a ética, não deve dar o seu aval, através do voto, a candidatos que confessam despudoradamente estar de acordo que a política nada tem a ver com a ética.

Será bom para Portugal que cada eleitor vote de pleno acordo com as suas mais íntimas convicções e não para fazer favor a um amigo ou vizinho, pagar um favor, ou seguir uma decisão antiga que, nessa data, poderia ter sido a mais correcta. Devemos actualizar as nossas reflexões, com os dados que formos colhendo. É mais fácil acertar no euro milhões do que um político maquiavélico que despreza a ética, fazer um bom governo para grandeza de Portugal.

11/07/2009

O MAIOR FRACASSO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA


Por especial deferência do João Soares trancreve-se:

"Desde 1976,desde a Constituição R. P. até hoje, na História de Portugal, fica algum político pela inteireza da pessoa, pela integridade praticada, pela gestão eficiente da "res pública", por ser curador do Povo, pela forte defesa dos legítimos interesses do país na UE e no mundo, enfim, por não se ter vendido ao capital financeiro especulativo, aumentando e generalizando a população "a prazo" - (mas, obviamente, protegendo os seus familiares, amigas e amigos e recebendo choruda recompensa pela sua venalidade) - dando a sua achega para que os três pilares "Família, Escola e Trabalho" criem gente frágil (agachada, apanhando do chão as migalhas que lhe deitam da mesa do poder) que vai gerando o alargamento do empobrecimento da população ?
Há algum? Quem é? Bem gostaria de que tivesse havido, ao menos, UM!
E... o "sistema" vai passando ao seguinte que... é a mesma coisa... "quem manda" são sempre os mesmos!
Se encontrar algum político, nas condições do preâmbulo, vote nele. Se não encontrar nenhum, VOTE EM BRANCO, se assim o entender… "